Apoie o blog por meio do PIX, a chave é: emiltox@outlook.com

Mostrando postagens com marcador isenção da imprensa. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador isenção da imprensa. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 7 de janeiro de 2015

A agonia da Veja



Tem sido esperado o fechamento da publicação da revista Veja. 

E já faz muito tempo que profissionais das áreas política, empresarial e de jornalismo, além de leitores que diuturnamente se atualizam por meio principalmente dos sites da internet, esperam [enfim] que esse semanário não mais seja publicado.

Muitos, certamente, farão festa.

A Veja representa o que há de mais sórdido na imprensa brasileira. 

Não existe outra mídia, seja televisiva, de radiodifusão ou via internet, que tenha maior alcance com conteúdos falaciosos, manipuladores, altamente intencionais e que tem causado prejuízos danosos à nossa democracia, como a Veja.

Não se trata de um veículo imparcial ou que esteja a serviço do Brasil. Nunca teve essa essência nas páginas da Veja. 

E é por isso mesmo que ela está indo para o ralo. Sua insistência em mentir e atacar os que ela vê como seus inimigos. E mentir, valorizar e defender os que ela tem como amigos, comparsas ou parceiros, decretará o seu fim.

Foi esse expediente de levar/deixar seus profissionais a “chafurdar na lama” o grande motivo de sua decadência e suposto fim. 

Ao escolher fazer “terrorismo” ao invés de jornalismo, a Veja cavou sua própria sepultura. Só falta cair dentro e receber as últimas pás de cal dos filhos do Roberto Civita. 

Há quem irá sentir muito por isso. Possivelmente haverá os que derramarão lágrimas. É inegável que a Veja possui seguidores fiéis, capazes de dar a própria vida por sua sobrevivência. Mas a revista foi postergada, ao longo do tempo, por muitos leitores que se sentiram enganados. 
  
Nem a benevolência dos governos de direita conseguirá salvá-la. 

É sabido que existe uma relação para lá de estreita entre setores da imprensa e governos. A Veja é um dos veículos de comunicação [manipulação] que mais foi e é beneficiada por governos. Nesse caso, governos direitistas. Os contratos dos governos tucanos com a Editora Abril respondem a essa verdade inconteste. 

Ódio de classe, divisão da sociedade, ataque aos excluídos, soberba jornalística, busca incessante de se manter no poder a todo custo, artimanhas para derrubar governos, “invencionismos”, conluio com políticos, bicheiros, ministros do supremo e produção de mentiras, mentiras, e mais mentiras. 

Como uma imprensa pode sobreviver fazendo o contrário do que se espera dela?

Definitivamente, a imparcialidade não foi percebida nas páginas dessa revista. Nada mais normal, portanto, que ela agonize e deixe de existir. 

Que o fim da Veja sirva de exemplo para outras mídias jornalísticas. Não é possível que a imprensa brasileira, de um modo geral, não consiga enxergar algo muito importante em tudo o que está passando a revista Veja. 

A imprensa [conservadora] brasileira só tem dois caminhos: ou ela muda ou muda!


Contribua com o nosso trabalho através da chave PIX - banco Santander  👇

emiltonx@gmail.com


segunda-feira, 9 de setembro de 2013

“homens honrados”


Num país com tanto a ser debatido e analisado, tanta coisa ainda encoberta principalmente na área política, quem deveria auxiliar a população na busca da verdade dos fatos, é quem está mais envolvida acobertando os crimes cometidos pelos seus protegidos. As ações duvidosas e obscuras da nossa imprensa, suas relações promíscuas com certos agentes públicos, são motivo do total descrédito de grande parte da população brasileira. Há muitas dúvidas que assolam as mentes de muitos blogueiros e articulistas nas redes sociais sobre o papel da imprensa brasileira. Muitas discussões estão sendo realizadas nesse momento, não só referente a suas publicações, mas, principalmente sobre o que a imprensa não divulga. 

A descoberta da omissão sobre fatos que ocorreram no passado próximo, eleva ainda mais o nível de desconfiança do público sobre a isenção da imprensa brasileira.

Os livros bombásticos: O Príncipe da Privataria e Privataria Tucana, por exemplo, acenderam a ira de muitos brasileiros contra aqueles que se portam como “homens honrados”, mas, que na realidade estão sendo desnudados nesses livros de uma forma jamais esperada.

Os admiradores desses “homens honrados” fariam um bem a si mesmo se lessem os livros. Não é possível viver enganado por toda a vida.

Ao se inteirar sobre os fatos ocorridos no governo do fhc, nos deparamos com algo terrível, ao qual as repercussões nos afligem até hoje e causará danos a várias gerações ainda.

Os “erros” cometidos por esses “homens honrados” vem refletindo negativamente em todas as áreas. O défice que o país tem com a saúde, a educação e a moradia é resultante, entre outras razões, dos fatos mencionados nesses livros. As consequências dos atos nefastos do governo fhc contribuiu vergonhosamente para aumentar a desigualdade social no nosso país.

Eles venderam as joias da coroa, mas, cadê o dinheiro? 
O que fizeram com o dinheiro da privataria?

Tudo isso, nos faz refletir sobre as razões que fizeram a imprensa brasileira se calar diante de tantos “erros” cometidos. Não é possível que tudo que está revelado nesses livros, tenham ocorrido sem o conhecimento da imprensa. Isso só nos leva a crer que houve um verdadeiro conluio entre as partes. 

Governo, imprensa e justiça, acoloiados para entregar o patrimônio público por qualquer preço. 

É triste ter a certeza que a imprensa brasileira foi conivente com as ações nefastas desses “homens honrados”.

Tudo bem, digamos que nem tudo que está nos livros seja verdadeiro.

Ainda que 90% dos dois livros seja mentira, ainda assim, os demais 10% é muito grave.

Ainda que seja 99% mentira! 

Um por cento do que há nesses livros é muito sério e deveria ter sido investigado pela polícia federal, ministério público e pela imprensa. O Supremo, a última trincheira da sociedade,   deveria ter agido contra os "homens honrados".

Da primeira a última página os livros são Nitroglicerina pura! Um almanaque de provas de crimes que até hoje a justiça ignora. Simplesmente porque não há interesse da imprensa divulgar, nem antes e nem nunca. Dá pra entender o por quê.

Enxergar a Globo, a Veja, o Estadão e a Folha de São Paulo, como parceiros desses agentes corruptos é perceber a gravidade que esses veículos de comunicação tem causado ao aperfeiçoamento e melhoramento da democracia brasileira.

É como se o Brasil não precisasse de inimigos de fora do país.

Os principais inimigos do Brasil se encontram aqui mesmo. Bem próximo de nós! Eles corroem nosso país como se fossem uma ferrugem.

Mas na verdade são apenas os "homens honrados"

segunda-feira, 19 de agosto de 2013

Tem dias que é melhor não dizer nada.


O Brasil parece que está caminhando para o fundo do poço. Peno menos na visão da imprensa brasileira. 

Agente abre os jornais e nos deparamos com os mais mentirosos textos e reportagens dos chamados “formadores de opinião”. Chego a gelar só em pensar, quem são as pessoas que estão formando sua opinião baseado no que os corvos midiáticos escrevem.

Segundo eles, nosso país não melhora em nada! Tudo vai mal! Principalmente se tratando das ações do governo federal.

A imprensa brasileira e seus “colunistas” estão fazendo um mal tremendo a democracia.

Por mais que eles reproduzam suas mentiras e tentem manipular a opinião pública, mais vão ficando desacreditados.

Isso é ruim!

Todo país precisa de uma imprensa forte, livre e verdadeira.

Tomemos como exemplo a revista Veja: onde uma revista semanal não teria interesse em cobrir um assunto como o propinoduto  dos trens de São Paulo?

A Veja é a materialização da parcialidade da imprensa brasileira. Ela faz às claras, o que os demais veículos, às vezes, tenta esconder. Até porque já faz tempo que a globo, estadão, folha e a veja, deixaram de tentar mostrar a seu público que são honesta em suas publicações.

A cada dia estou mais me afastando desses veículos.

Semanários como veja e época, ou jornalões como o globo e estadão, já não fazem mais parte de “minhas publicações prediletas”. Isso há muito tempo!

Mas, queira ou não, esses veículos contaminam os demais veículos de todo Brasil. As edições regionais, estaduais e municipais, sofrem influencia  dos BARÕES MIDIÁTICO.

O que mais me deixa P da vida, é imaginar que grande parte de tudo isso é bancado com dinheiro público, por meio de contratos milionários entre governos e estatais.

Seria bem melhor se a imprensa quando não tivesse nada interessante pra divulgar, ao invés de publicar mentiras, ela simplesmente não publicasse nada.

quinta-feira, 15 de agosto de 2013

Por que a imprensa atacaria o governo justamente onde está sendo beneficiada?


Há dias estou querendo tratar desse assunto. 

O Estadão, de segunda-feira, trouxe uma reportagem de capa tratando sobre o gasto do governo federal com propaganda. Na matéria, o jornalão diz que o governo do PT gastou mais de oito bilhões em dez anos de governo. E fez comparações dos gastos com propaganda e outros programas federais. Mas, o que estaria por trás dessa matéria e por que o Estadão atacaria justamente em algo que o beneficia? Afinal, parte desse montante foi repassado para a Agência Estado.

Há certos pontos que precisam ser analisados sobre esse caso:

Primeiro - fiquei esperando se outros veículos iriam repercutir de forma massiva o assunto. Geralmente, o JN, a Veja e a Folha repercutem uma matéria quando o assunto vem contra a Dilma, Lula ou o PT. Mas, pelo que sei, não houve interesse por parte dos demais veículos de mídia.

Segundo – existe certo descontentamento das empresas de comunicação em geral quanto à parcela de recursos públicos enviados para a Globo. Fala-se que mais de 50% de tudo relacionado à publicidade de órgãos públicos, seja na esfera federal, estadual ou municipal, incluindo suas estatais, é repassado às organizações globo. Isso deixa muito pouco pra ser dividido entre as demais empresas. 

Só pra se ter uma ideia, até as rádios comunitárias, vez ou outra demonizadas pelos jornais globais por serem capazes de “derrubar aviões” com suas frequências e por isso são chamadas de rádios piratas, até elas recebem parte desse dinheiro. Os valores que essas “rádios piratas” recebem são  insignificantes, comparados aos bilhões recebidos pelas grandes empresas de comunicação, mas, mesmo sendo irrisórios, são motivos de muita intriga entre as grandes empresas de comunicação contras elas.

Terceiro – o Estadão deve estar insatisfeito com o que está recebendo. Em outras épocas e em outros governos, havia mais generosidade com as empresas de comunicação. Essa talvez seja a principal análise sobre o assunto.

Quarto – se tivéssemos uma imprensa imparcial, que não insistisse em se ver como um partido político e se as mídias não tivessem ligações com políticos ou com familiares de políticos, certamente não haveria necessidade de governos gastarem tanto dinheiro com publicidade. As próprias empresas de comunicação se incumbiriam de repassar as informações referentes as realizações dos governos, sem as modificar ou mascará-las, pelo bem ou mal, para seus ou para interesses de terceiros. E também não se omitiriam em repassar a verdade, doesse a quem doesse!

Quinto – no caso dos dez anos do governo petista, ou o governo federal mostra seus projetos e realizações, pagando publicidade, ou a população só toma conhecimento de informações falaciosa, meias verdades, textos caluniosos e muitas mentiras sobre a pessoa e o governo de Dilma Rousseff e de Lula da Silva. Simplesmente porque na imprensa brasileira, poucos são os profissionais que têm responsabilidade com a notícia.

Sexto – comungo com os que não concordam com o gasto de dinheiro público em propaganda. Concordo com a posição dos que veem as empresas de comunicação como qualquer outra empresa concessionária. Que deveriam isentar empresas públicas e suas estatais de cobrança de serviços prestados.

Sétimo - estaria o Estadão deixando claro que vale tudo, pra evitar a reeleição de Dilma e a permanência do PT no governo federal? Ainda que tenham que expor, atacar e ferir a própria carne?

É isso!

sexta-feira, 9 de agosto de 2013

Há isenção da grande imprensa sobre o propinoduto do governo paulista?

Geralmente, eu compartilho as publicações do meu blog no meu perfil do facebook (Mil ton). Hoje irei fazer o caminho inverso. Trarei um texto publicado ontem no meu perfil do face (Mil ton), para o meu Blog.

Como tudo tem uma razão, ontem tentei por três vezes, em horários diferentes, postar esse texto no face e por três vezes, simplesmente sumiu.

Eu não sei por que?



A imprensa brasileira é uma das únicas no mundo que abre mão de furos de jornalismo por não primar pela isenção e por ter jogado no lixo os pilares que norteiam a função do jornalismo, além, é claro, de preferir se portar como um partido político.

Há quase um mês, desde a grande matéria sobre o Propinoduto do Governo de São Paulo, as revistas Época e Veja não dispuseram na sua capa o assunto mais bombástico dos últimos anos.

Esse é o assunto do momento. Editores que quiserem vender seus jornais e revistas, deveriam tratar sobre esse assunto.

Os jornais, por sua vez, tentam manipular a informação, dizendo ao público que se trata de cartel. Ou seja, o problema foi entre as empresas, na leitura deles. Fazendo entender que os agentes públicos não tiveram nada a ver com o ocorrido.

SeSe a imprensa dedicasse à corrupção um tempo proporcional aos valores desviados, o 'Propinoduto Tucano' — que envolve as gestões de Covas, Serra e Alckmin em São Paulo — dominaria as grades de TV, rádio e as páginas de jornais por meses a fio.

São mais de meio bilhão de reais. É muito dinheiro desviado.

O certo de tudo isso é que: as empresas pagaram a propina, mas, quem recebeu a bufunfa?

Se tivéssemos uma imprensa isenta ou se os agentes acusados fossem outros, certamente essa mesma imprensa, tão investigativa, já teria dado nome aos bois.


Contribua com o nosso trabalho através da chave PIX - banco Santander  👇

emiltonx@gmail.com