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segunda-feira, 14 de setembro de 2026

O caso de Santa Catarina e a escalada da violência política.


 

O que aconteceu em Santa Catarina — onde uma militante petista e advogada foi brutalmente espancada por policiais militares — é algo inadmissível, que desafia o bom senso. 

Só alguém muito fora de si ou de caráter muito baixo pode concordar com uma violência dessa natureza. As imagens são fortíssimas: derrubaram a mulher, dispararam balas de borracha e agrediram uma advogada de forma completamente injustificada. 

Não havia a menor necessidade disso.

Esse episódio lamentável coloca em foco a atuação da Polícia Militar de um modo geral, mas com uma gravidade ainda maior no caso de Santa Catarina. Tudo indica que o aparato de segurança do Estado foi instrumentalizado pelo próprio governador contra as liberdades políticas. Inclusive, circulam registros e declarações que revelam uma postura facciosa, como se houvesse orientação de ignorar ocorrências em eventos de apoiadores das lideranças golpistas, fascistas e milicianas, enquanto manifestações ou festas de petistas seriam alvo de repressão violenta — com a ordem explícita de "arrebentar".

Essa postura faz lembrar tragédias passadas, como o assassinato brutal de um aniversariante cuja festa tinha como tema o presidente Lula. 

É profundamente triste constatar a reação de setores da extrema direita nos comentários da internet — muitos deles autoproclamados defensores da família, da moral e dos bons costumes —, que aparecem aplaudindo a violência e fazendo chacota com a agressão.

As declarações atribuídas ao governador Jorginho Mello, que chegou a insinuar que petistas "estão no lugar errado", demonstram uma grave distorção do papel institucional que ele deveria ocupar. Um gestor público que incentiva ou normaliza esse tipo de perseguição perde as condições éticas e políticas para exercer o cargo.

Diante disso, é urgente que o Ministério Público atue com rigor para apurar rigorosamente os fatos e punir não apenas os policiais executores, mas também os mandantes e eventuais responsabilidades políticas no comando do Estado. 

O discurso de ódio e a violência institucional em torno desse caso não podem, sob hipótese alguma, passar impune.

sexta-feira, 11 de setembro de 2026

O que virá amanhã?

 


Vestindo a capa da Mãe Diná e olhando para o caldeirão de Brasília com essa pressão toda que a opinião pública colocou em cima do fachin, resultando no ungido de michelle, andré mendonça, disponibilizar em 24 horas o resto dos autos do Caso Master, acredito que amanhã virão "chumbo grosso" contra muita gente.

O que está trancado naquelas gavetas, de conhecimento exclusivo do ministro terrivelmente farsante, não é pouca coisa. Na minha bola de cristal, vejo três grandes "surpresas" prestes a saltar desse pacote que ainda continua sob o tapete: 👇

1 - ​Os recibos e extratos do filme sobre o "metido a ditador". Pode sair daí a rota exata do dinheiro, nomes de laranjas, offshores e empresas de fachada que serviram de ponte para os repasses milionários. Áudios e transcrições de mensagens, prints de conversas diretas detalhando quais contrapartidas políticas foram prometidas em troca da grana do banco.

2. ​Não é só a oposição que está na mira da penumbra. Os documentos que o mendonça tentou segurar mais um pouco também guardam menções indigestas para nomes de outros espectros políticos. Figuras influentes vão aparecer, democratas e golpistas misturados no mesmo caldeirão.

3. Virão detalhes do que a Polícia Federal esmiuçou sobre salas comerciais divididas em Brasília por gente ligada a vircaro, notas emitidas por escritórios "de" políticos e autoridades para empresas do grupo do Banco Master.

A minha visão diz que há planilhas de contabilidade paralela mostrando que a relação com o "careca" e com o esquema do banco não era pontual, mas uma engrenagem contínua de prestação de serviços de fachada. E também, certamente, será escancarado o uso do dinheiro público, via emendas SECRETAS, para o filme.

Na "leitura do tarô" jurídica, o que virá amanhã vai obrigar muita gente a mudar a narrativa de defesa do rachadinhas, bananinha, chupetinha, entre outros, da noite para o dia.

O clima em Brasília vai ferver de vez com todo mundo tendo acesso ao "HD do Master" completo!

E é certo: tem gente que não vai conseguir dormir hoje. 😴

"Nada há escondido que não venha a ser revelado" (Lucas 8:17)

 

O ungido de michelle, se bom cristão for, sabe que a verdade aparece. Que tudo feito em segredo ou escondido das pessoas acaba por ser descoberto com o tempo. Que a justiça divina traz todas as coisas ocultas para a luz, seja para correção, cura ou julgamento. 

Hoje, com a derrubada de parte do sigilo das investigações, foram reveladas novas evidências sobre a proximidade entre o senador rachadinhas e o ex-banqueiro daniel vorcaro, dono do Banco Master. Entre essas evidências, há registros de mais encontros presenciais e mensagens de cobrança direta referentes aos aportes milionários destinados ao filme. 

Uma BOMBA: tariflávio não apenas mantinha contato estreito com o empresário, mas também buscava assegurar o fluxo de recursos externos. 

As novas revelações apontam também coincidências administrativas com empresas ligadas à famílicia nos mesmos endereços de empresas do operador financeiro conhecido como o "careca do INSS".

O tempo todo o rachadinhas apontando o dedo para o Lulinha como cúmplice desse tal "careca", no entanto, é ele que tem empresa no mesmo endereço do ladrão dos velhinhos.

Com a decisão do atual presidente do STF, fachin, amanhã toda a documentação, provas, arquivos e material referentes aos dois processos, Banco Master e INSS, serão disponibilizados para imprensa e sociedade.

Amanhã iremos saber "os crimes cometidos por Lulinha, os quais andré mendonça tentou esconder". 😏

A verdade, mendonça, NÃO PODE SER ESCONDIDA.

quarta-feira, 9 de setembro de 2026

O ungido de michelle. 😏

 


É irônico assistir ao ministro andré mendonça,  o terrivelmente farsante, empunhar a espada da moralidade no STF com a delicadeza de um elefante em uma loja de cristais. 

Enquanto o magistrado atua com fervor seletivo para blindar aliados e desferir golpes contra desafetos, esquece convenientemente que o telhado de vidro da República é coletivo. 

Nos surpreende o silêncio ensurdecedor sobre os repasses financeiros que rondam os filhos de medalhões da Corte, como os herdeiros de luiz fux e nunes marques nas tramas ligadas ao empresário daniel vorcaro, além de outras figuras ilustres convenientemente esquecidas pelo radar da nova "justiça divina".

A regra do "ungido" é: esqueçam de investigar o ibaneis rocha e o cláudio castro; foquem no Lulinha. 

E assim, o roteiro dessa novela jurídica segue com participações ilustres e criativa amnésia institucional. 

O rachadinhas, por exemplo, desfila plácido sob o manto da imunidade informal com seus milhões sob suspeita; do defensor da pátria, chupetinha, são esquecidos os voos no jatinho do bilionário banqueiro vigarista. Afinal, quem nunca emprestou um "bimotor" para dar uma força ao irmãozinho, não é mesmo?

Para o ministro mendonça, o problema nunca foi a corrupção, e sim garantir que o altar da sua jurisdição sirva apenas aos fiéis do próprio credo político. ​

No fim das contas, o projeto de transformar o Supremo Tribunal Federal na filial de uma teocracia partidarizada vai de vento em popa, desde que os pecados dos amigos fiquem devidamente ocultos sob o tapete da toga. 

Resta saber se, com tantas "bênçãos" direcionadas e desvios ignorados, o "ungido" conseguirá convencer o país de que a sua balança não tem pesos, medidas... nem balcão de negócios.



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Patriotários e o perpermanente risco à democracia.

 


Por que a extrema-direita brasileira, a pior extrema-direita do mundo, é Inimiga da pátria?

Desde 2018, o feriado de 7 de setembro transformou-se em uma data de constante vigilância e apreensão pela democracia brasileira. A extrema-direita local, liderada por figuras como chupetinha, bananinha e rachadinhas, impõe à nação uma dinâmica de permanente ameaça institucional. 

Enquanto movimentos nacionalistas de outros países ao menos preservam um discurso de soberania em momentos de crise, o espectro radical brasileiro revela-se profundamente entreguista. 

Isso ficou evidente mais uma vez na Avenida Paulista, ontem, onde manifestantes exibiram bonecos de diabo-louro,  o presidente pedófilo americano, repetindo o vício de cultuar símbolos estrangeiros — assim como fizeram no ano passado com bandeiras gigantes dos Estados Unidos.

A retórica patriótica desse grupo não passa de uma farsa. Ao contrário do que apregoam, o comportamento político da extrema-direita brasileira demonstra um completo desrespeito pelos interesses nacionais, agindo frequentemente contra o desenvolvimento soberano do país. 

Engana-se quem pensa que esse projeto atrai apenas a elite escravocrata; ele captura também cidadãos de baixa renda que, iludidos por discursos inflamados, acabam por apoiar forças que sabotam o próprio bem-estar social. 

O Brasil estaria em um patamar civilizatório e econômico infinitamente superior se não fosse a atuação sistemática desses grupos, que rejeitam o pacto republicano em prol de agendas divisionistas.

O modus operandi dessa corrente política global, com reflexos visíveis em nações como Argentina, Estados Unidos e Chile, baseia-se na fabricação contínua de crises. Lideranças extremistas alimentam-se da desordem institucional porque são incapazes de administrar a normalidade democrática; para elas, o caos e a barbárie não são efeitos colaterais, mas sim o método exclusivo de governança. 

Sem o conflito permanente e a polarização tóxica, esse modelo político perde a razão de existir, pois prospera unicamente sobre os escombros da paz social e da coesão nacional.

Diante desse cenário, a defesa da democracia brasileira exige lucidez e firmeza implacáveis da sociedade civil e das instituições. Desmascarar o falso patriotismo da extrema-direita brasileira é o primeiro passo para neutralizar sua capacidade de subversão e proteger o futuro do país contra tentativas golpistas. 

O Brasil precisa reencontrar o caminho da estabilidade e do desenvolvimento soberano, o que só será plenamente possível quando o caos deixar de ser instrumentalizado como ferramenta de poder político.



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