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segunda-feira, 19 de outubro de 2026

O debate entre um estadista e um moleque.

 


O debate da Band, ontem, escancarou mais uma vez o nível de desrespeito e a falta de seriedade que tomam conta de certos setores da política. 

Vimos o Tariflávio Rachadinhas transformar um espaço de discussão de propostas em um verdadeiro show de horrores, agindo como um moleque e repetindo a cartilha de deboche e fanfarronice que marcou figuras como pablo lamaçal e chupetinha. 

Fazer caretas e tentar roubar a cena às costas do adversário demonstra a total incapacidade de debater com argumentos sólidos.  

Esse comportamento infantil e apelativo não passa de uma cortina de fumaça para esconder a falta de conteúdo e de projeto para o país. 

O eleitor que decide apoiar um candidato focado em mentiras, sarcasmo, deboches e piadas acaba revelando a mesma falta de princípios e pudor, igualando-se a essa conduta deplorável. 

Afinal, quem se esconde atrás de polêmicas e manobras não tem coragem de encarar a verdade nem de prestar contas à sociedade.  

Fica então o desafio inevitável, proposto por Lula da Silva, para o Tariflávio Rachadinhas: por que não aproveitar essa suposta coragem e abrir de uma vez por todas os seus sigilos bancário, telefônico e telemático? 

É muito fácil bancar o valentão no palanque e debochar dos outros, mas, na hora de mostrar a transparência que o cargo exige, a conversa é outra. 

O Brasil de verdade não aguenta mais esse tipo de encenação barata e quer gente séria, comprometida com o futuro.  


#abreosigilotariflavio



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A Turma do Bullying.

 


O debate público, em muitos momentos, tem sido transformado em um palco que lembra os piores corredores da quinta série. O comportamento de deboche sistemático, os risos desdenhosos e as atitudes de intimidação, promovidos por figuras públicas e políticas que se articulam em bloco, imitam exatamente as dinâmicas de bullying que a sociedade tanto luta para erradicar das escolas e das redes digitais. 

Em vez de proposições sólidas, o foco se volta para o achincalhe, para a rotulação e para o desrespeito explícito com o interlocutor e com a população.

Quando a política se apoia na mímica do escárnio, os debates deixam de ser arenas de discussão de projetos para o país e passam a ser espetáculos de lacração e provocação contínua. 

A turma do bullying vota contra pautas fundamentais de amparo social, trabalhista e de direitos civis, mantendo um riso no rosto, o que reflete a completa desconexão entre a retórica do debochado e a realidade concreta vivida pela maioria dos cidadãos.

Mas até quando essa postura se sustenta? 

O riso largo e seguro da complacência e da impunidade costuma durar até o momento em que a realidade se impõe ou em que a consciência coletiva desperta. 

A história demonstra repetidamente que a soberba da "quinta série" não resiste ao peso das consequências das próprias escolhas políticas, ao escrutínio das instituições e, sobretudo, ao julgamento consciente do eleitorado, que cedo ou tarde exige responsabilidade, seriedade e respeito à nação.

Não aplaudam quem faz do deboche e da intimidação a sua bandeira.

Esse tipo de comportamento é um péssimo exemplo para nossas crianças e jovens. Quando a política transforma a agressão verbal em espetáculo, ensina aos mais novos que humilhar os outros é um caminho válido.

Depois, não adianta reclamar se o seu filho for vítima de bullying na escola por alguém que apenas reproduz a postura de figuras como chupetinha, rachadinhas, pavanato ou pablo lamaçal. 

A mudança começa naquilo que escolhemos tolerar e aplaudir.

É isso!


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domingo, 18 de outubro de 2026

Os donos da "grobu" podem não gostar do Lula, mas...

 


Seu motorista gosta!

Sua cozinheira gosta!

Seu jardineiro gosta!

Seu funcionário de limpeza gosta!

Os empregados da "grobu" viram este país melhorar, viram que eles podem almoçar, jantar e tomar café todo santo dia, viram que o filho deles pode entrar na universidade.

​Os pobres cresceram e puderam ganhar cidadania. Eles viram que melhorou a vida deles e eles foram respeitados. E é assim que vai continuar a ser: o pobre a ser respeitado e melhorando de vida.


Obs. O texto acima é uma adaptação da resposta que Lula da Silva deu à senadora Soraya Thronicke, no primeiro debate presidencial das Eleições de 2022, realizado pela TV Band em 28 de agosto de 2022.

P.S. o rachadinhas foi recebido pelos donos da "grobu" com direito a jantar. O Lula da Silva foi aclamado pelos trabalhadores da emissora dos marinhos. Entendeu, pobre de extrema-direita?



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Por que quem mais recebeu ajuda do governo hoje é contra Lula da Silva?

 


Se o governo beneficiou a todos — pobres e ricos — por que tanta gente é contra o combate à pobreza? A verdade que poucos contam sobre o real motivo do incômodo de certos setores da sociedade com Lula da Silva.

O agronegócio e os grandes produtores rurais sabem perfeitamente qual governo mais destinou recursos, créditos e incentivos à agricultura e à pecuária no Brasil; qual deles abriu mais mercados para os produtos brasileiro. O pessoal das Forças Armadas — Exército, Marinha e Aeronáutica — também sabe muito bem qual gestão mais investiu na modernização, elevou a moral da tropa e trouxe novas tecnologias aos militares. Setores da imprensa e da comunicação reconhecem quem mais gerou oportunidades e conquistas para o povo e para a classe trabalhadora. A classe média alta sabe qual governo fez a economia girar a ponto de permitir que ela prosperasse, mantivesse seu padrão de vida e não empobrecesse. E as lideranças religiosas e a comunidade cristã sabem perfeitamente qual governo valorizou a fé, sancionou leis de proteção à liberdade religiosa e jamais fechou igrejas, ao contrário do que espalhavam as falsas narrativas.

Se o governo Lula da Silva beneficiou e fortaleceu todos esses setores, por que muitos deles hoje se posicionam contra o Lula e seu governo?

A resposta é simples: muitos desses grupos posicionam-se contra justamente as políticas de inclusão e apoio aos mais vulneráveis.

O que incomoda esses setores não é o que o governo faz de positivo para a sociedade como um todo, mas sim o que faz por quem mais precisa.

O incômodo nasce da valorização do trabalhador e dos programas sociais que devolvem a dignidade aos historicamente marginalizados.

​Infelizmente, para certos grupos, quanto mais vulnerável e dependente o povo permanecer, mais conveniente é para a manutenção de seus privilégios. 

O que realmente incomoda é ver o cidadão humilde conquistando seus direitos e ascendendo socialmente.

É esse preconceito estrutural e a resistência em dividir oportunidades que impedem muitos de enxergar o legado transformador dos governos progressistas no Brasil.

É isso!



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O "bostanarismo", a extrema-direita e o risco ao estado democrático.

 


Faz tempo que dizemos que o "bostanarismo" está longe de ser de direita. O campo político onde figuram figuras como o "metido a ditador", chupetinha, sósthenes "malafaia" cavalcante, michelle, damares, zambelle, zanatta, bananinha e rachadinhas não representa a verdadeira tradição liberal-democrática. 

Na verdade, o bostanarismo é a expressão máxima da extrema-direita no Brasil.

Muitas das lideranças dessa extrema-direita já ultrapassaram a linha tênue da divergência política e estão lá na frente, flertando abertamente ou mergulhadas no fascismo. 

É por isso que o nosso país corre sérios riscos de retrocessos institucionais, caminhando perigosamente com o totalitarismo e o absolutismo.

Segue a transcrição da análise de Patrícia Carlos, no programa da band eleições, 👇 ​para corroborar com a diferenciação entre a direita tradicional e o bolsonarismo.

“A verdade que está acontecendo é direita e esquerda contra o bolsonarismo. Porque o bolsonarismo não é a direita do Brasil. A direita do Brasil, a gente já viveu isso: era o Alckmin, era o Serra, era o FHC, eram os liberais. Debatiam pautas econômicas e modelo de Estado, mas eram republicanos, respeitavam as nossas instituições democráticas. É muito diferente do que que é o bolsonarismo. Então, o que está havendo é um movimento nesse sentido, inclusive gente de direita, genuinamente de direita, que está inclusive indo votar no Lula porque é contra o bolsonarismo. O bolsonarismo é uma tragédia política que aconteceu no Brasil, que está acontecendo no Brasil. E, portanto, é muito importante também trazer esses votos da direita com a gente. Porque, inclusive, votar no... quem é de direita, votar no Lula agora, é a possibilidade de, em 2030, ele ter um candidato de direita com chances reais. Por quê? Porque o Lula não tem sucessor, vamos falar a verdade aqui, né? Não tem. Então, assim, o Lula vai estar no último mandato dele, o PT não tem nome à altura. Talvez o PT esteja até já pensando realmente no recuo pelo desgaste mesmo do antipetismo, né, e tudo. Então, quem é de direita e quer de fato eleger um nome de centro, neoliberal, mas, mas republicano e social-democrata, tem que votar no Lula. Eu tô fazendo esse apelo também a quem é de direita.”

É isso!



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