A narrativa recorrente de que o governo Lula da Silva fecharia igrejas ou restringiria a liberdade de culto não possui respaldo na realidade nem no histórico do país.
Na prática, foi durante a própria gestão do presidente Lula da Silva que a autonomia das organizações religiosas foi consolidada no Código Civil, além da sanção de leis federais que oficializaram o Dia Nacional do Evangélico e o Dia Nacional da Marcha para Jesus.
Diante da propagação de desinformação no ambiente religioso, com narrativas enganosas por parte de certas lideranças da própria igreja, setores da sociedade e movimentos de evangélicos progressistas defendem a importância de ir às ruas para reafirmar a verdade e a garantia constitucional da liberdade de crença.
A presença de fiéis cujas igrejas seguem abertas e atuantes funciona como um contraponto direto aos boatos, unindo a fé ao compromisso com a transparência e a ordem democrática.
Essa mobilização ganha ainda mais força ao se conectar a outros segmentos da sociedade civil, como estudantes universitários e coletivos populares, que marcham juntos em defesa do Estado democrático de direito.
Ao se encontrarem no espaço público de forma pacífica, esses diversos grupos reafirmam o pluralismo, o respeito mútuo e a rejeição ao extremismo, lembrando a todos que a verdade e a justiça devem prevalecer sobre a manipulação política.
Fica, portanto, o convite: você, evangélico, cuja igreja não foi fechada, vá às ruas defender a democracia e combater o fascismo e a mentira!
Escuta, crente! A verdade nos libertará.
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