domingo, 11 de outubro de 2026

O compromisso do povo evangélico com a democracia e contra o fascismo.

 


A narrativa recorrente de que o governo Lula da Silva fecharia igrejas ou restringiria a liberdade de culto não possui respaldo na realidade nem no histórico do país. 

Na prática, foi durante a própria gestão do presidente Lula da Silva que a autonomia das organizações religiosas foi consolidada no Código Civil, além da sanção de leis federais que oficializaram o Dia Nacional do Evangélico e o Dia Nacional da Marcha para Jesus.

Diante da propagação de desinformação no ambiente religioso, com narrativas enganosas por parte de certas lideranças da própria igreja, setores da sociedade e movimentos de evangélicos progressistas defendem a importância de ir às ruas para reafirmar a verdade e a garantia constitucional da liberdade de crença. 

A presença de fiéis cujas igrejas seguem abertas e atuantes funciona como um contraponto direto aos boatos, unindo a fé ao compromisso com a transparência e a ordem democrática.

Essa mobilização ganha ainda mais força ao se conectar a outros segmentos da sociedade civil, como estudantes universitários e coletivos populares, que marcham juntos em defesa do Estado democrático de direito. 

Ao se encontrarem no espaço público de forma pacífica, esses diversos grupos reafirmam o pluralismo, o respeito mútuo e a rejeição ao extremismo, lembrando a todos que a verdade e a justiça devem prevalecer sobre a manipulação política.

Fica, portanto, o convite: você, evangélico, cuja igreja não foi fechada, vá às ruas defender a democracia e combater o fascismo e a mentira!

Escuta, crente! A verdade nos libertará.



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