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quinta-feira, 18 de dezembro de 2014

Esse “bolivariano” Obama!



Qual será o discurso de fhc e sua turma, os coxinhas, sobre essa tão bombardeada aproximação do governo brasileiro com Cuba, depois da iniciativa do governo americano em rever o embargo com a ilha de Fidel, abrindo embaixada e autorizando a abertura de empresas de telecomunicação no país caribenho? Como os direitistas vão suportar essa iniciativa do bolivariano Barak Obama?


Essa aproximação dos EUA e Cuba vai fazer com que Miami se encha de cubanos pobres, passando férias?  Que horror! 

Será que os americanos ricos irão passar férias em Cuba?

Os brasileiros ricos, que odeiam o Bolsa Família, as Cotas, o Minha Casa Minha Vida e a Transposição do São Francisco, não irão visitar Cuba. Seria um contrasenso! 

O coxinha foi às ruas num protesto em São Paulo, com uma faixa onde se lia: VAI PRA CUBA!  E de repente se vê impulsionado  a passar férias na Ilha que tanto foi alvo de suas críticas.

Coxinhas brasileiros sempre aprovam o que os americanos de Miami fazem. O que está na moda é sempre o que os riquinhos de Miami curtem.

É o fim!

Não poderia haver castigo maior.


E o porto de Mariel? Com que cara vai ficar o merval! E o sarderberg, o jabor [coitado!]. A catanheda e sherasade!

Esse pessoal criticou tanto o governo brasileiro por ter construído o porto de Mariel, em Cuba. Mesmo tendo sido construído nas condições que foi, com empresas brasileiras e mão de obra brasileira. Mesmo assim, os “formadores de opinião” da mídia conservadora desceram o pau em Lula e em Dilma.

Agora vem o bolivariano Barak Obama e joga um balde de água fria nos “calunistas” da rede bobo.

Mais uma vez, os pseudos jornalistas da grande imprensa (nem tão grande assim...) estão sendo renegados à sua insignificância! 

Não tenho nada com isso,  nem vem falar. Eu não consigo entender sua lógica” 


Viva, Fidel! Viva, Cuba!


Viva, Dilma! Viva, Lula!

Eu vou pra Cuba!

segunda-feira, 14 de julho de 2014

A César o que é de César: Dilma e Lula são os principais responsáveis pelo sucesso da Copa das Copas!



A imprensa nativa é mais manipuladora do que se imagina. De repente, os principais responsáveis pela vinda e extraordinária administração da Copa das Copas, não podem ser apontados como tal, porque a mídia brasileira consegue transformar o resultado excelente, obtido com a Copa do Mundo, em algo negativo para o governo Dilma Rousseff.

Dilma e Lula foram, sim(!), os principais responsáveis pelo sucesso do evento. 

Lula trouxe a Copa para o Brasil. Acreditou desde o início que seria possível realizarmos um evento dessa magnitude e colocar o país no centro do mundo. 

Dilma, por sua vez, colocou a Copa na pauta das ações do governo. Mesmo levando bordoadas e xingamentos, ela abraçou essa maravilhosa ideia, que deu frutos ainda inimagináveis.

Impossível mensurar o bem que a Copa das Copas fez ao Brasil. Só o tempo poderá nos mostrar os frutos dessa que foi a maior jogada institucional de um governo brasileiro. Não se tem na história desse país, nada parecido. 

Agora que chegou o momento de colher os frutos dessa grande iniciativa, Lula e Dilma tem que se esquivar do que fizeram? Nada disso!

Quem trouxe a Copa para o Brasil? Foi o fhc? O aécio? A globo? A veja? 

Nãooooooooooooo.    

Quem administrou as obras? Quem modernizou os aeroportos? Quem construiu os acessos para os Estádios? Foi o merval? A catanhede? O ronaldo ou o galvão?

Foram Dilma e Lula, os culpados! Foram eles que “deram a cara a tapa”. Que não se negaram ou temeram as críticas dos Corvos Midiáticos. Foram eles que receberam as piores agressões já vistas a um estadista. Tudo por acreditar que poderíamos realizar a Melhor de Todas as Copas do Mundo.

Portanto, parabéns aos dois!

Esse país precisa reconhecer quem foram os dois principais responsáveis pelo sucesso da Copa do Mundo.

Não existisse o governo Lula, não existiria a Copa no Brasil. Não existisse o governo Dilma, não existiria a Copas das Copas.

Obrigado Lula! Obrigado Dilma!

E que venha as Olimpíadas.   

quinta-feira, 13 de março de 2014

Felisbelo da Silva, um brasileiro que deveria estar na ABL.



Sergipano de 81 anos e autor de mais de 800 livros, Felisbelo da Silva, ou como é conhecido pelos mais próximos, Belo, tem um sonho de entrar para a Academia Brasileira de Letras (ABL).

Toda vez que morre um imortal, lá está o Belo, entregando à ABL sua candidatura. Desde a primeira, já foram mais de dez, recusadas pela ABL.

Na última tentativa, perdeu o prazo da inscrição e só lhe restou esperar por uma nova oportunidade. "Agora, vou ter de esperar outro imortal morrer".

Belo escreveu mais livros que todas as obras dos imortais que estão na ABL atualmente. Ou quase todos.

Merval Pereira escreveu três livros, José Sarney escreveu vinte e três e FHC escreveu dez ou doze livros. Todos os três estão na Academia e Belo não.

Você pode me perguntar: emilton, você chegou a ler algum desses livros do Belo?
Eu diria a você: não!
Mas também não li merval, sarney ou fhc.
Você, por acaso, já leu algum livro desses três "imortais"?

O escritor Felisbelo tem suas obras espalhadas pelas editoras Nobel, Salesiana, Oren, Luzeiro e Ibrex, à disposição de quem queira avaliar sua obra e ajudá-lo na campanha 👇 

Eu escolho Belo para ABL”.  

Alguns dos seus títulos:


Natural de Propriá-SE, Belo se autointitula advogado, escritor, prosador, pensador, compositor e poeta. De suas obras, a maioria são poemas. 

Em matéria no Estadão e na Isto É, soltou algumas de suas reflexões:

"A poesia é o que mexe com a minha alma. E na prosa eu tento ser empolgante, misturar vários assuntos".
"Esse Paulo Coelho aí que me venceu só tem uns 12 livros. Além disso, ninguém nunca me disse que o que eu escrevo é ruim”.

"... pior é esse tal de Drummond, que escreve uma poesia sobre uma pedra e é chamado de maior poeta do Brasil. É poesia estúpida, não moderna."

Se a ABL não tivesse se transformado em uma entidade política, provavelmente, Felisbelo da Silva já estaria condecorado como Imortal da Academia Brasileira de Letras.

Eu creio que sim!

segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

Um monte de nada!


Nos últimos anos, vários “formadores de opinião” da Grande Imprensa, publicaram livros. 

Admirados por setores da sociedade brasileira, esses exemplares da “literatura debochada” obtiveram êxito nas vendas. Muitos deles figuraram entre os dez mais vendidos da semana, segundo levantamento realizado pela Veja.

Só isso já é razão para desconfiar de todo esse "sucesso literário"!

Há quem justifique a boa vendagem desses títulos, pela “mãozinha” que os admiradores desses “literários”, geralmente afortunados, dão a eles. 

Dizem que membros da elite, que compartilham com o mesmo pensamento doentio e preconceituoso desses “colunistas”, adquirem esses volumes em grande quantidade, com o intuito de dar visibilidade as ideias contidas nesses almanaques.

Geralmente o conteúdo desses livros são resumos de textos divulgados diuturnamente, nos blogs dos autores.

Se por um lado eles alcançam a quantidade de vendas determinada pelas editoras, por outro renega a zero o principal objetivo de um livro, que é servir ao leitor de alguma forma. 

Esses títulos, pelo que parece, servirão para nivelar os pés de um móvel qualquer.

Todo livro traz em si a essência do autor. Ainda que ele escreva uma ficção, haverá na obra um pouco de sua áurea e de sua história. Percebe-se muito do autor por meio de seus escritos. Sua capacidade de criar história, de relatar fatos, de prender o leitor em suas páginas, é um dom, que infelizmente, nem todos tem.

Há mais de vinte anos li o “Velho e o mar”. Fiquei maravilhado com a forma em que Ernest Hemingway abordou assuntos como o preconceito, perseverança e a solidão que aflige todo homem. O livro marcou tanto que lembro até hoje da história e o tenho indicado aos meus amigos, desde então.

Em “A Carícias Essencial”, de Roberto Shinyanhiki, ele começa logo na introdução do livro dizendo: Chega de viver entre o medo e raiva! Se não aprendermos a viver de outro modo, poderemos acabar com nossa espécie. Uma visão extraordinária de como mudar de comportamento e paradigmas.

Quando James Hunter, no “Monge e o Executivo”, conseguiu extrair o sentido principal do livro numa única palavra, ele conseguiu dar um recado a todos seus leitores. Quando uma personagem lhe perguntou: o que é mais importante numa boa relação? E o monge respondeu: Confiança.  

Um livro só alcança seu objetivo se ele marcar, de alguma forma, o leitor.

Não li nenhum dos livros  escritos pelos “pensadores” da imprensa brasileira. Pincei comentários aqui e ali, folheei alguns, li frases soltas, apenas. Mas o que lá está escrito são somente inveja, ódio e perseguição.

Toda essa literatura de botequim, postados na arte, logo acima, traduz o ódio de classe. 

Comprova  o desapontamento de setores da burguesia brasileira, com a iniciativa de um presidente da república que ousou governar o Brasil de forma diferente. Essa insistência em governar a partir dos mais pobres foi o que levou “colunistas” a destilar seus venenos contra um brasileiro chamado Luís Inácio Lula da Silva.

É o ódio ao Lula, que está visivelmente ou escondido entre linhas, que levaram a produção, comercialização e propagação dessas “obras primas”.

O conteúdo desses livros, representa a perseguição que seus autores fazem todos os dias ao Lula da Silva e a tudo que estiver relacionado a ele, ainda que indiretamente.

Livros sem a essência do autor de nada valem. Nada fica! Seu conteúdo desaparece em pouco tempo. É na verdade um monte de nada!

A esses “escritores” cabe uma reflexão: não é comum que vários representantes da imprensa se revezem em ofender, caluniar e difamar um mesmo personagem. Isso é hipocrisia e falta de talento.

Sugeria aos mesmos mais cautela e discernimento. Afinal, existe uma linha tênue entre Ficção, Fixação e Perseguição. Esse ódio pode leva-los a loucura.

Talvez quem sabe uma seção de análise possa resolver esse problema que aflige os incautos “escritores” da mídia. 

Esses pobres homens!


segunda-feira, 23 de setembro de 2013

A verdade, aos poucos, está vindo à tona.



Em 14 de novembro de 2012, publiquei essa imagem no meu perfil do facebook. 

Recebi várias mensagens de desagravo. Muitas delas impublicáveis.  

Era uma das fases do julgamento do “mensalão” mais alarmista, no que diz respeito as várias matérias da mídia, contra a "postura do Ministro Ricardo Lewandowski".

Insistindo em “remar contra a maré”,  Lewandowski, foi durante muitos dias, a única voz "destoante" no STF.

A imprensa se deleitava em puni-lo através de seus “formadores de opinião”.

Nas redes sociais, enquanto alguns, influenciados pelos mervais, doras e jabores, inflamavam as discussões contra os pronunciamentos do Lewandowski, outros se sentiam representados por esse homem de caráter e conhecimento jurídico invejável. 

Eu me sentir orgulhoso de ser brasileiro ao ver a postura do Lewandowski. 

Pois bem!

Essa semana, a classe jurídica e também os não jurídicos (como eu) se surpreenderam com a entrevista de um dos mais aclamados jurista brasileiro, à Folha de São Paulo. 

Embora não tenha tido o alcance de publicidade que merecia, a matéria caiu como uma bomba na sociedade política, acadêmica e midiática.

A entrevista do jurista Ives Gandra, não é importante apenas pelo conhecimento jurídico que ele possui, mas, também por ele não ter vínculos com o PT. Uma opinião vinda, "do lado de lá", tem um valor muito mais evidente.

Há quem esteja criticando a demora do posicionamento de Ives Gandra. Mas a verdade é bem-vinda em qualquer momento. 

A verdade nunca é tardia.

Tem quem diga, também, que Ives Gandra, teve medo de se expor contra a decisão política do STF, em que, por vezes, colocou o mais sereno dos Ministros em situação vexatória. 

Isso, sim, é covardia!

Nenhum homem, entendedor da matéria, poderia se calar diante do lixamento público, que passou o Lewandowski.

Nesse momento eu me pergunto: se eu, que não tenho conhecimento jurídico nenhum, defendi o Lewandowiski das artimanhas midiáticas, acreditei que ele era o mais capacitado entre os demais ministros e que, portanto, merecia todo respeito por elevar o nome do STF, então por que os homens públicos de grande conhecimento jurídico, se calaram?

Segue a entrevista do jurista  à Folha, que eu reproduzo com muita alegria e chamo atenção para o que diz o renomado jurista sobre o Ministro Lewandowski.

Como o senhor vê a atuação do ministro Ricardo Lewandowski, relator do caso?

"Ele ficou exatamente no direito e foi sacrificado por isso na população. Mas foi mantendo a postura, com tranquilidade e integridade. Na comunidade jurídica, continua bem-visto, como um homem com a coragem de ter enfrentado tudo sozinho".

"Ficou no direito e foi sacrificado"

Isso eu já sabia desde antes de 14/11/2012. Como é bom fazer a coisa certa! A sensação do dever cumprido é algo que só quem sabe é quem se dá o direito de sentir.
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Folha - O senhor já falou que o julgamento teve um lado bom e um lado ruim. Vamos começar pelo primeiro.

Ives Gandra Martins - O povo tem um desconforto enorme. Acha que todos os políticos são corruptos e a impunidade reina em todas as esferas de governo. O mensalão como que abriu uma janela em um ambiente fechado para entrar o ar novo, em um novo país em que haveria a punição dos que praticam crimes. Esse é o lado indiscutivelmente positivo. Do ponto de vista jurídico, eu não aceito a teoria do domínio do fato.

Por quê?

Com ela, eu passo a trabalhar com indícios e presunções. Eu não busco a verdade material. Você tem pessoas que trabalham com você. Uma delas comete um crime e o atribui a você. E você não sabe de nada. Não há nenhuma prova senão o depoimento dela -e basta um só depoimento. Como você é a chefe dela, pela teoria do domínio do fato, está condenada, você deveria saber. Todos os executivos brasileiros correm agora esse risco. É uma insegurança jurídica monumental. Como um velho advogado, com 56 anos de advocacia, isso me preocupa. A teoria que sempre prevaleceu no Supremo foi a do "in dubio pro reo" [a dúvida favorece o réu].

Houve uma mudança nesse julgamento?

O domínio do fato é novidade absoluta no Supremo. Nunca houve essa teoria. Foi inventada, tiraram de um autor alemão, mas também na Alemanha ela não é aplicada. E foi com base nela que condenaram José Dirceu como chefe de quadrilha [do mensalão]. Aliás, pela teoria do domínio do fato, o maior beneficiário era o presidente Lula, o que vale dizer que se trouxe a teoria pela metade.

O domínio do fato e o "in dubio pro reo" são excludentes?

Não há possibilidade de convivência. Se eu tiver a prova material do crime, eu não preciso da teoria do domínio do fato [para condenar].

E no caso do mensalão?

Eu li todo o processo sobre o José Dirceu, ele me mandou. Nós nos conhecemos desde os tempos em que debatíamos no programa do Ferreira Netto na TV [na década de 1980]. Eu me dou bem com o Zé, apesar de termos divergido sempre e muito. Não há provas contra ele. Nos embargos infringentes, o Dirceu dificilmente vai ser condenado pelo crime de quadrilha.

O "in dubio pro reo" não serviu historicamente para justificar a impunidade?

Facilita a impunidade se você não conseguir provar, indiscutivelmente. O Ministério Público e a polícia têm que ter solidez na acusação. É mais difícil. Mas eles têm instrumentos para isso. Agora, num regime democrático, evita muitas injustiças diante do poder. A Constituição assegura a ampla defesa -ampla é adjetivo de uma densidade impressionante. Todos pensam que o processo penal é a defesa da sociedade. Não. Ele objetiva fundamentalmente a defesa do acusado.

E a sociedade?

A sociedade já está se defendendo tendo todo o seu aparelho para condenar. O que nós temos que ter no processo democrático é o direito do acusado de se defender. Ou a sociedade faria justiça pelas próprias mãos.