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terça-feira, 29 de setembro de 2026

"Comeu picanha hoje, petralha?"

 


Quando o presidente Lula falou que o brasileiro ia voltar a comer picanha, muita gente com pensamento menor tentou reduzir a frase ao sentido literal. Mas quem tem um mínimo de visão política entende que a picanha ali funcionou como um poderoso eufemismo. 

Afinal, o boi não tem só picanha, e a mesa do trabalhador se faz com frango, suíno, peixe, ovos...

O sentido real daquela promessa era muito mais amplo: significava o resgate do poder de compra, a volta do crescimento econômico e o direito sagrado de o povo ter variedade e dignidade na sua alimentação.

E os números comprovam isso na prática. Diferente do período de retrocesso e de crise profunda da gestão passada, quando o consumo de carne despencou a patamares históricos, a retomada econômica e a estabilidade com o governo Lula trouxeram de volta a produção recorde de alimentos e o acesso da população ao mercado.

Mas a grande questão que fica é: por que um setor dos chamados "pobres de extrema-direita" simplesmente se recusa a reconhecer essas conquistas?

A resposta passa por uma mistura dolorosa de alienação profunda, desinformação e manipulação. 

Essa parcela da população vive trancada em uma bolha digital e ideológica, alimentada diariamente por lideranças golpistas, falsos pastores que misturam fé com oportunismo político, empresários mal-intencionados e jornalistas tendenciosos. Eles repetem mantras de que o país está quebrado porque foram hipnotizados para odiar o próprio país e ignorar as melhorias na sua própria vida.

A picanha de verdade não é só o corte nobre no prato; é a isenção do Imposto de Renda para quem ganha menos, a queda na desigualdade social, a taxa de pleno emprego e a saída do Brasil do mapa da fome.

Respondendo ao cheio de ódio que me enviou a pergunta: Não! Não comi picanha hoje, mas comi algumas vezes nos últimos três anos. 

Graças a Deus, ao meu trabalho e ao governo Lula, tive mesa farta, assim como muitos do meu entorno.

Foi para ver o país nos trilhos que fizemos o L em 2022, e é com esse mesmo orgulho e convicção que faremos de novo no próximo domingo, 4 de outubro de 2026.

É isso!

O presidente do Flamengo não vota no Lula, mas o trabalhador do Flamengo sim.

 


A recente discussão sobre a regulamentação e o combate às apostas esportivas online (as chamadas bets) colocou em evidência o confronto entre medidas de proteção social e os interesses comerciais que envolvem o futebol. A decisão do governo de enfrentar esse mercado predatório é um passo fundamental para defender a renda das famílias brasileiras. Mas essa polêmica nos convida a ir além e olhar para o espelho político do país, revelando uma divisão clara entre as cúpulas dirigentes e o chão de fábrica dos clubes.  

O presidente do Flamengo, assim como boa parte da diretoria de grandes clubes, dificilmente vota em Lula. Essa postura não é acidental; ela reflete a sintonia com os interesses da elite tradicional e conservadora do país, herdeira de estruturas que historicamente mantiveram privilégios e resistiram à inclusão social. Para essa cúpula, o alinhamento político caminha de mãos dadas com a defesa de um projeto econômico elitista.  

Por outro lado, o cotidiano do clube e das arquibancadas conta outra história. O verdadeiro Brasil, que sustenta o Flamengo com seu suor e sua paixão, está do outro lado do balcão político.

O que nos faz entender que, o presidente do Flamengo pode não votar no Lula, mas o torcedor do Flamengo vota!

​A cozinheira do Flamengo vota no Lula.  

​O faxineiro do Flamengo vota no Lula.  

​O porteiro do Flamengo vota no Lula.  

​O motorista do Flamengo vota no Lula.  

Essa lista de trabalhadores reflete exatamente a essência popular do clube e do país. É a mesma lógica daquele célebre lembrete político de que a base trabalhadora (com exceção dos alienados e facilmente manipulados pobres de extrema-direita) conhece a realidade e as melhorias sociais que transformaram suas vidas, mesmo quando a elite finge não ver.

De Qual Lado Você Está? 

Essa pergunta não deixa margem para neutralidade; a resposta, contudo, exige discernimento. 

Estar ao lado do Flamengo verdadeiro, o clube do povo, da massa e dos trabalhadores, é estar do lado de quem constrói o país no dia a dia. 

O presidente da diretoria pode até escolher o candidato da elite, mas quem faz o clube pulsar e quem carrega o Brasil nas costas sabe muito bem qual é o lado que governa para a maioria.

Esse lado tem nome, sobrenome e muita coragem: Luiz Inácio Lula da Silva.

É isso!

domingo, 27 de setembro de 2026

Agora é a vez do "tigrinho" chorar.

 


Enquanto plataformas de apostas online e influenciadores digitais acumularam fortunas bilionárias patrocinados pelo vício, a realidade do outro lado do balcão sempre foi de terra arrasada. De acordo com levantamentos da Confederação Nacional do Comércio (CNC), as bets chegaram a drenar dezenas de bilhões de reais por mês do orçamento das famílias, empurrando milhões de brasileiros para a inadimplência e o endividamento crônico. Esse tsunami financeiro destruiu lares, sacrificou a renda básica de pais e mães de família e custou caro demais para a nossa juventude, que viu no falso sonho do "tigrinho." o caminho trágico para o fundo do poço.

Agora, com o fim dessa praga social, o cenário virou de ponta-cabeça para quem lucrava com a desgraça alheia. Donos de casas de aposta e criadores de conteúdo que viviam no luxo absoluto choram e se desesperam ao sentir na pele que vão perder dinheiro, articulando-se politicamente e fazendo barulho contra o governo. Para essa turma, o prejuízo financeiro momentâneo é inadmissível, mesmo que ele venha após anos engordando contas bancárias à custa do endividamento e da ruína psicológica de milhares de trabalhadores.

É justamente nesse cenário de pressão que sobressai a coragem do presidente Lula. Enfrentar a poderosa máfia das bets e peitar setores que lucram com a exploração da fé e do desespero popular parecia um "tiro no pé" eleitoral para muitos analistas de plantão. No entanto, demonstrar liderança é exatamente isso: escolher fazer o que é certo para proteger o povo brasileiro, mesmo que isso custe votos e desagrade os donos do poder e do dinheiro fácil.

Parabéns, Lula!



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A coragem de enfrentar a epidemia das Bets.


 

O avanço descontrolado das apostas online virou um mal tremendo para o povo brasileiro, destruindo milhares de famílias e gerando uma onda gigante de endividamento. O mercado de apostas começou a se expandir lá no governo do maior dos traidores, temer, cresceu livremente durante todo o governo "metido a ditador" e chegou a um ponto totalmente insustentável. 

Para tentar conter essa verdadeira epidemia social, o governo Lula da Silva decidiu agir de forma firme e radical, assinando a medida para proibir de vez as bets no Brasil.  

​Essa decisão mexeu com interesses poderosos e tem gerado muita polêmica. Donos de sites de apostas, pessoas ligadas ao futebol e influenciadores que ganham fortunas fazendo propaganda de bets já começaram a reclamar e ameaçar, entre outras coisas, que o futebol brasileiro vai quebrar. 

É muita gente ganhando dinheiro em cima da desgraça alheia e defendendo o próprio bolso, sem se importar com o prejuízo que isso causa na vida do trabalhador comum e de gente pobre.

O que mais chama a atenção nessa história toda é a coragem política. É preciso CULHÕES para ter tomado a medida que o presidente tomou, assinando um decreto tão polêmico justamente faltando uma semana para a eleição do primeiro turno. 

Enfrentar lobbies milionários e desagradar setores tão fortes bem na reta final da disputa eleitoral exige uma firmeza que a gente simplesmente não vê em outros políticos.  

Enquanto isso, a oposição e os políticos da extrema-direita, incluindo a turma ligada ao rachadinhas, bananinha, chupetinha e demais lideranças golpistas, fascistas e milicianas, muita gente que usa a religião como trampolim eleitoral, manipulam a VERDADE, propagando que foram nos governos progressistas a ascensão das bets.

Fica claro que essa corja que se diz defensora da família e dos valores cristãos está apenas usando Deus de cabo eleitoral, porque, na hora de defender o povo de um problema real que empobrece o país, eles se eximem da culpa, porque é de conhecimento público: de todos os espectros políticos no Brasil, a extrema-direita é a que mais lucrou com as bets. 

Basta ver a Bancada das Bets no Congresso Nacional,  composta de políticos do PL, republicanos, união Brasil e PP.




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Faxina geral nas urnas no 4 de outubro. Fora(!), golpista, fascista e milicianos!

 


Chegou a reta final e o Brasil não tem tempo a perder com essa patota de araque. De um lado, a tentativa desesperada de tutelar o país com o dedo podre de fora, com direito a palpiteiro internacional tentando melar a nossa eleição. Do outro, a verdadeira quadrilha do retrocesso que a gente conhece bem: a familícia reunida com seus rebentos e fantoches. É o bananinha articulando fora, o chupetinha fazendo teatro e o rachadinhas querendo bancar o salvador da pátria, logo ele, especialista em desviar o suor alheio na Alerj. 

É uma piada pronta, se não fosse trágica.

E não para por aí, porque a fauna é vasta. Tem o ungido da michelle, o terrivelmente farsante, andré mendonça, rezando para o altar errado, o nunes marques jogando para a plateia da toga, e os sertanojos, os puxa-sacos de bilionário e miliciano. Sem contar os pastores de satanás que usam o nome sagrado para fazer palanque do ódio, a turminha do mercado que só pensa em lucrar com a miséria alheia e os milicianos da imprensa que tentam empurrar narrativa furada todo santo dia. 

É uma verdadeira salada mista de golpistas e fascistas vestidos de bom-mocismo.

Mas o brasileiro já pegou a visão dessa farsa toda. No dia 4 de outubro, a resposta não vai ser com conversa mole, vai ser com o peso do voto na urna para varrer essa corja de vez. 

É faxina geral na política, na justiça, nas igrejas de fachada e no meio artístico de encomenda para consolidar a vitória do presidente Lula logo no 1º turno e mandar essa trupe direto para o lixo da história!

Golpistas, fascistas e milicianos no Brasil não se criam. 

E tenho dito!



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