O efizema deve estar comendo banana. Gosta de uma banana com casca, o governador extremista de direita de Minas Gerais, viu! Tem pinta de "comer bananas com cascas até pelo coll". Se administrasse o estado como come bananas e fala bobagens, seria o "senhor pica das galáxias". Mas torrou, não se sabe onde, a verba para o combate a temporais e prevenção de desastres. Os valores pagos para ações de prevenção e mitigação de impactos das chuvas sofreram um corte de aproximadamente 96% em dois anos. O mandatário do executivo mineiro chegou a seu último ano de governo com o estado no buraco. Efizema QUEBROU Minas Gerais! A dívida que o líder da extrema-direita vai deixar para seu substituto é de mais de 170 BILHÕES. Se gastasse o tempo governando o estado, ao invés de passar quatro anos criando cizânia, comendo bananas com cascas, falando bobagem, culpando o "pê tê" e o "lules" de suas próprias CAGADAS, talvez o povo mineiro não estivesse passando esse sofrimento todo. Mas, efiZema, fale que "eu te ovo".
Já o chupetinha, há uma grande expectativa se ele vai fazer caminhada de Brasília até Minas, levar solidariedade e ajuda ao povo que, infelizmente(!), vota nesse traste. Tempo livre ele tem de sobra. Em 2025, segundo dados levantados na Câmara Federal, chupetinha trabalhou apenas 185 dias. Os restantes 180 dias do ano foram de faltas, folgas e férias (poderiam colocar foda como o 4°F - porque chupetinha FUDEU o povo mineiro). Cento e oitenta dias criando vídeos contra os benefícios e projetos em favor da classe pobre e trabalhadora. Projetos aprovados do chupetinha na Câmara? Zero! Projetos criados pelo chupetinha, em benefício (pelo menos) dos pobres de extrema-direita que apoiam o deputado VAGABUNDO? Zero! Mesmo sendo um representante BOSTA, chupetinha é um forte candidato ao governo de Minas Gerais (vai entender! 😏). Declinou da ideia de brigar pelo executivo estadual. O sujeito NÃO quer saber de trabalhar, isso sim! Vai deixar essa vida boa de "trabalhar" metade dos dias do ano, viver propagando mentiras, ódio e incentivando a barbárie social para pegar esse abacaxi que o Efizema vai deixar? Melhor ficar na Câmara, fazer o "migué", atrapalhar as votações que beneficiem o povo e os trabalhadores e continuar recebendo os aplausos dos alienados e facilmente manipulados pobres de extrema-direita.
O povo mineiro, infelizmente(!), sofre da síndrome do pobre de extrema-direita que toma conta de parte da população não só do Brasil, mas também de países como a Argentina e os EUA. Escolher, defender e votar em lideranças políticas que sobrevivem criando um inimigo comum para manter sua base em estado de alerta e mobilização constante; que possuem uma relação tensa com a democracia, atacando tribunais, congressos e sistemas eleitorais sempre que as instituições impõem limites ao seu poder pessoal e totalitário; que rejeitam consensos científicos (clima, saúde) e dados oficiais, preferindo narrativas paralelas que circulam em redes sociais para validar suas ações; e sempre se apresentando como "salvadores" messiânicos e "outsiders" autênticos, usando uma linguagem agressiva e politicamente incorreta para sinalizar que não pertencem à elite política tradicional, usando como ferramentas ideológicas o ódio, a mentira, a agressão e a religião; e a ignorância, a ferramenta política estratégica e deliberada, como a celebração da estupidez.
As ações, ideias e projetos das lideranças da extrema-direita no mundo estão sempre ligadas à escalada de conflitos, barbárie, preconceito, perseguição às minorias e sofrimento aos mais pobres e trabalhadores.
Minas, hoje(!), é o retrato do voto do povo e de suas escolhas políticas.
É isso!
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