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terça-feira, 29 de setembro de 2026

"Comeu picanha hoje, petralha?"

 


Quando o presidente Lula falou que o brasileiro ia voltar a comer picanha, muita gente com pensamento menor tentou reduzir a frase ao sentido literal. Mas quem tem um mínimo de visão política entende que a picanha ali funcionou como um poderoso eufemismo. 

Afinal, o boi não tem só picanha, e a mesa do trabalhador se faz com frango, suíno, peixe, ovos...

O sentido real daquela promessa era muito mais amplo: significava o resgate do poder de compra, a volta do crescimento econômico e o direito sagrado de o povo ter variedade e dignidade na sua alimentação.

E os números comprovam isso na prática. Diferente do período de retrocesso e de crise profunda da gestão passada, quando o consumo de carne despencou a patamares históricos, a retomada econômica e a estabilidade com o governo Lula trouxeram de volta a produção recorde de alimentos e o acesso da população ao mercado.

Mas a grande questão que fica é: por que um setor dos chamados "pobres de extrema-direita" simplesmente se recusa a reconhecer essas conquistas?

A resposta passa por uma mistura dolorosa de alienação profunda, desinformação e manipulação. 

Essa parcela da população vive trancada em uma bolha digital e ideológica, alimentada diariamente por lideranças golpistas, falsos pastores que misturam fé com oportunismo político, empresários mal-intencionados e jornalistas tendenciosos. Eles repetem mantras de que o país está quebrado porque foram hipnotizados para odiar o próprio país e ignorar as melhorias na sua própria vida.

A picanha de verdade não é só o corte nobre no prato; é a isenção do Imposto de Renda para quem ganha menos, a queda na desigualdade social, a taxa de pleno emprego e a saída do Brasil do mapa da fome.

Respondendo ao cheio de ódio que me enviou a pergunta: Não! Não comi picanha hoje, mas comi algumas vezes nos últimos três anos. 

Graças a Deus, ao meu trabalho e ao governo Lula, tive mesa farta, assim como muitos do meu entorno.

Foi para ver o país nos trilhos que fizemos o L em 2022, e é com esse mesmo orgulho e convicção que faremos de novo no próximo domingo, 4 de outubro de 2026.

É isso!



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O presidente do Flamengo não vota no Lula, mas o trabalhador do Flamengo sim.

 


A recente discussão sobre a regulamentação e o combate às apostas esportivas online (as chamadas bets) colocou em evidência o confronto entre medidas de proteção social e os interesses comerciais que envolvem o futebol. A decisão do governo de enfrentar esse mercado predatório é um passo fundamental para defender a renda das famílias brasileiras. Mas essa polêmica nos convida a ir além e olhar para o espelho político do país, revelando uma divisão clara entre as cúpulas dirigentes e o chão de fábrica dos clubes.  

O presidente do Flamengo, assim como boa parte da diretoria de grandes clubes, dificilmente vota em Lula. Essa postura não é acidental; ela reflete a sintonia com os interesses da elite tradicional e conservadora do país, herdeira de estruturas que historicamente mantiveram privilégios e resistiram à inclusão social. Para essa cúpula, o alinhamento político caminha de mãos dadas com a defesa de um projeto econômico elitista.  

Por outro lado, o cotidiano do clube e das arquibancadas conta outra história. O verdadeiro Brasil, que sustenta o Flamengo com seu suor e sua paixão, está do outro lado do balcão político.

O que nos faz entender que, o presidente do Flamengo pode não votar no Lula, mas o torcedor do Flamengo vota!

​A cozinheira do Flamengo vota no Lula.  

​O faxineiro do Flamengo vota no Lula.  

​O porteiro do Flamengo vota no Lula.  

​O motorista do Flamengo vota no Lula.  

Essa lista de trabalhadores reflete exatamente a essência popular do clube e do país. É a mesma lógica daquele célebre lembrete político de que a base trabalhadora (com exceção dos alienados e facilmente manipulados pobres de extrema-direita) conhece a realidade e as melhorias sociais que transformaram suas vidas, mesmo quando a elite finge não ver.

De Qual Lado Você Está? 

Essa pergunta não deixa margem para neutralidade; a resposta, contudo, exige discernimento. 

Estar ao lado do Flamengo verdadeiro, o clube do povo, da massa e dos trabalhadores, é estar do lado de quem constrói o país no dia a dia. 

O presidente da diretoria pode até escolher o candidato da elite, mas quem faz o clube pulsar e quem carrega o Brasil nas costas sabe muito bem qual é o lado que governa para a maioria.

Esse lado tem nome, sobrenome e muita coragem: Luiz Inácio Lula da Silva.

É isso!



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domingo, 27 de setembro de 2026

Agora é a vez do "tigrinho" chorar.

 


Enquanto plataformas de apostas online e influenciadores digitais acumularam fortunas bilionárias patrocinados pelo vício, a realidade do outro lado do balcão sempre foi de terra arrasada. De acordo com levantamentos da Confederação Nacional do Comércio (CNC), as bets chegaram a drenar dezenas de bilhões de reais por mês do orçamento das famílias, empurrando milhões de brasileiros para a inadimplência e o endividamento crônico. Esse tsunami financeiro destruiu lares, sacrificou a renda básica de pais e mães de família e custou caro demais para a nossa juventude, que viu no falso sonho do "tigrinho." o caminho trágico para o fundo do poço.

Agora, com o fim dessa praga social, o cenário virou de ponta-cabeça para quem lucrava com a desgraça alheia. Donos de casas de aposta e criadores de conteúdo que viviam no luxo absoluto choram e se desesperam ao sentir na pele que vão perder dinheiro, articulando-se politicamente e fazendo barulho contra o governo. Para essa turma, o prejuízo financeiro momentâneo é inadmissível, mesmo que ele venha após anos engordando contas bancárias à custa do endividamento e da ruína psicológica de milhares de trabalhadores.

É justamente nesse cenário de pressão que sobressai a coragem do presidente Lula. Enfrentar a poderosa máfia das bets e peitar setores que lucram com a exploração da fé e do desespero popular parecia um "tiro no pé" eleitoral para muitos analistas de plantão. No entanto, demonstrar liderança é exatamente isso: escolher fazer o que é certo para proteger o povo brasileiro, mesmo que isso custe votos e desagrade os donos do poder e do dinheiro fácil.

Parabéns, Lula!



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A coragem de enfrentar a epidemia das Bets.


 

O avanço descontrolado das apostas online virou um mal tremendo para o povo brasileiro, destruindo milhares de famílias e gerando uma onda gigante de endividamento. O mercado de apostas começou a se expandir lá no governo do maior dos traidores, temer, cresceu livremente durante todo o governo "metido a ditador" e chegou a um ponto totalmente insustentável. 

Para tentar conter essa verdadeira epidemia social, o governo Lula da Silva decidiu agir de forma firme e radical, assinando a medida para proibir de vez as bets no Brasil.  

​Essa decisão mexeu com interesses poderosos e tem gerado muita polêmica. Donos de sites de apostas, pessoas ligadas ao futebol e influenciadores que ganham fortunas fazendo propaganda de bets já começaram a reclamar e ameaçar, entre outras coisas, que o futebol brasileiro vai quebrar. 

É muita gente ganhando dinheiro em cima da desgraça alheia e defendendo o próprio bolso, sem se importar com o prejuízo que isso causa na vida do trabalhador comum e de gente pobre.

O que mais chama a atenção nessa história toda é a coragem política. É preciso CULHÕES para ter tomado a medida que o presidente tomou, assinando um decreto tão polêmico justamente faltando uma semana para a eleição do primeiro turno. 

Enfrentar lobbies milionários e desagradar setores tão fortes bem na reta final da disputa eleitoral exige uma firmeza que a gente simplesmente não vê em outros políticos.  

Enquanto isso, a oposição e os políticos da extrema-direita, incluindo a turma ligada ao rachadinhas, bananinha, chupetinha e demais lideranças golpistas, fascistas e milicianas, muita gente que usa a religião como trampolim eleitoral, manipulam a VERDADE, propagando que foram nos governos progressistas a ascensão das bets.

Fica claro que essa corja que se diz defensora da família e dos valores cristãos está apenas usando Deus de cabo eleitoral, porque, na hora de defender o povo de um problema real que empobrece o país, eles se eximem da culpa, porque é de conhecimento público: de todos os espectros políticos no Brasil, a extrema-direita é a que mais lucrou com as bets. 

Basta ver a Bancada das Bets no Congresso Nacional,  composta de políticos do PL, republicanos, união Brasil e PP.




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Faxina geral nas urnas no 4 de outubro. Fora(!), golpista, fascista e milicianos!

 


Chegou a reta final e o Brasil não tem tempo a perder com essa patota de araque. De um lado, a tentativa desesperada de tutelar o país com o dedo podre de fora, com direito a palpiteiro internacional tentando melar a nossa eleição. Do outro, a verdadeira quadrilha do retrocesso que a gente conhece bem: a familícia reunida com seus rebentos e fantoches. É o bananinha articulando fora, o chupetinha fazendo teatro e o rachadinhas querendo bancar o salvador da pátria, logo ele, especialista em desviar o suor alheio na Alerj. 

É uma piada pronta, se não fosse trágica.

E não para por aí, porque a fauna é vasta. Tem o ungido da michelle, o terrivelmente farsante, andré mendonça, rezando para o altar errado, o nunes marques jogando para a plateia da toga, e os sertanojos, os puxa-sacos de bilionário e miliciano. Sem contar os pastores de satanás que usam o nome sagrado para fazer palanque do ódio, a turminha do mercado que só pensa em lucrar com a miséria alheia e os milicianos da imprensa que tentam empurrar narrativa furada todo santo dia. 

É uma verdadeira salada mista de golpistas e fascistas vestidos de bom-mocismo.

Mas o brasileiro já pegou a visão dessa farsa toda. No dia 4 de outubro, a resposta não vai ser com conversa mole, vai ser com o peso do voto na urna para varrer essa corja de vez. 

É faxina geral na política, na justiça, nas igrejas de fachada e no meio artístico de encomenda para consolidar a vitória do presidente Lula logo no 1º turno e mandar essa trupe direto para o lixo da história!

Golpistas, fascistas e milicianos no Brasil não se criam. 

E tenho dito!



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O deputado "metido a nazista" e o teatro da indignação e da mentira.

 


O vídeo recente postado nas redes sociais, e que rapidamente virou alvo de enxurrada de críticas, escancara a encenação patética de um parlamentar que parece viver de causar polêmica na internet em vez de prestar qualquer serviço real à população. 

Nas imagens, o deputado golpista e apoiador da famílicia tenta se passar por vítima de vandalismo político em Birigui, exibindo uma parede pichada de forma conveniente. No entanto, a reação dos internautas não poderia ter sido mais cética: centenas de comentários apontam o óbvio e desmascaram a farsa, sugerindo que o próprio grupo do político pode ter armado a situação apenas para gerar engajamento e fabricar narrativa.

A indignação popular nas redes expõe o perfil de um personagem que passa longe de propor debates sérios sobre saúde, segurança ou educação, preferindo focar o mandato em bravatas teatrais e brigas de internet. 

Os cidadãos não perdoaram o histórico do deputado, lembrando seu comportamento truculento de "machão", marcado por episódios lamentáveis em que grita com idosos e mulheres, além de carregar um passado de graves suspeitas e posturas incompatíveis com o decoro parlamentar. 

Para o público que acompanha e ironiza o conteúdo, a atuação do deputado mais se assemelha à de um militante digital viciado em holofotes do que à de um representante sério do povo.

Além da suspeita de armação na pichação, a figura desse aliado do rachadinhas, bananinha e chupetinha, é associada diretamente aos porões da velha política e às práticas da chamada "milícia política" brasileira. Os comentários reforçam o que muitos brasileiros já percebem: a estratégia dessa tropa de elite da extrema-direita brasileira é baseada na mentira, na provocação vazia e na distorção da realidade para manter a base fanatizada, alienada e idiotizada em ponto de ebulição. 

Em vez de propostas concretas para o país, o que se vê é um desfile de agressividade e teatros barulhentos que mancham a imagem do parlamento brasileiro.

Em suma, o episódio serve como um raio-X da decadência moral de políticos que usam o mandato exclusivamente para o autopromocional e o puro suco da farsa digital. 

Enquanto o povo cobra soluções reais para os problemas cotidianos, figuras como essa seguem apostando no circo virtual, colecionando desconfiança e escrachos públicos. 

A reação implacável dos internautas prova que a máscara desse "metido a xerife" caiu faz tempo, revelando um político vazio, acuado pelo próprio ridículo e incapaz de enganar a inteligência da sociedade.

04 de outubro de 2026 é o dia para varrer esse lixo da política brasileira. 

É isso!



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quarta-feira, 23 de setembro de 2026

"O Brasil não cabe no quintal de nenhum país".


O discurso do Lula da Silva na ONU foi o mais aplaudido de ontem, com moral, estatura e repercussão no mundo todo. 

Mas a corvada da extrema-direita e parte da imprensa golpista, fascista, miliciana e "vorcariana" tentam desvirtuar o óbvio. Não é análise o que eles fazem. É desespero de ver o país grandão num palco que esse grupelho da extrema-direita só enxerga pela TV.

Inveja, ignorância ou maldade? 

É, na verdade, um pacote completo, cujo objetivo é manipular os alienados pobres de extrema-direita. 

Onde o planeta vê soberania e peso geopolítico, o jornalismo-canalha de plantão tenta procurar o impossível. Torcer a realidade virou esporte corporativo para boi dormir e gado aplaudir nas redes.

O tal "jornalismo-canalha" tá feio demais, insustentável. Perdeu o pudor, trocou a apuração pelo ranço ideológico e virou "puxadinho" das lideranças golpistas. 

Querem nanismo político porque o tamanho do Brasil dá vertigem neles.

O mundo real tá rodando e o Brasil ocupou a cadeira principal. 

O tempo dos submissos acabou: ou a patota aceita que o país é protagonista global, ou vai continuar gritando sozinho para a parede do próprio retrocesso.




É isso!



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terça-feira, 22 de setembro de 2026

"Já caçou calango hoje pra comer, macaco nordestino petista?"

 


Esse foi o comentário de um eleitor de figuras carimbadas da política do ódio, como o rachadinhas, bananinha e  o chupetinha, inconformado com verdades ditas.

Quem repete a balela de que o nordestino vive de caçar calango e passar fome na seca parou no tempo ou prefere fechar os olhos para a maior transformação social que o interior desta região já viu.

Essa "revolução silenciosa" ocorrida no Brasil, com impacto profundo no Nordeste, foi impulsionada por políticas de inclusão estrutural de governos progressistas (três mandatos de Lula e dois de Dilma Rousseff).

Nos anos 90, o cenário do sertão e do agreste era o da carestia estrutural: o isolamento geográfico forçava o êxodo em massa em paus-de-arara, e a sobrevivência dependia de uma resiliência extrema contra a seca, sem amparo público duradouro. O que mudou desde então não é "maquiagem política", mas resultado de redistribuição de renda, valorização real do salário mínimo e políticas que tiraram o Nordeste da penúria crônica.

Os números da saúde pública desmentem qualquer saudosismo macabro. No início dos anos 2000, estados como Piauí, Maranhão e Alagoas registravam taxas de mortalidade infantil alarmantes, superando 40 óbitos por mil nascidos vivos, empurradas pela desnutrição e pela carência da rede básica. Hoje, a média regional despencou para cerca de 13,5 por mil, com quedas expressivas em todo o interior. Bebês que antes morriam de diarreia e falta de assistência básica no berço do sertão hoje crescem com vacina, acompanhamento do SUS e perspectiva real de longevidade.

Essa reviravolta aparece escancarada no cotidiano: onde antes se via o animal esgotado no asfalto quente ou o caminhão pau-de-arara lotado de gente partindo em busca de sorte no Sul, hoje o interior do Nordeste pulsa com uma frota expressiva de motocicletas, carros populares nas garagens e polos comerciais vibrantes no Agreste e no Sertão.

Na geladeira da família nordestina, a escassez deu lugar à proteína diária garantida, ao leite e à autonomia de consumo gerada pelo emprego local e por programas de transferência de renda que transformaram a realidade da mesa.

Por fim, o velho mito de que o nordestino só serve para mão de obra barata ou alvo de piada preconceituosa também desabou. Com a chegada de campi universitários no interior e o acesso de jovens de escola pública ao ensino superior, o filho do trabalhador rural vira técnico, engenheiro e doutor sem precisar abandonar suas raízes. 

Quem insiste na piada do calango só conhece o Nordeste pelo retrovisor da ignorância e não aguenta ver o povo ocupando o seu espaço com dignidade.

​Os últimos 26 anos poderiam ter sido ainda melhores para o Brasil e para o Nordeste, mas o ranço de uma extrema-direita antinacional insiste em desprezar o próprio povo.

Viva o Nordeste digno. 

Viva Luiz Inácio Lula da Silva.



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segunda-feira, 21 de setembro de 2026

Por que o debate público ignora entregas históricas em troca do retrocesso?

 


Como é que pode, cidadã e cidadão, testemunhar o Brasil reencontrar o fio da meada com a valorização do salário mínimo, a retomada do Bolsa Família, o Pé-de-Meia, o Novo PAC e a reconstrução da saúde e da educação pública, e ainda ver o debate seduzido pelo vazio de quem nunca entregou nada além de retórica de confronto? 

Do lado de cá, está a trajetória de um líder popular e democrático que construiu sua história na negociação coletiva, na ampliação de direitos e na inclusão material dos mais pobres; do outro, o representante de uma linhagem de extrema-direita que flerta com o autoritarismo, cuja folhacorrida no parlamento é estéril para o Rio de Janeiro e nociva para o país, apostando no caos institucional enquanto o povo brasileiro colhe os frutos da reconstrução nacional.

A diferença entre Lula da Silva e tariflávio é abissal. 

Uma pequena amostra dos programas e meditas tomadas pelos governos petistas que beneficiaram a classe trabalhadora e os mais pobres do nosso país. 👇

1. Programas Sociais (Governos Lula e Dilma)

​Bolsa Família

​Minha Casa, Minha Vida

​Fome Zero

​Programa de Aquisição de Alimentos (PAA)

​Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE)

​Luz para Todos

​Programa Universidade para Todos (ProUni)

​Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) — reformulado/expandido

​Reuni (Expansão das Universidades Federais)

​Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia (Ifet / rede federal)

​Farmácia Popular

​Sistema Único de Saúde (SUS) — fortalecimento de redes específicas (SAMU, UPA 24h, rede Cegonha)

​PRONATEC (Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego)

​Ciência sem Fronteiras

​Programa Mais Médicos

​Minha Casa, Minha Vida - Entidades / Rural

​Bolsa Verde

​Programa Cisternas (Água para Todos)

​Água para Todos

​Minha Terra / Regularização Fundiária

​PRONAF (Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar)

​Carteira de Trabalho Digital / Valorização da Previdência Social

2. Medidas de Impacto Popular e Laboral (Governo Atual: 2023–2026)

- ​Política de valorização real do salário mínimo (ganho acima da inflação retomado por lei)

- ​Isenção do Imposto de Renda ampliada para faixa de até dois salários mínimos

- ​Retomada e reformulação do Bolsa Família com adicionais de R$ 50 a R$ 150 por gestantes, crianças e adolescentes

- ​Novo Minha Casa, Minha Vida (retomada de faixa 1 com subsídios maiores e foco em centros urbanos)

- ​Retomada do Farmácia Popular com gratuidade de medicamentos (anticoncepcionais, asma, diabetes, hipertensão e osteoporose/fraldas)

- ​Programa Pé-de-Meia (poupança de ensino médio para permanência de jovens de baixa renda)

- ​Retomada de obras inacabadas da saúde e educação (Pacto Nacional)

- ​Aumento da fiscalização de combate ao trabalho análogo à escravidão e fortalecimento da inspeção do trabalho

- ​Debate e avanço institucional sobre direitos laborais (proteção a entregadores/motoristas de aplicativo e enfrentamento de precarizações)

- ​Retomada do Consea (Conselho Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional) e combate à fome (saída do Mapa da Fome da ONU)

3 - o que o rachadinhas fez? Pelo menos para o povo do Rio de Janeiro?

A trajetória parlamentar e patrimonial do filho do ex-presidente moribundo, "metido a ditador", acumula episódios de forte contestação pública e investigações: do escândalo da rachadinha no gabinete da Alerj, simbolizado pelo faturamento atípico da loja de chocolates e o repasse de assessores; passando pela aquisição de uma mansão de milhões de reais em Brasília com financiamento atípico/vantajoso, até conexões e homenagens políticas a figuras investigadas ou ligadas a milícias e redes de contravenção e pistolagem no Rio de Janeiro, revelando um perfil cuja atuação legislativa e histórico pessoal contrastam de maneira abissal com qualquer entrega voltada à soberania popular ou ao bem-estar da classe trabalhadora.

O rachadinhas nem deveria estar candidato. Deveria estar preso.

É isso.



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O Brasil avança para quem trabalha, enquanto a oposição bate cabeça no retrocesso.

 


Olhar para quem mais precisa não é favor, é o básico. No governo de Lula, o rumo é esse: fortalecer o Bolsa Família, garantir atendimento no Mais Médicos e na Farmácia Popular, valorizar o salário mínimo de verdade e tirar o imposto de renda de quem ganha até cinco mil reais. É mexer no orçamento para botar o pobre e o trabalhador no centro, fazendo a roda da economia girar de baixo para cima.

Do outro lado, o que a gente vê é um grupo político que atua abertamente contra as melhorias e contra o povo. Enquanto o governo do Lula da Silva e a sociedade cobram e debatem avanços civilizatórios, como o fim da cruel escala 6x1, rechaçada por essa turma, as lideranças golpistas, fascistas e milicianas se esgrimam para travar direitos, votando contra alívios fiscais para quem menos tem. Articulam-se nos bastidores e até em peregrinações aos Estados Unidos em uma cruzada externa de desgaste e interferência contra os interesses soberanos do Brasil.

No fim das contas, a escolha fica nítida. 

De um lado, há um governo proativo que entrega direitos, reergue o poder de compra e defende o trabalhador; do outro, uma oposição engessada em briga política, alinhada a agendas de fora que torcem contra o país e contra o bem-estar da nossa gente. 

Política que presta é a que melhora a vida de quem está na ponta; o resto é só desgaste, rixa e atraso.

Menos rachadinhas, bananinha e chupetinha; mais Luiz Inácio Lula da Silva.



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terça-feira, 15 de setembro de 2026

Quem pode julgar Moraes?

 


Conflitos e suspeições no STF.

O julgamento sobre a abertura de investigação contra Alexandre de Moraes enfrenta um impasse de quórum devido a suspeições cruzadas. 

O próprio Moraes não vota no seu caso, e dias toffoli tende a se declarar suspeito por laços familiares com o grupo do Banco Master.

O ministro andré mendonça — relator das apurações que visam Moraes e alvo de acusações do colega — também é questionado, especialmente após vir à tona uma conversa de um lobista citando a compra de um terno para ele.

A lista de questionamentos atinge ainda o filho do ministro nunes marques (alvo de menções sobre repasses) e rodrigo fux (filho de luiz fux, por encontros sociais com o banqueiro vigarista vorcaro). 

Com isso, boa parte da Corte carrega algum nível de impedimento ou desgaste político-jurídico para definir o futuro do caso.

A nós, reles mortais, nos resta dizer em alto e bom tom: 👇

PUTA QUE O PARIU!



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segunda-feira, 14 de setembro de 2026

O caso de Santa Catarina e a escalada da violência política.


 

O que aconteceu em Santa Catarina — onde uma militante petista e advogada foi brutalmente espancada por policiais militares — é algo inadmissível, que desafia o bom senso. 

Só alguém muito fora de si ou de caráter muito baixo pode concordar com uma violência dessa natureza. As imagens são fortíssimas: derrubaram a mulher, dispararam balas de borracha e agrediram uma advogada de forma completamente injustificada. 

Não havia a menor necessidade disso.

Esse episódio lamentável coloca em foco a atuação da Polícia Militar de um modo geral, mas com uma gravidade ainda maior no caso de Santa Catarina. Tudo indica que o aparato de segurança do Estado foi instrumentalizado pelo próprio governador contra as liberdades políticas. Inclusive, circulam registros e declarações que revelam uma postura facciosa, como se houvesse orientação de ignorar ocorrências em eventos de apoiadores das lideranças golpistas, fascistas e milicianas, enquanto manifestações ou festas de petistas seriam alvo de repressão violenta — com a ordem explícita de "arrebentar".

Essa postura faz lembrar tragédias passadas, como o assassinato brutal de um aniversariante cuja festa tinha como tema o presidente Lula. 

É profundamente triste constatar a reação de setores da extrema direita nos comentários da internet — muitos deles autoproclamados defensores da família, da moral e dos bons costumes —, que aparecem aplaudindo a violência e fazendo chacota com a agressão.

As declarações atribuídas ao governador Jorginho Mello, que chegou a insinuar que petistas "estão no lugar errado", demonstram uma grave distorção do papel institucional que ele deveria ocupar. Um gestor público que incentiva ou normaliza esse tipo de perseguição perde as condições éticas e políticas para exercer o cargo.

Diante disso, é urgente que o Ministério Público atue com rigor para apurar rigorosamente os fatos e punir não apenas os policiais executores, mas também os mandantes e eventuais responsabilidades políticas no comando do Estado. 

O discurso de ódio e a violência institucional em torno desse caso não podem, sob hipótese alguma, passar impune.



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sexta-feira, 11 de setembro de 2026

O que virá amanhã?

 


Vestindo a capa da Mãe Diná e olhando para o caldeirão de Brasília com essa pressão toda que a opinião pública colocou em cima do fachin, resultando no ungido de michelle, andré mendonça, disponibilizar em 24 horas o resto dos autos do Caso Master, acredito que amanhã virão "chumbo grosso" contra muita gente.

O que está trancado naquelas gavetas, de conhecimento exclusivo do ministro terrivelmente farsante, não é pouca coisa. Na minha bola de cristal, vejo três grandes "surpresas" prestes a saltar desse pacote que ainda continua sob o tapete: 👇

1 - ​Os recibos e extratos do filme sobre o "metido a ditador". Pode sair daí a rota exata do dinheiro, nomes de laranjas, offshores e empresas de fachada que serviram de ponte para os repasses milionários. Áudios e transcrições de mensagens, prints de conversas diretas detalhando quais contrapartidas políticas foram prometidas em troca da grana do banco.

2. ​Não é só a oposição que está na mira da penumbra. Os documentos que o mendonça tentou segurar mais um pouco também guardam menções indigestas para nomes de outros espectros políticos. Figuras influentes vão aparecer, democratas e golpistas misturados no mesmo caldeirão.

3. Virão detalhes do que a Polícia Federal esmiuçou sobre salas comerciais divididas em Brasília por gente ligada a vircaro, notas emitidas por escritórios "de" políticos e autoridades para empresas do grupo do Banco Master.

A minha visão diz que há planilhas de contabilidade paralela mostrando que a relação com o "careca" e com o esquema do banco não era pontual, mas uma engrenagem contínua de prestação de serviços de fachada. E também, certamente, será escancarado o uso do dinheiro público, via emendas SECRETAS, para o filme.

Na "leitura do tarô" jurídica, o que virá amanhã vai obrigar muita gente a mudar a narrativa de defesa do rachadinhas, bananinha, chupetinha, entre outros, da noite para o dia.

O clima em Brasília vai ferver de vez com todo mundo tendo acesso ao "HD do Master" completo!

E é certo: tem gente que não vai conseguir dormir hoje. 😴



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"Nada há escondido que não venha a ser revelado" (Lucas 8:17)

 

O ungido de michelle, se bom cristão for, sabe que a verdade aparece. Que tudo feito em segredo ou escondido das pessoas acaba por ser descoberto com o tempo. Que a justiça divina traz todas as coisas ocultas para a luz, seja para correção, cura ou julgamento. 

Hoje, com a derrubada de parte do sigilo das investigações, foram reveladas novas evidências sobre a proximidade entre o senador rachadinhas e o ex-banqueiro daniel vorcaro, dono do Banco Master. Entre essas evidências, há registros de mais encontros presenciais e mensagens de cobrança direta referentes aos aportes milionários destinados ao filme. 

Uma BOMBA: tariflávio não apenas mantinha contato estreito com o empresário, mas também buscava assegurar o fluxo de recursos externos. 

As novas revelações apontam também coincidências administrativas com empresas ligadas à famílicia nos mesmos endereços de empresas do operador financeiro conhecido como o "careca do INSS".

O tempo todo o rachadinhas apontando o dedo para o Lulinha como cúmplice desse tal "careca", no entanto, é ele que tem empresa no mesmo endereço do ladrão dos velhinhos.

Com a decisão do atual presidente do STF, fachin, amanhã toda a documentação, provas, arquivos e material referentes aos dois processos, Banco Master e INSS, serão disponibilizados para imprensa e sociedade.

Amanhã iremos saber "os crimes cometidos por Lulinha, os quais andré mendonça tentou esconder". 😏

A verdade, mendonça, NÃO PODE SER ESCONDIDA.



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quarta-feira, 9 de setembro de 2026

O ungido de michelle. 😏

 


É irônico assistir ao ministro andré mendonça,  o terrivelmente farsante, empunhar a espada da moralidade no STF com a delicadeza de um elefante em uma loja de cristais. 

Enquanto o magistrado atua com fervor seletivo para blindar aliados e desferir golpes contra desafetos, esquece convenientemente que o telhado de vidro da República é coletivo. 

Nos surpreende o silêncio ensurdecedor sobre os repasses financeiros que rondam os filhos de medalhões da Corte, como os herdeiros de luiz fux e nunes marques nas tramas ligadas ao empresário daniel vorcaro, além de outras figuras ilustres convenientemente esquecidas pelo radar da nova "justiça divina".

A regra do "ungido" é: esqueçam de investigar o ibaneis rocha e o cláudio castro; foquem no Lulinha. 

E assim, o roteiro dessa novela jurídica segue com participações ilustres e criativa amnésia institucional. 

O rachadinhas, por exemplo, desfila plácido sob o manto da imunidade informal com seus milhões sob suspeita; do defensor da pátria, chupetinha, são esquecidos os voos no jatinho do bilionário banqueiro vigarista. Afinal, quem nunca emprestou um "bimotor" para dar uma força ao irmãozinho, não é mesmo?

Para o ministro mendonça, o problema nunca foi a corrupção, e sim garantir que o altar da sua jurisdição sirva apenas aos fiéis do próprio credo político. ​

No fim das contas, o projeto de transformar o Supremo Tribunal Federal na filial de uma teocracia partidarizada vai de vento em popa, desde que os pecados dos amigos fiquem devidamente ocultos sob o tapete da toga. 

Resta saber se, com tantas "bênçãos" direcionadas e desvios ignorados, o "ungido" conseguirá convencer o país de que a sua balança não tem pesos, medidas... nem balcão de negócios.



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Patriotários e o perpermanente risco à democracia.

 


Por que a extrema-direita brasileira, a pior extrema-direita do mundo, é Inimiga da pátria?

Desde 2018, o feriado de 7 de setembro transformou-se em uma data de constante vigilância e apreensão pela democracia brasileira. A extrema-direita local, liderada por figuras como chupetinha, bananinha e rachadinhas, impõe à nação uma dinâmica de permanente ameaça institucional. 

Enquanto movimentos nacionalistas de outros países ao menos preservam um discurso de soberania em momentos de crise, o espectro radical brasileiro revela-se profundamente entreguista. 

Isso ficou evidente mais uma vez na Avenida Paulista, ontem, onde manifestantes exibiram bonecos de diabo-louro,  o presidente pedófilo americano, repetindo o vício de cultuar símbolos estrangeiros — assim como fizeram no ano passado com bandeiras gigantes dos Estados Unidos.

A retórica patriótica desse grupo não passa de uma farsa. Ao contrário do que apregoam, o comportamento político da extrema-direita brasileira demonstra um completo desrespeito pelos interesses nacionais, agindo frequentemente contra o desenvolvimento soberano do país. 

Engana-se quem pensa que esse projeto atrai apenas a elite escravocrata; ele captura também cidadãos de baixa renda que, iludidos por discursos inflamados, acabam por apoiar forças que sabotam o próprio bem-estar social. 

O Brasil estaria em um patamar civilizatório e econômico infinitamente superior se não fosse a atuação sistemática desses grupos, que rejeitam o pacto republicano em prol de agendas divisionistas.

O modus operandi dessa corrente política global, com reflexos visíveis em nações como Argentina, Estados Unidos e Chile, baseia-se na fabricação contínua de crises. Lideranças extremistas alimentam-se da desordem institucional porque são incapazes de administrar a normalidade democrática; para elas, o caos e a barbárie não são efeitos colaterais, mas sim o método exclusivo de governança. 

Sem o conflito permanente e a polarização tóxica, esse modelo político perde a razão de existir, pois prospera unicamente sobre os escombros da paz social e da coesão nacional.

Diante desse cenário, a defesa da democracia brasileira exige lucidez e firmeza implacáveis da sociedade civil e das instituições. Desmascarar o falso patriotismo da extrema-direita brasileira é o primeiro passo para neutralizar sua capacidade de subversão e proteger o futuro do país contra tentativas golpistas. 

O Brasil precisa reencontrar o caminho da estabilidade e do desenvolvimento soberano, o que só será plenamente possível quando o caos deixar de ser instrumentalizado como ferramenta de poder político.



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Os canalhas, quando pegos, sempre usam o nome de Deus.

 


Quando figuras públicas e agressores são pegos em flagrante ou acuados por seus próprios erros, a estratégia é quase sempre a mesma: abandonam os argumentos racionais e correm para o altar. É o momento em que a máscara cai, a valentia some e o disfarce da piedade entra em cena como última cartada de sobrevivência.

Vemos isso em episódios variados, desde autoridades como o ministro andré mendonça, que, diante de questionamentos sobre seus atos, apela rapidamente para pedidos de oração; até casos de agressão e preconceito — como o do rapaz que atacou um ator da "grobu" e, após a repercussão negativa, tentou se esconder atrás da pecha de cristão perseguido. 

A tática é sempre posar de "santo na terra" para tentar escapar da cobrança social e da justiça.

Na política institucional, essa instrumentalização virou rotina, especialmente na extrema direita. Lideranças golpistas como chupetinha e michelle  transformaram o nome de Deus em um verdadeiro escudo marqueteiro e ferramenta de proteção política, criando uma narrativa de que qualquer crítica a seus erros seria um ataque à própria fé.

No fim das contas, usar o sagrado para se esquivar de responsabilidades é uma ofensa ao bom senso e à própria religião. 

A verdadeira honestidade não precisa de holofotes divinos para se sustentar; o que busca o manto sagrado como proteção só está tentando esconder seus atos imorais, ilegais e criminosos diante da justiça dos homens.

CANALHAS(!), deixem o Espírito Santo fora de suas artimanhas e sacanagens!!



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domingo, 6 de setembro de 2026

A casa-grande não engole o povo. O pl - Partido de LADRÕES e a farsa da inclusão.

 


A cena da suplente de vereadora escanteada e tratada com desprezo dentro do PL — partido da extrema-direita brasileira — é o retrato mais fiel do que essa legenda de golpistas, fascistas e milicianos representa. Enquanto usam rostos diversos como fachada para conseguir votos durante as campanhas, nos bastidores o que impera é a velha dinâmica excludente dos "machos-alfa" brancos e afortunados, que olham com nojo para quem não pertence à sua bolha de privilégios. Não há espaço real para pretos, pobres ou periféricos em um projeto político que alimenta o preconceito e serve apenas aos interesses de uma elite arcaica e colonizada.

​O que mais causa indignação, no entanto, é ver parte das próprias minorias marchando de mãos dadas com quem os despreza e ativamente trabalha para mantê-los subjugados.

É de uma cegueira profunda abraçar figuras como a familícia e sua corja, que destilam ódio contra tudo o que foge ao padrão da casa-grande — seja o pobre, o preto, o trabalhador, o petista ou qualquer um que ouse desafiar a ordem deles.

A turma do rachadinhas, bananinha e chupetinha prova o tempo todo que nos odeia; seja por meio de projetos, discursos, propostas ou entrevistas, estão sempre contra as minorias, deixando claro que esse espaço não é nosso e nos tratando como escória nos corredores do poder enquanto exigem submissão cega.

Será que não chegou a hora de dar um BASTA(!) ✋️, pobre de extrema-direita?​

Reconhecer que NÃO cabemos nesse meio e que nenhum discursinho moralista vai esconder a verdadeira face desse partido?
Continuar batendo palmas para essa gente é assinar o próprio atestado de irrelevância e compactuar com a nossa própria opressão. Nós somos a imensa maioria deste país, e a nossa dignidade vale muito mais do que ser usada como degrau por quem nos enxerga apenas com desprezo.
Por fim, vale um bom "bem feito!".
Nós avisamos.




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sábado, 5 de setembro de 2026

O messiânico andré mendonça.

 


O messias de toga finalmente desceu ao Supremo Tribunal Federal para nos salvar de nós mesmos, vestindo a túnica imaculada do paladino da justiça e da moral. Nele, a figura de andré mendonça atinge o sublime patamar da divindade jurídica: o enviado do "metido a ditador", o escolhido "terrivelmente evangélico" que encarna a pureza absoluta em meio à lama da República. 

É quase possível vê-lo caminhando sobre as águas do Lago Paranoá, operando milagres de retidão, enquanto a corte profana treme diante de tanta integridade, honestidade, moral e santidade institucional.

Mas, como todo bom milagre moderno, a fé exige desapego, especialmente das cifras, o nosso salvador da pátria, que brilha com a luz da probidade, viu-se subitamente abençoado por uma modesta colheita de 54 contratos sem licitação firmados com a administração pública, somando a bagatela de mais de R$ 10 milhões em um instituto de ensino do qual fazia parte. 

Coisas da Providência Divina, decerto. 

Afinal, quando se é um ser superior acima de qualquer suspeita, os milhões caem na conta quase por obra e graça do Espírito Santo, sem que o humilde ministro precise sujar as mãos com meros detalhes burocráticos.

Diante do alvoroço mundano causado pela revelação da imprensa, o divino mestre optou pela via da humildade franciscana: retirou-se da sociedade do instituto para dedicar-se, agora, apenas ao apostolado das aulas. Nada de contratos milionários para o santo homem, que prefere a pobreza acadêmica após ver seus milhões expostos à luz do dia. 

Resta-nos, reles mortais pecadores, aplaudir de joelhos essa alma cândida que, mesmo com os bolsos cheios e o passado extremista de direita abençoado, continua fingindo ser o farol da ética que veio expurgar os pecados do Brasil.

O novo messias da extrema-direita vai precisar de um milagre para salvar a própria biografia.



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A justiça desse país deve um pedido de desculpas ao Fábio Lula da Silva.

 


​A trajetória recente de Fábio Lula da Silva, frequentemente alvo de investigações e acusações midiáticas que não se sustentaram ao longo do tempo, evidencia um cenário de desgaste político e exposição desproporcional. Para muitos, o encerramento dessas apurações sem condenações efetivas deixa evidente que o rigor excessivo e a espetacularização ultrapassaram os limites da legalidade, ferindo direitos fundamentais e a presunção de inocência.

​Nesse contexto, defensores de uma Justiça mais imparcial apontam que o mínimo esperado seria um reconhecimento público dos abusos cometidos e das consequências pessoais e profissionais geradas por esse processo. Restabelecer a normalidade institucional e o respeito às garantias constitucionais exige não apenas o fim de perseguições políticas, mas também um mea-culpa formal que repare, ao menos em parte, os danos causados.

Faz tempo que avisamos que nada encontrariam contra o Lulinha. 👇

http://emiltonx.blogspot.com/2026/03/abriram-caixa-preta-do-lulinha-e-o-que.html?m=1

http://emiltonx.blogspot.com/2026/02/as-proximas-72-horas.html?m=1

http://emiltonx.blogspot.com/2026/01/em-ano-de-eleicao-as-fazendas-e-o-gado.html?m=1


Chega de perseguição!




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