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quarta-feira, 23 de setembro de 2026

"O Brasil não cabe no quintal de nenhum país".


O discurso do Lula da Silva na ONU foi o mais aplaudido de ontem, com moral, estatura e repercussão no mundo todo. 

Mas a corvada da extrema-direita e parte da imprensa golpista, fascista, miliciana e "vorcariana" tentam desvirtuar o óbvio. Não é análise o que eles fazem. É desespero de ver o país grandão num palco que esse grupelho da extrema-direita só enxerga pela TV.

Inveja, ignorância ou maldade? 

É, na verdade, um pacote completo, cujo objetivo é manipular os alienados pobres de extrema-direita. 

Onde o planeta vê soberania e peso geopolítico, o jornalismo-canalha de plantão tenta procurar o impossível. Torcer a realidade virou esporte corporativo para boi dormir e gado aplaudir nas redes.

O tal "jornalismo-canalha" tá feio demais, insustentável. Perdeu o pudor, trocou a apuração pelo ranço ideológico e virou "puxadinho" das lideranças golpistas. 

Querem nanismo político porque o tamanho do Brasil dá vertigem neles.

O mundo real tá rodando e o Brasil ocupou a cadeira principal. 

O tempo dos submissos acabou: ou a patota aceita que o país é protagonista global, ou vai continuar gritando sozinho para a parede do próprio retrocesso.




É isso!

terça-feira, 22 de setembro de 2026

"Já caçou calango hoje pra comer, macaco nordestino petista?"

 


Esse foi o comentário de um eleitor de figuras carimbadas da política do ódio, como o rachadinhas, bananinha e  o chupetinha, inconformado com verdades ditas.

Quem repete a balela de que o nordestino vive de caçar calango e passar fome na seca parou no tempo ou prefere fechar os olhos para a maior transformação social que o interior desta região já viu.

Essa "revolução silenciosa" ocorrida no Brasil, com impacto profundo no Nordeste, foi impulsionada por políticas de inclusão estrutural de governos progressistas (três mandatos de Lula e dois de Dilma Rousseff).

Nos anos 90, o cenário do sertão e do agreste era o da carestia estrutural: o isolamento geográfico forçava o êxodo em massa em paus-de-arara, e a sobrevivência dependia de uma resiliência extrema contra a seca, sem amparo público duradouro. O que mudou desde então não é "maquiagem política", mas resultado de redistribuição de renda, valorização real do salário mínimo e políticas que tiraram o Nordeste da penúria crônica.

Os números da saúde pública desmentem qualquer saudosismo macabro. No início dos anos 2000, estados como Piauí, Maranhão e Alagoas registravam taxas de mortalidade infantil alarmantes, superando 40 óbitos por mil nascidos vivos, empurradas pela desnutrição e pela carência da rede básica. Hoje, a média regional despencou para cerca de 13,5 por mil, com quedas expressivas em todo o interior. Bebês que antes morriam de diarreia e falta de assistência básica no berço do sertão hoje crescem com vacina, acompanhamento do SUS e perspectiva real de longevidade.

Essa reviravolta aparece escancarada no cotidiano: onde antes se via o animal esgotado no asfalto quente ou o caminhão pau-de-arara lotado de gente partindo em busca de sorte no Sul, hoje o interior do Nordeste pulsa com uma frota expressiva de motocicletas, carros populares nas garagens e polos comerciais vibrantes no Agreste e no Sertão.

Na geladeira da família nordestina, a escassez deu lugar à proteína diária garantida, ao leite e à autonomia de consumo gerada pelo emprego local e por programas de transferência de renda que transformaram a realidade da mesa.

Por fim, o velho mito de que o nordestino só serve para mão de obra barata ou alvo de piada preconceituosa também desabou. Com a chegada de campi universitários no interior e o acesso de jovens de escola pública ao ensino superior, o filho do trabalhador rural vira técnico, engenheiro e doutor sem precisar abandonar suas raízes. 

Quem insiste na piada do calango só conhece o Nordeste pelo retrovisor da ignorância e não aguenta ver o povo ocupando o seu espaço com dignidade.

​Os últimos 26 anos poderiam ter sido ainda melhores para o Brasil e para o Nordeste, mas o ranço de uma extrema-direita antinacional insiste em desprezar o próprio povo.

Viva o Nordeste digno. 

Viva Luiz Inácio Lula da Silva.



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segunda-feira, 21 de setembro de 2026

Por que o debate público ignora entregas históricas em troca do retrocesso?

 


Como é que pode, cidadã e cidadão, testemunhar o Brasil reencontrar o fio da meada com a valorização do salário mínimo, a retomada do Bolsa Família, o Pé-de-Meia, o Novo PAC e a reconstrução da saúde e da educação pública, e ainda ver o debate seduzido pelo vazio de quem nunca entregou nada além de retórica de confronto? 

Do lado de cá, está a trajetória de um líder popular e democrático que construiu sua história na negociação coletiva, na ampliação de direitos e na inclusão material dos mais pobres; do outro, o representante de uma linhagem de extrema-direita que flerta com o autoritarismo, cuja folhacorrida no parlamento é estéril para o Rio de Janeiro e nociva para o país, apostando no caos institucional enquanto o povo brasileiro colhe os frutos da reconstrução nacional.

A diferença entre Lula da Silva e tariflávio é abissal. 

Uma pequena amostra dos programas e meditas tomadas pelos governos petistas que beneficiaram a classe trabalhadora e os mais pobres do nosso país. 👇

1. Programas Sociais (Governos Lula e Dilma)

​Bolsa Família

​Minha Casa, Minha Vida

​Fome Zero

​Programa de Aquisição de Alimentos (PAA)

​Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE)

​Luz para Todos

​Programa Universidade para Todos (ProUni)

​Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) — reformulado/expandido

​Reuni (Expansão das Universidades Federais)

​Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia (Ifet / rede federal)

​Farmácia Popular

​Sistema Único de Saúde (SUS) — fortalecimento de redes específicas (SAMU, UPA 24h, rede Cegonha)

​PRONATEC (Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego)

​Ciência sem Fronteiras

​Programa Mais Médicos

​Minha Casa, Minha Vida - Entidades / Rural

​Bolsa Verde

​Programa Cisternas (Água para Todos)

​Água para Todos

​Minha Terra / Regularização Fundiária

​PRONAF (Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar)

​Carteira de Trabalho Digital / Valorização da Previdência Social

2. Medidas de Impacto Popular e Laboral (Governo Atual: 2023–2026)

- ​Política de valorização real do salário mínimo (ganho acima da inflação retomado por lei)

- ​Isenção do Imposto de Renda ampliada para faixa de até dois salários mínimos

- ​Retomada e reformulação do Bolsa Família com adicionais de R$ 50 a R$ 150 por gestantes, crianças e adolescentes

- ​Novo Minha Casa, Minha Vida (retomada de faixa 1 com subsídios maiores e foco em centros urbanos)

- ​Retomada do Farmácia Popular com gratuidade de medicamentos (anticoncepcionais, asma, diabetes, hipertensão e osteoporose/fraldas)

- ​Programa Pé-de-Meia (poupança de ensino médio para permanência de jovens de baixa renda)

- ​Retomada de obras inacabadas da saúde e educação (Pacto Nacional)

- ​Aumento da fiscalização de combate ao trabalho análogo à escravidão e fortalecimento da inspeção do trabalho

- ​Debate e avanço institucional sobre direitos laborais (proteção a entregadores/motoristas de aplicativo e enfrentamento de precarizações)

- ​Retomada do Consea (Conselho Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional) e combate à fome (saída do Mapa da Fome da ONU)

3 - o que o rachadinhas fez? Pelo menos para o povo do Rio de Janeiro?

A trajetória parlamentar e patrimonial do filho do ex-presidente moribundo, "metido a ditador", acumula episódios de forte contestação pública e investigações: do escândalo da rachadinha no gabinete da Alerj, simbolizado pelo faturamento atípico da loja de chocolates e o repasse de assessores; passando pela aquisição de uma mansão de milhões de reais em Brasília com financiamento atípico/vantajoso, até conexões e homenagens políticas a figuras investigadas ou ligadas a milícias e redes de contravenção e pistolagem no Rio de Janeiro, revelando um perfil cuja atuação legislativa e histórico pessoal contrastam de maneira abissal com qualquer entrega voltada à soberania popular ou ao bem-estar da classe trabalhadora.

O rachadinhas nem deveria estar candidato. Deveria estar preso.

É isso.



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O Brasil avança para quem trabalha, enquanto a oposição bate cabeça no retrocesso.

 


Olhar para quem mais precisa não é favor, é o básico. No governo de Lula, o rumo é esse: fortalecer o Bolsa Família, garantir atendimento no Mais Médicos e na Farmácia Popular, valorizar o salário mínimo de verdade e tirar o imposto de renda de quem ganha até cinco mil reais. É mexer no orçamento para botar o pobre e o trabalhador no centro, fazendo a roda da economia girar de baixo para cima.

Do outro lado, o que a gente vê é um grupo político que atua abertamente contra as melhorias e contra o povo. Enquanto o governo do Lula da Silva e a sociedade cobram e debatem avanços civilizatórios, como o fim da cruel escala 6x1, rechaçada por essa turma, as lideranças golpistas, fascistas e milicianas se esgrimam para travar direitos, votando contra alívios fiscais para quem menos tem. Articulam-se nos bastidores e até em peregrinações aos Estados Unidos em uma cruzada externa de desgaste e interferência contra os interesses soberanos do Brasil.

No fim das contas, a escolha fica nítida. 

De um lado, há um governo proativo que entrega direitos, reergue o poder de compra e defende o trabalhador; do outro, uma oposição engessada em briga política, alinhada a agendas de fora que torcem contra o país e contra o bem-estar da nossa gente. 

Política que presta é a que melhora a vida de quem está na ponta; o resto é só desgaste, rixa e atraso.

Menos rachadinhas, bananinha e chupetinha; mais Luiz Inácio Lula da Silva.



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terça-feira, 15 de setembro de 2026

Quem pode julgar Moraes?

 


Conflitos e suspeições no STF.

O julgamento sobre a abertura de investigação contra Alexandre de Moraes enfrenta um impasse de quórum devido a suspeições cruzadas. 

O próprio Moraes não vota no seu caso, e dias toffoli tende a se declarar suspeito por laços familiares com o grupo do Banco Master.

O ministro andré mendonça — relator das apurações que visam Moraes e alvo de acusações do colega — também é questionado, especialmente após vir à tona uma conversa de um lobista citando a compra de um terno para ele.

A lista de questionamentos atinge ainda o filho do ministro nunes marques (alvo de menções sobre repasses) e rodrigo fux (filho de luiz fux, por encontros sociais com o banqueiro vigarista vorcaro). 

Com isso, boa parte da Corte carrega algum nível de impedimento ou desgaste político-jurídico para definir o futuro do caso.

A nós, reles mortais, nos resta dizer em alto e bom tom: 👇

PUTA QUE O PARIU!



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