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quarta-feira, 9 de setembro de 2026

Os canalhas, quando pegos, sempre usam o nome de Deus.

 


Quando figuras públicas e agressores são pegos em flagrante ou acuados por seus próprios erros, a estratégia é quase sempre a mesma: abandonam os argumentos racionais e correm para o altar. É o momento em que a máscara cai, a valentia some e o disfarce da piedade entra em cena como última cartada de sobrevivência.

Vemos isso em episódios variados, desde autoridades como o ministro andré mendonça, que, diante de questionamentos sobre seus atos, apela rapidamente para pedidos de oração; até casos de agressão e preconceito — como o do rapaz que atacou um ator da "grobu" e, após a repercussão negativa, tentou se esconder atrás da pecha de cristão perseguido. 

A tática é sempre posar de "santo na terra" para tentar escapar da cobrança social e da justiça.

Na política institucional, essa instrumentalização virou rotina, especialmente na extrema direita. Lideranças golpistas como chupetinha e michelle  transformaram o nome de Deus em um verdadeiro escudo marqueteiro e ferramenta de proteção política, criando uma narrativa de que qualquer crítica a seus erros seria um ataque à própria fé.

No fim das contas, usar o sagrado para se esquivar de responsabilidades é uma ofensa ao bom senso e à própria religião. 

A verdadeira honestidade não precisa de holofotes divinos para se sustentar; o que busca o manto sagrado como proteção só está tentando esconder seus atos imorais, ilegais e criminosos diante da justiça dos homens.

CANALHAS(!), deixem o Espírito Santo fora de suas artimanhas e sacanagens!!



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