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quarta-feira, 9 de setembro de 2026

O ungido de michelle. 😏

 


É irônico assistir ao ministro andré mendonça,  o terrivelmente farsante, empunhar a espada da moralidade no STF com a delicadeza de um elefante em uma loja de cristais. 

Enquanto o magistrado atua com fervor seletivo para blindar aliados e desferir golpes contra desafetos, esquece convenientemente que o telhado de vidro da República é coletivo. 

Nos surpreende o silêncio ensurdecedor sobre os repasses financeiros que rondam os filhos de medalhões da Corte, como os herdeiros de luiz fux e nunes marques nas tramas ligadas ao empresário daniel vorcaro, além de outras figuras ilustres convenientemente esquecidas pelo radar da nova "justiça divina".

A regra do "ungido" é: esqueçam de investigar o ibaneis rocha e o cláudio castro; foquem no Lulinha. 

E assim, o roteiro dessa novela jurídica segue com participações ilustres e criativa amnésia institucional. 

O rachadinhas, por exemplo, desfila plácido sob o manto da imunidade informal com seus milhões sob suspeita; do defensor da pátria, chupetinha, são esquecidos os voos no jatinho do bilionário banqueiro vigarista. Afinal, quem nunca emprestou um "bimotor" para dar uma força ao irmãozinho, não é mesmo?

Para o ministro mendonça, o problema nunca foi a corrupção, e sim garantir que o altar da sua jurisdição sirva apenas aos fiéis do próprio credo político. ​

No fim das contas, o projeto de transformar o Supremo Tribunal Federal na filial de uma teocracia partidarizada vai de vento em popa, desde que os pecados dos amigos fiquem devidamente ocultos sob o tapete da toga. 

Resta saber se, com tantas "bênçãos" direcionadas e desvios ignorados, o "ungido" conseguirá convencer o país de que a sua balança não tem pesos, medidas... nem balcão de negócios.



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Patriotários e o perpermanente risco à democracia.

 


Por que a extrema-direita brasileira, a pior extrema-direita do mundo, é Inimiga da pátria?

Desde 2018, o feriado de 7 de setembro transformou-se em uma data de constante vigilância e apreensão pela democracia brasileira. A extrema-direita local, liderada por figuras como chupetinha, bananinha e rachadinhas, impõe à nação uma dinâmica de permanente ameaça institucional. 

Enquanto movimentos nacionalistas de outros países ao menos preservam um discurso de soberania em momentos de crise, o espectro radical brasileiro revela-se profundamente entreguista. 

Isso ficou evidente mais uma vez na Avenida Paulista, ontem, onde manifestantes exibiram bonecos de diabo-louro,  o presidente pedófilo americano, repetindo o vício de cultuar símbolos estrangeiros — assim como fizeram no ano passado com bandeiras gigantes dos Estados Unidos.

A retórica patriótica desse grupo não passa de uma farsa. Ao contrário do que apregoam, o comportamento político da extrema-direita brasileira demonstra um completo desrespeito pelos interesses nacionais, agindo frequentemente contra o desenvolvimento soberano do país. 

Engana-se quem pensa que esse projeto atrai apenas a elite escravocrata; ele captura também cidadãos de baixa renda que, iludidos por discursos inflamados, acabam por apoiar forças que sabotam o próprio bem-estar social. 

O Brasil estaria em um patamar civilizatório e econômico infinitamente superior se não fosse a atuação sistemática desses grupos, que rejeitam o pacto republicano em prol de agendas divisionistas.

O modus operandi dessa corrente política global, com reflexos visíveis em nações como Argentina, Estados Unidos e Chile, baseia-se na fabricação contínua de crises. Lideranças extremistas alimentam-se da desordem institucional porque são incapazes de administrar a normalidade democrática; para elas, o caos e a barbárie não são efeitos colaterais, mas sim o método exclusivo de governança. 

Sem o conflito permanente e a polarização tóxica, esse modelo político perde a razão de existir, pois prospera unicamente sobre os escombros da paz social e da coesão nacional.

Diante desse cenário, a defesa da democracia brasileira exige lucidez e firmeza implacáveis da sociedade civil e das instituições. Desmascarar o falso patriotismo da extrema-direita brasileira é o primeiro passo para neutralizar sua capacidade de subversão e proteger o futuro do país contra tentativas golpistas. 

O Brasil precisa reencontrar o caminho da estabilidade e do desenvolvimento soberano, o que só será plenamente possível quando o caos deixar de ser instrumentalizado como ferramenta de poder político.



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Os canalhas, quando pegos, sempre usam o nome de Deus.

 


Quando figuras públicas e agressores são pegos em flagrante ou acuados por seus próprios erros, a estratégia é quase sempre a mesma: abandonam os argumentos racionais e correm para o altar. É o momento em que a máscara cai, a valentia some e o disfarce da piedade entra em cena como última cartada de sobrevivência.

Vemos isso em episódios variados, desde autoridades como o ministro andré mendonça, que, diante de questionamentos sobre seus atos, apela rapidamente para pedidos de oração; até casos de agressão e preconceito — como o do rapaz que atacou um ator da "grobu" e, após a repercussão negativa, tentou se esconder atrás da pecha de cristão perseguido. 

A tática é sempre posar de "santo na terra" para tentar escapar da cobrança social e da justiça.

Na política institucional, essa instrumentalização virou rotina, especialmente na extrema direita. Lideranças golpistas como chupetinha e michelle  transformaram o nome de Deus em um verdadeiro escudo marqueteiro e ferramenta de proteção política, criando uma narrativa de que qualquer crítica a seus erros seria um ataque à própria fé.

No fim das contas, usar o sagrado para se esquivar de responsabilidades é uma ofensa ao bom senso e à própria religião. 

A verdadeira honestidade não precisa de holofotes divinos para se sustentar; o que busca o manto sagrado como proteção só está tentando esconder seus atos imorais, ilegais e criminosos diante da justiça dos homens.

CANALHAS(!), deixem o Espírito Santo fora de suas artimanhas e sacanagens!!



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domingo, 6 de setembro de 2026

A casa-grande não engole o povo. O pl - Partido de LADRÕES e a farsa da inclusão.

 


A cena da suplente de vereadora escanteada e tratada com desprezo dentro do PL — partido da extrema-direita brasileira — é o retrato mais fiel do que essa legenda de golpistas, fascistas e milicianos representa. Enquanto usam rostos diversos como fachada para conseguir votos durante as campanhas, nos bastidores o que impera é a velha dinâmica excludente dos "machos-alfa" brancos e afortunados, que olham com nojo para quem não pertence à sua bolha de privilégios. Não há espaço real para pretos, pobres ou periféricos em um projeto político que alimenta o preconceito e serve apenas aos interesses de uma elite arcaica e colonizada.

​O que mais causa indignação, no entanto, é ver parte das próprias minorias marchando de mãos dadas com quem os despreza e ativamente trabalha para mantê-los subjugados.

É de uma cegueira profunda abraçar figuras como a familícia e sua corja, que destilam ódio contra tudo o que foge ao padrão da casa-grande — seja o pobre, o preto, o trabalhador, o petista ou qualquer um que ouse desafiar a ordem deles.

A turma do rachadinhas, bananinha e chupetinha prova o tempo todo que nos odeia; seja por meio de projetos, discursos, propostas ou entrevistas, estão sempre contra as minorias, deixando claro que esse espaço não é nosso e nos tratando como escória nos corredores do poder enquanto exigem submissão cega.

Será que não chegou a hora de dar um BASTA(!) ✋️, pobre de extrema-direita?​

Reconhecer que NÃO cabemos nesse meio e que nenhum discursinho moralista vai esconder a verdadeira face desse partido?
Continuar batendo palmas para essa gente é assinar o próprio atestado de irrelevância e compactuar com a nossa própria opressão. Nós somos a imensa maioria deste país, e a nossa dignidade vale muito mais do que ser usada como degrau por quem nos enxerga apenas com desprezo.
Por fim, vale um bom "bem feito!".
Nós avisamos.




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sábado, 5 de setembro de 2026

O messiânico andré mendonça.

 


O messias de toga finalmente desceu ao Supremo Tribunal Federal para nos salvar de nós mesmos, vestindo a túnica imaculada do paladino da justiça e da moral. Nele, a figura de andré mendonça atinge o sublime patamar da divindade jurídica: o enviado do "metido a ditador", o escolhido "terrivelmente evangélico" que encarna a pureza absoluta em meio à lama da República. 

É quase possível vê-lo caminhando sobre as águas do Lago Paranoá, operando milagres de retidão, enquanto a corte profana treme diante de tanta integridade, honestidade, moral e santidade institucional.

Mas, como todo bom milagre moderno, a fé exige desapego, especialmente das cifras, o nosso salvador da pátria, que brilha com a luz da probidade, viu-se subitamente abençoado por uma modesta colheita de 54 contratos sem licitação firmados com a administração pública, somando a bagatela de mais de R$ 10 milhões em um instituto de ensino do qual fazia parte. 

Coisas da Providência Divina, decerto. 

Afinal, quando se é um ser superior acima de qualquer suspeita, os milhões caem na conta quase por obra e graça do Espírito Santo, sem que o humilde ministro precise sujar as mãos com meros detalhes burocráticos.

Diante do alvoroço mundano causado pela revelação da imprensa, o divino mestre optou pela via da humildade franciscana: retirou-se da sociedade do instituto para dedicar-se, agora, apenas ao apostolado das aulas. Nada de contratos milionários para o santo homem, que prefere a pobreza acadêmica após ver seus milhões expostos à luz do dia. 

Resta-nos, reles mortais pecadores, aplaudir de joelhos essa alma cândida que, mesmo com os bolsos cheios e o passado extremista de direita abençoado, continua fingindo ser o farol da ética que veio expurgar os pecados do Brasil.

O novo messias da extrema-direita vai precisar de um milagre para salvar a própria biografia.



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