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quinta-feira, 12 de dezembro de 2013

A ideia é esticar a corda, pressionar os mensaleiros petistas até que um deles não suporte mais e esbraveje contra o PT, Dilma e Lula.



O que levaria Ministros do Supremo Tribunal Federal a se interessar, de forma súbita, pelo sistema prisional brasileiro? 

Quem respondeu empatia pelos encarcerados, certamente deve sofrer de algum sintoma do mal que vem assolando alguns brasileiros. Falo da Alienação Midiática Crônica. Ela se desenvolve pela exposição aos meios de comunicação, principalmente o jornalismo.

As pessoas acometidas de AMC propagam, veementemente e de forma voraz, o que leem, veem ou ouvem, nos meios de comunicação. As chamadas mídias.

Acontece que essa decisão de pensar a partir do que é absorvido na mídia, sem um mínimo de questionamento, tem levado setores da imprensa, da política e da justiça, a imperar no Brasil.

E esse grupo, acobertado pelo poder que lhe é assegurado [de fato e de direito?] e pelo apoio dos que sofrem da AMC, pratica os mais inacreditáveis atos contra a democracia e contra principalmente os direitos individuais das pessoas, reconhecidos pela nossa Constituição.

Se tomarmos como exemplo a cobertura que a imprensa tem realizado sobre os presos petistas do chamado Mensalão, podemos tirar algumas conclusões sobre o assunto. 

Não há um dia sequer, em que setores da imprensa não sinalizem à sociedade, algum ato de “privilégio” aos presos petistas.

O Supremo chegou a mudar o juiz de execuções penais, preferindo um que tivesse raízes direitistas. Uma forma de apertar, de mantê-los sob pressão, de fazer esquecer dentro de gavetas, qualquer que sejam os pedidos dos perseguidos políticos.

Existe também o tratamento que a “justiça” e a imprensa brasileira têm proporcionado a José Genoíno e a Roberto Jefferson. Enquanto aquele foi preso e submetido a exames médicos a partir do cárcere, esse desfruta em liberdade como se nada devesse à justiça. Aclamado como verdadeiro herói, pelos AMC, Jefferson, tem à sua disposição todos os dias os microfones dos jornalões, para fazer suas análises sobre diversos assuntos. Como, por exemplo, sua opinião a respeito do financiamento de campanha.

Enquanto isso, a regra imposta a Genoíno é não falar! Você vai para a casa de sua filha, mas, não pode dar entrevistas,  não pode falar ao telefone, não pode se comunicar ... Emudeça!

Você imaginar que, em plena Revolução Tecnológica da Comunicação, uma pessoa seja obrigada pela justiça de seu país, a não falar!

Mas, a ideia é pressionar ao máximo possível, os presos petistas. O que esse grupo quer fazer é deixá-los numa condição em que eles se sintam completamente abandonados. Que o mundo externo à Papuda, não exista para eles. 

Isolamento total do mundo exterior!

Porque os carcereiros sabem que não há tortura maior que o abandono e a solidão. Muitos presos preferem dividir sua cela com muitos outros, a ficar sozinhos. A solidão causa a pior das dores. Corrói a alma.

É por isso que vale buscar informação sobre os empregadores do Dirceu, colocar familiares de outros presos reclamando dos “privilégios” que os familiares do Dirceu, Genoíno e Delúbio, estão recebendo.

Valem os gracejos que são publicados nos jornais, as piadas, os textos mal-intencionados.

Vale não dá importância aos casos de corrupção que assolam o país. Mais importante é divulgar o privilégio do Dirceu usando uma privada convencional. Que absurdo! Onde já se viu! Ele tem que usar o buraco de esgoto da cela.  

Tudo isso tem o objetivo de fazer, quem sabe, um deles chamar algum articulista da Veja para ajudá-lo a escrever um livro Bomba! Onde nele, possa contar como "Lula da Silva o torturou na ditadura" ou a história de Dilma Rousseff, que “entregou” seus pares ao regime.

Afinal, se eles conseguiram com o Tuminha livre, leve e solto, quem sabe eles não conseguirão com o Delúbio, Genoíno ou o Dirceu, sob pressão?

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