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sábado, 14 de março de 2015
segunda-feira, 17 de março de 2014
Completamente sem assunto
Fico imaginando os blogueiros e colunistas que vivem da
notícia. Como será naqueles dias em que não há motivação para escrever ou
não encontre assunto pertinente para tratar?
Sim, por que os profissionais das redações
precisam apresentar seus textos, diuturnamente, faça chuva ou faça sol. Estejam ou não motivados, o chefe aguarda o novo conto, fábula, crônica, a nova história ou estoria.
Para os colunistas da grande mídia talvez seja mais fácil.
Afinal, falar mal dos outros, apontar defeitos, criticar os adversários, é bem
mais fácil que falar das virtudes deles, daquilo que está dando certo ou
compartilhar ideias positivas.
Pelo menos é o que percebo da nossa imprensa. Que só trás negativismo e pessimismo, perseguição e uma análise obscura dos fatos do cotidiano. Ainda que ela própria venha ter vantagens [como no caso da Copa do Mundo], ainda assim ela ataca o projeto, dissimulando no meio de seu público, o fracasso total do evento.
Hoje é um daqueles dias que estou completamente sem assunto
para criar meu texto.
Eu poderia falar da mais nova investida da revistinha de fofocas, veja, contra o
Dirceu, que mesmo preso injustamente [diga-se de passagem] e está sendo mantido
num regime prisional diferente do que exige a lei (que lei é essa?), continua
sendo perseguido por setores da imprensa, com a anuência da justiça brasileira
(que justiça?), dos órgão de imprensa e dos demais veículos de imprensa, que
são incapazes sequer de fazer um meia culpa sobre o fato. Mas não vou escrever sobre isso, não. Não vale a pena
falar da veja!
Poderia falar sobre a investigação [tartaruga] que o
Ministério Público (que MP?) tem realizado a respeito do Propinoduto Tucano ou
Trensalão Tucano, de pagamento de propina nos vinte anos de governos do psdb em São Paulo, mas seria
inútil. No Brasil os órgãos de justiça só aceleram os processos divulgados pela
imprensa burguesa. Os que não forem de interesse dos barões da mídia, são
esquecidos em gavetas profundas do MP e da Justiça. A prática é esperar que os
acusados desses processos, completem setenta anos ou o próprio processo caduque
(prescreva). Vou me fazer de morto! Fazer de conta que eu não sei que estou sendo enganado.
Eu poderia falar também do plebiscito da Crimeia, que preferiu
a anexação à Rússia, indo de encontro ao que os EUA queria. Mas não seria uma boa ideia. Não haveria
como devolver aos admiradores da terra do “Tio Sam”, a sanidade mental a respeito da
crueldade que os americanos vem proporcionando ao mundo. Nós mesmo, brasileiros,
somos vítimas desse poder que é na verdade o grande terror do mundo. Surge então a
Crimeia para nos mostrar a verdadeira cara do governo americano. Como a decisão
de 95% da população (quase 100%), pode não ser aceita pelo governo americano? O que os EUA tem a ver com as vontades do povo da Crimeia?
Há também o racionamento de água no Estado de São Paulo.
Mas, o que eu poderia dizer sobre assunto: que Alckmin pode ficar conhecido
como o governador que deixou faltar água na maior região industrializada e
populacional do Brasil! Mas isso os paulistas sabem. Não é toa que o índice
educacional é maior no estado de São Paulo. Os paulistas são muito inteligentes. Eles "sabem" escolher seus representantes.
Outro assunto que teria muito o que se dizer, é a atriz
Lucélia Santos andando de transporte público no Rio de Janeiro e a onda de preconceito
que essa notícia gerou no Brasil. Disseram até que a Lucélia estava pobre. Como
se ser pobre fosse uma doença. Mas,
tentar mudar a cabeça de uma parcela da sociedade que acredita fielmente, que
transporte público é meio de locomoção para pobre, seria o mesmo que tentar
pedir a essas mesmas pessoas a não levar a sério as reportagens da veja, jn e do Mau
Dia Brasil.
Melhor não!
Melhor não dizer nada!
Como estou sem assunto [mente vazia] vou preferir não
falar absolutamente nada!
sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014
Lei contra o terrorismo pra quê?
Olhem bem para as fotos dos dois jovens responsáveis diretos pela morte do cinegrafista da Band.
Fabio Raposo e Caio Silva de Souza, ambos com 22 anos, não possuem vínculo com nenhum grupo paramilitar, possuem RG, CPF, endereço fixo, título de eleitor, celular para contato e ocupação.
O que há neles de terroristas?
Por acaso, existe terrorismo no Brasil?
Setores da sociedade querem fazer o Congresso Nacional entender que sim.
O terror, nesse caso, é imaginar que no Congresso Nacional existam muitos "Miros Teixeira" e "Pedros Taques", políticos alinhados às vontades e desejos dos barões da imprensa brasileira, que possam concretizar uma decisão que favorece apenas aqueles que acreditam mandar no país.
Se formos verificar a vida desses jovens manifestantes causadores de desordens, a faixa etária deles seria um ponto comum entre eles.
A maioria está entre os 18 e 25 anos.
Os jovens dessa faixa etária atravessaram os últimos dez anos, "bombardeados" por notícias negativas, propagadas por partidos de direita, por partidos de extrema-esquerda e principalmente, por setores da mídia brasileira.
Essa insistência descabida de setores da sociedade em atacar o governo por meio da divulgação das más notícias, de classificar o nosso país como o pior do mundo, de falsear dados e notícias, de esconder a verdade, levou o país a uma situação de histeria por parte de alguns jovens, que não suportaram tanta pressão negativa.
Há um pequeno grupo alienado, infiltrado entre os manifestantes, capaz de fazer exatamente o que os “colunistas” e “âncoras” da mídia insinuem que façam.
Some-se a isso, o incentivo financeiro [pelo que parece], proveniente de setores da sociedade que possuem interesse no resultado final dessa desordem.
Essa tentativa de criação da lei contra o terrorismo deve ser repudiada pela sociedade de forma veemente!
Há por trás dessa iniciativa, interesses da classe burguesa desse país, a qual nenhuma lei a alcança!
Há interesse, pelo incrível que pareça, inclusive do governo americano, na criação da lei antiterror.
Não se enganem, companheiros!
Muitos desses fatos que estão acontecendo no Brasil, desde junho de 2013, estão sendo analisados, debatidos e de certa forma manipulados, numa sala de portas fechadas, na embaixada americana. Eu "pagaria um milhão de dólares" para saber quem são os "incautos" participantes dessas reuniões.
Lei contra o terrorismo, "rolezinhos", #nãovaitercopa, Black Bloc, médicos cubanos desertando do Mais Médico e sendo recebidos em Miami, politização do supremo e tantas outras pautas que estão, certamente, fortalecendo uma extrema-direita que vai, se não forem tomadas as precauções, engolir a direita brasileira.
O que virá ainda, daqui até outubro de 2014?
Os atos de vandalismo e as consequências desses atos devem ser punidos conforme a lei, independentemente de quem sejam os infratores. Agora, daí classificá-los como terroristas, passa a ser um exagero!
A própria imprensa faz mais terrorismo que todos esses jovens juntos nas ruas promovendo protestos. E nem por isso ela foi vista no banco dos réus. Você duvida? Abra uma dessas revistas qualquer ou um dos jornalões ligados à mídia tradicional. É o que poderíamos chamar de terrorismo midiático, ou não?!
É preciso, portanto, reconhecer o mal que a imprensa tem causado ao comportamento dos nossos jovens.
A destruição do bem comum e particular, a morte de pessoas inocentes, como o cinegrafista da Band, em meio às manifestações (que foram mais de dez desde junho), é devido também à postura adotada pela mídia brasileira.
São os comentários de uma sherazade, é a perseguição que um jornalismo da Band [por exemplo] faz contra um prefeito de São Paulo, é a omissão do JN em tratar os crimes cometidos por políticos tucanos, são as ideias e pensamentos doentios de mervais e doras, reinaldos e jabores, catanhedas e neunemnes.
Tudo isso tem tudo a ver.
Antes de atacar o efeito, deveríamos atacar a causa.
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sexta-feira, 20 de dezembro de 2013
O Jornal Nacional não toma jeito mesmo...
O JN tem diminuído sua audiência a cada mês. Há quem diga
que a causa é a novela. Se a novela vai mal na audiência, o JN segue a
tendência negativa.
Até pode ser isso, mas, não é só isso!
O que tem provocado o baixo índice de audiência ao jornal de
maior prestígio na mídia brasileira é o "mal" que tem atingido o jornalismo do
nosso país.
Trata-se da falta de confiança que os usuários (leitores,
telespectadores, ouvintes) têm sobre as informações veiculadas pelos jornalões e revistas.
O jornalismo brasileiro tem perdido o prestígio por tentar enganar seus clientes. Mascarando
a notícia, omitindo a notícia, deturpando a notícia, falseando a notícia.
Ontem, por exemplo, o JN encontrou as "razões", pelas quais, a
taxa de desemprego no Brasil está tão baixa.
Jamais o JN reconheceria ser o governo brasileiro, mais especificamente
a presidente Dilma, a grande responsável por esse feito extraordinário. Uma
taxa de desemprego de 4,6% é de fazer inveja aos países da Europa e ao EUA.
Mas, como foi dito, o JN e seus “especialistas” encontraram três motivos que
justificam tão baixo índice:
Primeiro motivo: os mais
jovens não tem procurado emprego, uma vez que a renda das famílias melhorou,
eles estão gastando mais tempo com estudos.
Segundo: os mais
velhos estão se aposentando mais cedo e uma vez aposentado não estão procurando
emprego.
Terceiro: (pasmem!)
a taxa de natalidade está baixa.
Esse terceiro motivo é ótimo... Seria mais ou menos assim: como nasceram poucos bebês o mês passado,
houve poucos bebês procurando emprego nesse mês.
Não reconhecer a extraordinária condução do país pelo
governo petista, nem que pra isso seja necessário manipular a informação de
maneira esdrúxula, é a causa principal da baixa vendagem de revistas e jornais impressos,
a exemplo do Estadão e Veja, e também da queda acentuada da audiência de alguns
jornais televisivos, entre eles o JN.
A fidelidade entre usuários e empresas de mídias não se
difere da relação entre aqueles e qualquer outro setor de serviço. A relação se solidifica se o
usuário se sentir seguro.
Cliente odeia ser enganado!
No caso do JN fica difícil para os usuários defender o que eles estão
tentando nos fazer acreditar. E há algo ainda pior... Os “especialistas” de
setores da imprensa desse país, se revezam em defender uma maior taxa de
desemprego para o Brasil.
Provavelmente nenhum desses “especialistas de economia” da Grande Imprensa brasileira, sentiu na pele o que é está desempregado. Eles desconhecem os danos que causam o desemprego para as pessoas e para o país.
Só pra se ter uma ideia, a Espanha, segundo parecer da PWC, levará 20 anos para
recuperar os 3 milhões de empregos perdidos desde o início da crise global em 2008.
Segundo o estudo elaborado pela PWC, a Espanha só vai alcançar taxa de
desemprego de 6,8% a partir de 2033.
É bom ficar atento... Não se deixe enganar!
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