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sábado, 29 de agosto de 2026

A Agenda da Extrema-Direita no Brasil (2023–2026).

 


O Brasil, o povo brasileiro e a nossa democracia não estão melhores por causa das lideranças da extrema-direita com seus projetos, ações e propostas de ruptura democrática e ataque aos direitos sociais.

Entre os anos de 2023 e 2026, a atuação político-parlamentar do bloco da turma do rachadinhas, bananinha e chupetinha, no Congresso Nacional, consolidou um projeto de claro confronto não apenas contra o governo federal, mas contra os pilares do Estado Democrático de Direito e o bem-estar da classe trabalhadora brasileira. 

Sob o discurso de defesa da liberdade econômica e dos valores tradicionais, o conjunto de iniciativas e obstruções legislativas lideradas por essas bancadas revelou uma matriz programática que penaliza os mais pobres e fragiliza a soberania nacional.

1. Ameaça à Ordem Democrática e Impunidade Institucional.

O eixo central da atuação antidemocrática desse campo político manifestou-se nas tentativas sistemáticas de reescrever a gravidade dos ataques institucionais, culminando em projetos de anistia ampla para os condenados pelos atos golpistas de 8 de janeiro. Ao buscarem atenuar os crimes de abolição violenta do Estado de Direito e golpe de Estado, essas lideranças tentaram institucionalizar a impunidade para a violência política. Paralelamente, a ofensiva permanente contra o Supremo Tribunal Federal (STF) — expressa em Propostas de Emenda à Constituição (PECs) voltadas a cercear prerrogativas da Suprema Corte — funcionou como instrumento de pressão corporativa e tentativa de desestabilização do equilíbrio entre os Poderes da República.

2. O Ataque Sistemático à Classe Trabalhadora e aos Assalariados.

No campo socioeconômico, a atuação parlamentar alinhada a esse espectro político distinguiu-se pela resistência sistemática a conquistas históricas do operariado e das camadas populares. 

Destacaram-se nesse período:

A oposição contínua e a apresentação de emendas de desidratação a propostas de valorização do trabalho, como as discussões em torno do fim da jornada exaustiva da escala 6x1; o alinhamento com interesses corporativos globais e locais para barrar ou enfraquecer marcos regulatórios de proteção aos trabalhadores de aplicativos e plataformas digitais; a defesa intransigente da aprofundada precarização via flexibilização contratual e desonerações focalizadas que não se traduziram em redes de seguridade para o assalariado.

3. Impacto Social: Retrocessos e Punição aos Mais Pobres.

Sob a fachada de moralização, a pauta legislativa da extrema-direita priorizou o punitivismo e o cerceamento de direitos fundamentais. Projetos voltados à criminalização de movimentos sociais de luta por terra e moradia equiparam protestos legítimos a atos de sabotagem, enquanto pautas de controle ideológico na educação tentaram impor a censura a professores e a restrição ao pensamento crítico nas escolas. Para os estratos mais vulneráveis da população, essa agenda representou a negação de políticas públicas inclusivas e aprofundou as bases da desigualdade social.

Conclusão. 👇

Em suma, o bloco da extrema-direita no parlamento brasileiro estruturou, nos últimos anos, uma estratégia de oposição frontal que uniu o enfraquecimento das instituições democráticas ao desmonte das proteções sociais do povo brasileiro. Ao enfraquecer o Estado regulador e protetor, priorizou-se um modelo que desampara o assalariado, protege violadores da ordem constitucional e aprofunda as vulnerabilidades históricas do país.

O rachadinhas sabe o que ele e sua turma fizeram nesses últimos quatro anos.

A extrema-direita brasileira foi uma "pedra no sapato" do povo, do país e da democracia. 

É isso!

O que mudou na vida do brasileiro de 2023 a 2026?

 

Esse foi o questionamento feito pelo rachadinhas ontem na sabatina da "grobu". Poderia elencar várias melhorias que o povo brasileiro conseguiu após o fracassado governo do golpista "metido a ditador", mas decidi jogar a questão para uma IA responder. 

Perguntei ao gemini: o que melhorou na vida do povo brasileiro nos últimos quatro anos? 👇

"​Quando se discute o rumo do país e o impacto das políticas públicas e da economia no dia a dia da população, o debate político costuma polarizar opiniões. No entanto, ao cruzarmos o período compreendido entre 2023 e 2026 com os dados oficiais de órgãos de estatística, como o IBGE, e de organismos internacionais, como a FAO (Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura), o cenário revela mudanças concretas em indicadores sociais e de consumo fundamentais para as famílias brasileiras.

1. A Retirada do Brasil do Mapa da Fome.

Um dos marcos sociais mais expressivos do período foi a confirmação, reiterada por relatórios sucessivos da ONU, de que o Brasil se manteve fora do Mapa da Fome. Para figurar nesse mapa, um país precisa ter mais de 2,5% de sua população em situação de subalimentação crônica. O retorno do país à faixa de segurança alimentar foi impulsionado pelo fortalecimento de redes de proteção social, pelo reajuste de programas de transferência de renda e pela retomada do poder de compra dos mais vulneráveis.  

2. Emprego em Alta e Recuperação da Renda.

O mercado de trabalho brasileiro passou por um ciclo de forte dinamismo. Os índices de desocupação medidos pela PNAD Contínua do IBGE registraram taxas consistentemente baixas, situando-se na faixa entre 5% e 6%, patamares historicamente reduzidos para a série estatística. Além disso, o país bateu recordes de população ocupada (ultrapassando a marca de 103 milhões de trabalhadores) e de formalização via carteira assinada no setor privado. Com mais pessoas empregadas, a massa de rendimento real das famílias apresentou expansão, refletindo diretamente no poder de compra cotidiano.

3. Dinâmica de Consumo: Da Mesa aos Bens Duráveis.

Diferente de cenários de retração profunda vistos em outras economias sul-americanas — como a Argentina, que enfrentou quedas históricas e os menores níveis de consumo interno de carne bovina em décadas devido à inflação e a fortes ajustes estruturais — o Brasil sustentou o abastecimento do mercado interno de proteínas e alimentos.  

No setor de bens de consumo de maior valor agregado, o cenário também demonstrou resiliência. ​O mercado automotivo manteve fluxos robustos de emplacamentos e alta movimentação de veículos novos e seminovos. ​O setor imobiliário seguiu aquecido, impulsionado tanto por programas habitacionais de interesse social quanto por linhas de crédito voltadas à aquisição de apartamentos e imóveis de médio padrão, sustentado pela confiança de médio prazo das famílias."

A conclusão​: 👇

Evidentemente, o cotidiano do cidadão ainda convive com arestas e desafios importantes, a começar pelo custo de vida e pelo impacto de taxas de juros em patamares elevados, que exigem o orçamento doméstico. Contudo, ao analisar o panorama macro e social de 2023 a 2026, os dados demonstram que a vida do brasileiro experimentou melhorias palpáveis na segurança alimentar, na estabilidade laboral e na capacidade de consumo básico em comparação aos anos de crise anteriores.

O rachadinhas sabe que a situação do brasileiro poderia estar muito melhor, não fosse a política entreguista, antipátria, antipovo e antidemocracia empregada pelas lideranças da extrema-direita brasileira, da qual ele e sua familícia são responsáveis. 

Em breve traremos um levantamento dos projetos e ações da extrema-direita contra o Brasil, o povo e a democracia.

Por enquanto é isso!

Recife: A Capital dos Pula-Catraca e a Falência Silenciosa da Cidadania.

 

Andar de transporte público em Recife tem se tornado um exercício diário de espanto e indignação. Quem transita pela nossa capital e pela Região Metropolitana percebe, sem grande esforço, que normalizamos o absurdo. Mais do que isso: criamos, sem querer, um título nada honroso para a nossa terra. Para mim, Recife caminha a passos firmes para se tornar a capital dos pula-catraca.

O fenômeno não escolhe mais cenário. Acontece nas paradas ao longo das avenidas, nos sistemas de BRT onde passageiros ignoram o risco de morte para entrar pelas portas laterais de vidro, e — no que há de mais surreal — dentro dos próprios terminais de integração. Estamos falando de locais com forte aparato de segurança, policiamento ostensivo, câmeras de monitoramento e catracas duplas. Ainda assim, o salto sobre o obstáculo virou rotina.

O que mais choca, contudo, é a mudança de perfil de quem adota essa prática. Anos atrás, a evasão de tarifa era quase sempre associada a pessoas em extrema vulnerabilidade social, empurradas pela miséria. Hoje, a realidade é outra. Vemos trabalhadores, estudantes e jovens de classe média — muitos na faixa dos 20 a 30 anos, ostentando roupas de grife, smartphones caros e acessórios de marca — praticando o ato com naturalidade.

O problema ganha contornos ainda mais graves quando atinge a rede de ensino. Em uma única viagem recente pela Avenida 13 de Maio, nas proximidades de uma escola estadual, presenciei cerca de 15 alunos uniformizados entrarem no coletivo: no mínimo 12 deles pularam a catraca. Estamos falando de jovens que recebem passe-livre ou auxílio-transporte justamente para estudar. Onde está o papel formativo da escola? Onde está a intervenção pedagógica do Estado e da Prefeitura para frear essa inversão de valores?

A cena se repete em outros grupos que deveriam carregar o bônus da responsabilidade profissional. Já me deparei com jovens aprendizes — portando orgulhosamente o uniforme e o logotipo das empresas onde trabalham — cometendo o mesmo ato reprovável. É um contrassenso doloroso: vestir a camisa de uma instituição nobre enquanto se desrespeita o pacto social mais básico de convivência urbana.

Como pai, cidadão e educador, essa realidade me causa uma profunda angústia. O que verdadeiramente assusta não é apenas a ousadia inconsequente dos jovens, mas a perigosa conivência social ao redor. Não é raro presenciar transeuntes e até familiares que acham graça, rindo e aplaudindo o espetáculo da desonestidade que se normalizou diante de nossos olhos.

Viajo, faço questão de utilizar o transporte público nas cidades por onde ando, e não encontro esse nível de desrespeito generalizado em nenhum outro lugar. A apatia das autoridades diante do problema é ensurdecedora; parecem ignorar que a impunidade na pequena infração é a escola preparatória para a grande criminalidade.

Se queremos um futuro melhor para Recife, precisamos urgentemente resgatar o civismo, cobrar das autoridades uma fiscalização real e reatar o elo entre a educação formal e a formação de caráter. Afinal, uma cidade que aplaude quem burla a lei está, lentamente, assinando o atestado de falência do seu próprio futuro.

O caminho para mudança sempre é a educação.


P.S. imagem produzida por IA.

Continua a farra dos "sertanojos".


Confesso que não sabia quem era essa moça, ana castela, até a repercussão dela com o chupetinha na Festa Milionária de Barreiros.


Num Brasil "quebrado" por Lula da Silva, muitos chegam a gastar 1 MILHÃO em 10 dias de diversão. Cem mil reais por cada dia de shows de sertanojos como essa moça, apoiadora de lideranças golpistas.

Não a conhecia.

Com exceção de Roberta Miranda, Marília Mendonça e outros poucos artistas desse ritmo, não acompanho, não ouço e não prestigio nenhum desses "biliardários" sertanojos que vivem a ganhar milhões em shows pagos por prefeituras de cidades pequenas, interioranas e de gente pobre que precisa de recursos públicos para saúde, educação e infraestrutura nos seus bairros.

Faz tempo que denunciamos toda essa farra dos sertanojos. 👇

https://emiltonx.blogspot.com/2026/04/imoral-ilegal-ou-criminoso.html?m=1

Eles, juntamente com toda a extrema-direita brasileira, criticam a Lei Rouanet, mas se beneficiam de valores públicos que seriam destinados a melhorar a vida da população desses municípios.

É imoral, ilegal e muitas vezes criminosa essa máfia entre artistas do sertanojo, prefeitos e deputados golpistas, fascistas e milicianos.

Desvio de dinheiro público na cara dura!

Até quando?



segunda-feira, 24 de agosto de 2026

Política, respeito e o limite da civilidade.

 


Há uma linha tênue, porém intransponível, que separa o debate político civilizado da manifestação de pura intolerância. 

É lamentável assistir a cenas recentes em Barreiros, durante um show, em que reações desmedidas e agressivas contra a figura do presidente da República ganham espaço, vindas inclusive de parcelas com maior poder aquisitivo.

No vídeo que circula nas redes, pode-se ver o deputado nikolas chupetinha eufórico com o público, mandando Lula da Silva "TNC", ato que, na verdade, eles próprios, na surdina, estão acostumados a realizar.

Fazer política exige divergência de ideias, confronto de projetos e, sobretudo, respeito institucional. Quem nos acompanha sabe que recorremos à ironia e à crítica firme quando necessário, mas jamais à desumanização do adversário. 

No Brasil, as lideranças golpistas, fascistas e milicianas, seja na política, imprensa, justiça, mercado ou no "sertanojo", em sua vertente mais radical, parecem insistir em normalizar o ataque e a hostilidade como método de ação pública.

O Brasil não precisa de mais ódio destilado em praças públicas ou eventos de artistas como gustavo "laranja" lima; o Brasil precisa de discernimento. 

Oposição se faz com argumentos e urnas, não com a corrosão daquilo que ainda nos resta de convivência democrática civilizada.

Mais uma página suja e vergonhosa no livro da vida do sertanojo, gustavo "laranja" lima.



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