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sexta-feira, 11 de setembro de 2026

O que virá amanhã?

 


Vestindo a capa da Mãe Diná e olhando para o caldeirão de Brasília com essa pressão toda que a opinião pública colocou em cima do fachin, resultando no ungido de michelle, andré mendonça, disponibilizar em 24 horas o resto dos autos do Caso Master, acredito que amanhã virão "chumbo grosso" contra muita gente.

O que está trancado naquelas gavetas, de conhecimento exclusivo do ministro terrivelmente farsante, não é pouca coisa. Na minha bola de cristal, vejo três grandes "surpresas" prestes a saltar desse pacote que ainda continua sob o tapete: 👇

1 - ​Os recibos e extratos do filme sobre o "metido a ditador". Pode sair daí a rota exata do dinheiro, nomes de laranjas, offshores e empresas de fachada que serviram de ponte para os repasses milionários. Áudios e transcrições de mensagens, prints de conversas diretas detalhando quais contrapartidas políticas foram prometidas em troca da grana do banco.

2. ​Não é só a oposição que está na mira da penumbra. Os documentos que o mendonça tentou segurar mais um pouco também guardam menções indigestas para nomes de outros espectros políticos. Figuras influentes vão aparecer, democratas e golpistas misturados no mesmo caldeirão.

3. Virão detalhes do que a Polícia Federal esmiuçou sobre salas comerciais divididas em Brasília por gente ligada a vircaro, notas emitidas por escritórios "de" políticos e autoridades para empresas do grupo do Banco Master.

A minha visão diz que há planilhas de contabilidade paralela mostrando que a relação com o "careca" e com o esquema do banco não era pontual, mas uma engrenagem contínua de prestação de serviços de fachada. E também, certamente, será escancarado o uso do dinheiro público, via emendas SECRETAS, para o filme.

Na "leitura do tarô" jurídica, o que virá amanhã vai obrigar muita gente a mudar a narrativa de defesa do rachadinhas, bananinha, chupetinha, entre outros, da noite para o dia.

O clima em Brasília vai ferver de vez com todo mundo tendo acesso ao "HD do Master" completo!

E é certo: tem gente que não vai conseguir dormir hoje. 😴

"Nada há escondido que não venha a ser revelado" (Lucas 8:17)

 

O ungido de michelle, se bom cristão for, sabe que a verdade aparece. Que tudo feito em segredo ou escondido das pessoas acaba por ser descoberto com o tempo. Que a justiça divina traz todas as coisas ocultas para a luz, seja para correção, cura ou julgamento. 

Hoje, com a derrubada de parte do sigilo das investigações, foram reveladas novas evidências sobre a proximidade entre o senador rachadinhas e o ex-banqueiro daniel vorcaro, dono do Banco Master. Entre essas evidências, há registros de mais encontros presenciais e mensagens de cobrança direta referentes aos aportes milionários destinados ao filme. 

Uma BOMBA: tariflávio não apenas mantinha contato estreito com o empresário, mas também buscava assegurar o fluxo de recursos externos. 

As novas revelações apontam também coincidências administrativas com empresas ligadas à famílicia nos mesmos endereços de empresas do operador financeiro conhecido como o "careca do INSS".

O tempo todo o rachadinhas apontando o dedo para o Lulinha como cúmplice desse tal "careca", no entanto, é ele que tem empresa no mesmo endereço do ladrão dos velhinhos.

Com a decisão do atual presidente do STF, fachin, amanhã toda a documentação, provas, arquivos e material referentes aos dois processos, Banco Master e INSS, serão disponibilizados para imprensa e sociedade.

Amanhã iremos saber "os crimes cometidos por Lulinha, os quais andré mendonça tentou esconder". 😏

A verdade, mendonça, NÃO PODE SER ESCONDIDA.

quarta-feira, 9 de setembro de 2026

O ungido de michelle. 😏

 


É irônico assistir ao ministro andré mendonça,  o terrivelmente farsante, empunhar a espada da moralidade no STF com a delicadeza de um elefante em uma loja de cristais. 

Enquanto o magistrado atua com fervor seletivo para blindar aliados e desferir golpes contra desafetos, esquece convenientemente que o telhado de vidro da República é coletivo. 

Nos surpreende o silêncio ensurdecedor sobre os repasses financeiros que rondam os filhos de medalhões da Corte, como os herdeiros de luiz fux e nunes marques nas tramas ligadas ao empresário daniel vorcaro, além de outras figuras ilustres convenientemente esquecidas pelo radar da nova "justiça divina".

A regra do "ungido" é: esqueçam de investigar o ibaneis rocha e o cláudio castro; foquem no Lulinha. 

E assim, o roteiro dessa novela jurídica segue com participações ilustres e criativa amnésia institucional. 

O rachadinhas, por exemplo, desfila plácido sob o manto da imunidade informal com seus milhões sob suspeita; do defensor da pátria, chupetinha, são esquecidos os voos no jatinho do bilionário banqueiro vigarista. Afinal, quem nunca emprestou um "bimotor" para dar uma força ao irmãozinho, não é mesmo?

Para o ministro mendonça, o problema nunca foi a corrupção, e sim garantir que o altar da sua jurisdição sirva apenas aos fiéis do próprio credo político. ​

No fim das contas, o projeto de transformar o Supremo Tribunal Federal na filial de uma teocracia partidarizada vai de vento em popa, desde que os pecados dos amigos fiquem devidamente ocultos sob o tapete da toga. 

Resta saber se, com tantas "bênçãos" direcionadas e desvios ignorados, o "ungido" conseguirá convencer o país de que a sua balança não tem pesos, medidas... nem balcão de negócios.



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Patriotários e o perpermanente risco à democracia.

 


Por que a extrema-direita brasileira, a pior extrema-direita do mundo, é Inimiga da pátria?

Desde 2018, o feriado de 7 de setembro transformou-se em uma data de constante vigilância e apreensão pela democracia brasileira. A extrema-direita local, liderada por figuras como chupetinha, bananinha e rachadinhas, impõe à nação uma dinâmica de permanente ameaça institucional. 

Enquanto movimentos nacionalistas de outros países ao menos preservam um discurso de soberania em momentos de crise, o espectro radical brasileiro revela-se profundamente entreguista. 

Isso ficou evidente mais uma vez na Avenida Paulista, ontem, onde manifestantes exibiram bonecos de diabo-louro,  o presidente pedófilo americano, repetindo o vício de cultuar símbolos estrangeiros — assim como fizeram no ano passado com bandeiras gigantes dos Estados Unidos.

A retórica patriótica desse grupo não passa de uma farsa. Ao contrário do que apregoam, o comportamento político da extrema-direita brasileira demonstra um completo desrespeito pelos interesses nacionais, agindo frequentemente contra o desenvolvimento soberano do país. 

Engana-se quem pensa que esse projeto atrai apenas a elite escravocrata; ele captura também cidadãos de baixa renda que, iludidos por discursos inflamados, acabam por apoiar forças que sabotam o próprio bem-estar social. 

O Brasil estaria em um patamar civilizatório e econômico infinitamente superior se não fosse a atuação sistemática desses grupos, que rejeitam o pacto republicano em prol de agendas divisionistas.

O modus operandi dessa corrente política global, com reflexos visíveis em nações como Argentina, Estados Unidos e Chile, baseia-se na fabricação contínua de crises. Lideranças extremistas alimentam-se da desordem institucional porque são incapazes de administrar a normalidade democrática; para elas, o caos e a barbárie não são efeitos colaterais, mas sim o método exclusivo de governança. 

Sem o conflito permanente e a polarização tóxica, esse modelo político perde a razão de existir, pois prospera unicamente sobre os escombros da paz social e da coesão nacional.

Diante desse cenário, a defesa da democracia brasileira exige lucidez e firmeza implacáveis da sociedade civil e das instituições. Desmascarar o falso patriotismo da extrema-direita brasileira é o primeiro passo para neutralizar sua capacidade de subversão e proteger o futuro do país contra tentativas golpistas. 

O Brasil precisa reencontrar o caminho da estabilidade e do desenvolvimento soberano, o que só será plenamente possível quando o caos deixar de ser instrumentalizado como ferramenta de poder político.



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Os canalhas, quando pegos, sempre usam o nome de Deus.

 


Quando figuras públicas e agressores são pegos em flagrante ou acuados por seus próprios erros, a estratégia é quase sempre a mesma: abandonam os argumentos racionais e correm para o altar. É o momento em que a máscara cai, a valentia some e o disfarce da piedade entra em cena como última cartada de sobrevivência.

Vemos isso em episódios variados, desde autoridades como o ministro andré mendonça, que, diante de questionamentos sobre seus atos, apela rapidamente para pedidos de oração; até casos de agressão e preconceito — como o do rapaz que atacou um ator da "grobu" e, após a repercussão negativa, tentou se esconder atrás da pecha de cristão perseguido. 

A tática é sempre posar de "santo na terra" para tentar escapar da cobrança social e da justiça.

Na política institucional, essa instrumentalização virou rotina, especialmente na extrema direita. Lideranças golpistas como chupetinha e michelle  transformaram o nome de Deus em um verdadeiro escudo marqueteiro e ferramenta de proteção política, criando uma narrativa de que qualquer crítica a seus erros seria um ataque à própria fé.

No fim das contas, usar o sagrado para se esquivar de responsabilidades é uma ofensa ao bom senso e à própria religião. 

A verdadeira honestidade não precisa de holofotes divinos para se sustentar; o que busca o manto sagrado como proteção só está tentando esconder seus atos imorais, ilegais e criminosos diante da justiça dos homens.

CANALHAS(!), deixem o Espírito Santo fora de suas artimanhas e sacanagens!!



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