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domingo, 18 de outubro de 2026

Os donos da "grobu" podem não gostar do Lula, mas...

 


Seu motorista gosta!

Sua cozinheira gosta!

Seu jardineiro gosta!

Seu funcionário de limpeza gosta!

Os empregados da "grobu" viram este país melhorar, viram que eles podem almoçar, jantar e tomar café todo santo dia, viram que o filho deles pode entrar na universidade.

​Os pobres cresceram e puderam ganhar cidadania. Eles viram que melhorou a vida deles e eles foram respeitados. E é assim que vai continuar a ser: o pobre a ser respeitado e melhorando de vida.


Obs. O texto acima é uma adaptação da resposta que Lula da Silva deu à senadora Soraya Thronicke, no primeiro debate presidencial das Eleições de 2022, realizado pela TV Band em 28 de agosto de 2022.

P.S. o rachadinhas foi recebido pelos donos da "grobu" com direito a jantar. O Lula da Silva foi aclamado pelos trabalhadores da emissora dos marinhos. Entendeu, pobre de extrema-direita?

Por que quem mais recebeu ajuda do governo hoje é contra Lula da Silva?

 


Se o governo beneficiou a todos — pobres e ricos — por que tanta gente é contra o combate à pobreza? A verdade que poucos contam sobre o real motivo do incômodo de certos setores da sociedade com Lula da Silva.

O agronegócio e os grandes produtores rurais sabem perfeitamente qual governo mais destinou recursos, créditos e incentivos à agricultura e à pecuária no Brasil; qual deles abriu mais mercados para os produtos brasileiro. O pessoal das Forças Armadas — Exército, Marinha e Aeronáutica — também sabe muito bem qual gestão mais investiu na modernização, elevou a moral da tropa e trouxe novas tecnologias aos militares. Setores da imprensa e da comunicação reconhecem quem mais gerou oportunidades e conquistas para o povo e para a classe trabalhadora. A classe média alta sabe qual governo fez a economia girar a ponto de permitir que ela prosperasse, mantivesse seu padrão de vida e não empobrecesse. E as lideranças religiosas e a comunidade cristã sabem perfeitamente qual governo valorizou a fé, sancionou leis de proteção à liberdade religiosa e jamais fechou igrejas, ao contrário do que espalhavam as falsas narrativas.

Se o governo Lula da Silva beneficiou e fortaleceu todos esses setores, por que muitos deles hoje se posicionam contra o Lula e seu governo?

A resposta é simples: muitos desses grupos posicionam-se contra justamente as políticas de inclusão e apoio aos mais vulneráveis.

O que incomoda esses setores não é o que o governo faz de positivo para a sociedade como um todo, mas sim o que faz por quem mais precisa.

O incômodo nasce da valorização do trabalhador e dos programas sociais que devolvem a dignidade aos historicamente marginalizados.

​Infelizmente, para certos grupos, quanto mais vulnerável e dependente o povo permanecer, mais conveniente é para a manutenção de seus privilégios. 

O que realmente incomoda é ver o cidadão humilde conquistando seus direitos e ascendendo socialmente.

É esse preconceito estrutural e a resistência em dividir oportunidades que impedem muitos de enxergar o legado transformador dos governos progressistas no Brasil.

É isso!

O "bostanarismo", a extrema-direita e o risco ao estado democrático.

 


Faz tempo que dizemos que o "bostanarismo" está longe de ser de direita. O campo político onde figuram figuras como o "metido a ditador", chupetinha, sósthenes "malafaia" cavalcante, michelle, damares, zambelle, zanatta, bananinha e rachadinhas não representa a verdadeira tradição liberal-democrática. 

Na verdade, o bostanarismo é a expressão máxima da extrema-direita no Brasil.

Muitas das lideranças dessa extrema-direita já ultrapassaram a linha tênue da divergência política e estão lá na frente, flertando abertamente ou mergulhadas no fascismo. 

É por isso que o nosso país corre sérios riscos de retrocessos institucionais, caminhando perigosamente com o totalitarismo e o absolutismo.

Segue a transcrição da análise de Patrícia Carlos, no programa da band eleições, 👇 ​para corroborar com a diferenciação entre a direita tradicional e o bolsonarismo.

“A verdade que está acontecendo é direita e esquerda contra o bolsonarismo. Porque o bolsonarismo não é a direita do Brasil. A direita do Brasil, a gente já viveu isso: era o Alckmin, era o Serra, era o FHC, eram os liberais. Debatiam pautas econômicas e modelo de Estado, mas eram republicanos, respeitavam as nossas instituições democráticas. É muito diferente do que que é o bolsonarismo. Então, o que está havendo é um movimento nesse sentido, inclusive gente de direita, genuinamente de direita, que está inclusive indo votar no Lula porque é contra o bolsonarismo. O bolsonarismo é uma tragédia política que aconteceu no Brasil, que está acontecendo no Brasil. E, portanto, é muito importante também trazer esses votos da direita com a gente. Porque, inclusive, votar no... quem é de direita, votar no Lula agora, é a possibilidade de, em 2030, ele ter um candidato de direita com chances reais. Por quê? Porque o Lula não tem sucessor, vamos falar a verdade aqui, né? Não tem. Então, assim, o Lula vai estar no último mandato dele, o PT não tem nome à altura. Talvez o PT esteja até já pensando realmente no recuo pelo desgaste mesmo do antipetismo, né, e tudo. Então, quem é de direita e quer de fato eleger um nome de centro, neoliberal, mas, mas republicano e social-democrata, tem que votar no Lula. Eu tô fazendo esse apelo também a quem é de direita.”

É isso!



domingo, 11 de outubro de 2026

E o Outubro Vermelho continua!!!

 


As mobilizações populares em apoio ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva ganharam enorme dimensão nacional. 

Frentes democráticas, movimentos sociais, entidades estudantis (com destaque para a UNE) e centrais sindicais organizaram passeatas, caminhadas e panfletagens que ocuparam praças e avenidas em mais de 50 municípios das diversas regiões brasileiras, incluindo capitais como Rio de Janeiro, Salvador, Porto Alegre, Brasília e Goiânia.

Os atos reuniram centenas de milhares de pessoas em um movimento focado no engajamento direto contra a extrema-direita e o fascismo e na busca por cada voto.  


O grande epicentro do dia ocorreu na Avenida Paulista, em São Paulo, durante a Marcha pela Democracia. 

A concentração começou no fim da manhã nas imediações do MASP e ocupou por completo as pistas nos dois sentidos da via ao longo de vários quarteirões. A manifestação contou com a presença do presidente Lula da Silva, do vice-presidente Geraldo Alckmin, além de governadores, lideranças políticas e diversos artistas. O volume de público na Paulista foi estimado pelos organizadores em cerca de 1 milhão de pessoas. Durante seu discurso, centrado no apelo à juventude e em pautas do mercado de trabalho e educação, o presidente ressaltou que este país não pode perder a democracia e reforçou a cobrança ao Congresso para a votação do fim da escala 6x1.  


A grande dimensão do ato na capital paulista e o recorde de engajamento popular das mobilizações reforçam o ritmo de recuperação da candidatura de Lula na disputa do segundo turno contra o irmãozão do vorcaro,  o rachadinhas, trazendo forte sinal de virada para a votação decisiva do dia 25 de outubro.

É hora de transformar toda a força e a energia democrática demonstradas nas ruas na determinação necessária para ir ao encontro dos indecisos e ocupar cada espaço até o dia 25 de outubro, garantindo que o povo brasileiro unido nas praças, redes e avenidas conquiste a virada e faça triunfar a democracia, o futuro da juventude e a justiça social!

Ainda dá tempo.



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Escolhendo votar no seu próprio CARRASCO.

 


O pobre de extrema-direita, principalmente o trabalhador assalariado, fazendo campanha e defendendo quem tem projetos contra o povo pobre de agora e das próximas gerações, parece até uma película de ficção. 

Em vídeos que circulam por aí, a narrativa da extrema-direita não esconde o plano: acabar com o salário mínimo garantido por lei, extinguir direitos básicos como férias e 13º, e jogar o trabalhador sozinho, sem nenhuma proteção do Estado, para "negociar" de igual para igual com o patrão.

É uma verdadeira piada de mau gosto achar que alguém que ganha o pão com o suor do próprio rosto vai conseguir peitar o dono da empresa para exigir melhores condições.

O resultado dessa lógica desumana nós já conhecemos bem: a lei da selva, em que o mais forte — no caso, quem detém o capital — dita as regras e esmaga quem precisa do emprego para sobreviver.

Enquanto os mais velhos lutam para conseguir se aposentar com o mínimo de dignidade após uma vida inteira de trabalho, a juventude está sendo manipulada para aplaudir a própria exploração, acreditando na ilusão barata de que precarização é sinônimo de "liberdade".

É o clássico caso da barata torcendo pelo inseticida ou do peru votando a favor do Natal.

Acorda, pobre de extrema-direita!

Chega de ingenuidade e de cair no conto do vigário dessa gente que nunca pegou um ônibus lotado às cinco da manhã.

Defender pautas da extrema-direita sendo pobre é assinar o atestado de que você prefere pagar para trabalhar enquanto o empresariado lucra em cima da sua miséria.

Continuar batendo palma para quem quer te escravizar não é sinal de liberdade; é BURRICE! 

É síndrome de Estocolmo com carteira assinada. 

Afinal, por que se contentar apenas em ser explorado quando você pode fazer campanha de graça para o seu próprio carrasco?

Não é mesmo, pobre de extrema-direita!




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