Depois da eleição de domingo (04/10), confesso que passei a desconfiar das urnas eletrônicas.
O que mais me causa estranheza é a vitória da extrema-direita, tanto no Senado quanto na Câmara Federal, atingindo exatamente o número de cadeiras necessário para formar uma bancada forte o suficiente para aprovar pautas bombásticas e até viabilizar impeachments de presidente da República e de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF).
É verdade que houve muita compra de votos, coação de milícias sobre o eleitorado, vandalismo e ações do TSE que prejudicaram o lado progressista. No entanto, a vitória dos extremistas de direita no Senado e na Câmara, eu creio, não se resume apenas a isso.
Como dizia Dalton: muito estranho.
Essa bancada de golpistas, fascistas e milicianos conquistou o espaço ideal para colocar em prática políticas como o armamento, a flexibilização das terras indígenas e da Amazônia, a redução da menoridade penal, a entrega da soberania aos EUA, o fim de programas sociais e a perda de direitos trabalhistas — entre tantas outras mazelas defendidas pela extrema-direita brasileira.
Ver tudo isso acontecer de forma tão milimetricamente calculada me faz pensar: será que as urnas foram burladas?
Que tipo de tecnologia poderiam ter usado para isso?
Essas dúvidas ficam ainda mais fortes quando olho para as relações da família e correligionários do "metido a ditador" com figuras como o presidente pedófilo americano e o premier nazista de Israel.
Bananinha, rachadinhas, chupetinha e companhias vivem a chupar os CUNHÕES do trump e netanyahu.
Fico imaginando se eles conseguiram encontrar alguma fórmula ou tecnologia secreta para manipular o resultado das eleições. 🤔
Será?!




