Quando o presidente Lula falou que o brasileiro ia voltar a comer picanha, muita gente com pensamento menor tentou reduzir a frase ao sentido literal. Mas quem tem um mínimo de visão política entende que a picanha ali funcionou como um poderoso eufemismo.
Afinal, o boi não tem só picanha, e a mesa do trabalhador se faz com frango, suíno, peixe, ovos...
O sentido real daquela promessa era muito mais amplo: significava o resgate do poder de compra, a volta do crescimento econômico e o direito sagrado de o povo ter variedade e dignidade na sua alimentação.
E os números comprovam isso na prática. Diferente do período de retrocesso e de crise profunda da gestão passada, quando o consumo de carne despencou a patamares históricos, a retomada econômica e a estabilidade com o governo Lula trouxeram de volta a produção recorde de alimentos e o acesso da população ao mercado.
Mas a grande questão que fica é: por que um setor dos chamados "pobres de extrema-direita" simplesmente se recusa a reconhecer essas conquistas?
A resposta passa por uma mistura dolorosa de alienação profunda, desinformação e manipulação.
Essa parcela da população vive trancada em uma bolha digital e ideológica, alimentada diariamente por lideranças golpistas, falsos pastores que misturam fé com oportunismo político, empresários mal-intencionados e jornalistas tendenciosos. Eles repetem mantras de que o país está quebrado porque foram hipnotizados para odiar o próprio país e ignorar as melhorias na sua própria vida.
A picanha de verdade não é só o corte nobre no prato; é a isenção do Imposto de Renda para quem ganha menos, a queda na desigualdade social, a taxa de pleno emprego e a saída do Brasil do mapa da fome.
Respondendo ao cheio de ódio que me enviou a pergunta: Não! Não comi picanha hoje, mas comi algumas vezes nos últimos três anos.
Graças a Deus, ao meu trabalho e ao governo Lula, tive mesa farta, assim como muitos do meu entorno.
Foi para ver o país nos trilhos que fizemos o L em 2022, e é com esse mesmo orgulho e convicção que faremos de novo no próximo domingo, 4 de outubro de 2026.
É isso!




