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segunda-feira, 26 de outubro de 2026

A eleição de 2030 começa hoje.

 


O resultado das urnas mal foi consolidado e o recado para o campo progressista já é evidente: o processo eleitoral de 2030 começa agora. 

Pela primeira vez em décadas, o cenário político brasileiro passará por uma transição histórica ao não contar com o seu maior líder popular e puxador de votos natural, Luiz Inácio Lula da Silva. 

Sem o chamado “Efeito Lula” — essa capacidade única de mobilizar multidões e dialogar diretamente com o povo —, o cenário político fica totalmente aberto para novos rumos.  

As últimas eleições deixaram claro que a movimentação das ruas e a vitória nas urnas não aconteceram apenas pelo apoio direto ao PT, mas também pela força expressiva do sentimento anti-bostanarista. 

No entanto, dependendo do momento, apenas a rejeição ao adversário não será suficiente para sustentar um projeto de país no longo prazo. Com o fim de um ciclo de liderança tão marcante, torna-se urgente construir bases sólidas que vão além do contraponto eleitoral.  

Enquanto a esquerda busca caminhos, o campo da direita e da extrema-direita caminha para uma inevitável divisão. Nomes como Ciro Gomes — que tomou novos rumos políticos — e governadores como Efizema tendem a disputar espaços de centro-direita e direita. Ao mesmo tempo, uma disputa acirrada deve acontecer entre figuras da extrema-direita como rachadinhas, tarcísio "netanyahu", pablo lamarçal e chupetinha. 

Essa abundância de pré-candidatos e vaidades vai gerar um racha profundo no setor conservador,  golpista,  fascista e miliciano.

É exatamente nesse cenário de fragmentação do adversário que reside a oportunidade e o dever dos progressistas de enfrentar um grupo político que atua sem limites éticos e morais e que, portanto, exige estratégia antecipada e, acima de tudo, união. 

Enquanto o outro lado se divide em disputas egoístas por espaço, o campo progressista precisa marchar junto, sem espaço para vaidades ou divisões internas.  

Para que essa união traga resultados, o trabalho de renovação e escolha de nomes viáveis não pode ser deixado para a última hora. Opções como o retorno de Flávio Dino à política partidária surgem como alternativas consistentes devido à sua experiência nos três Poderes.

É preciso cultivar hoje o nome que vai representar essa caminhada e manter a confiança de quem sempre esteve ao nosso lado.  

Esperar os prazos oficiais para organizar a casa seria um erro fatal. 

Diante de um cenário completamente novo e desafiador, a preparação, o diálogo com as bases e a busca pela unidade devem ser imediatos. 

É por isso que o compromisso com o futuro do Brasil não pode adiar nem mais um dia: a eleição de 2030 começa hoje.

Você, "cristão" de extrema-direita, ainda duvida que Deus é com Lula?

 


Em outubro de 22, postamos esse texto: 👇

https://emiltonx.blogspot.com/2022/10/o-ungido-de-deus.html?m=1

Quatro anos depois, é indigno constatar pessoas que duvidam da mão de Deus sobre a vida e a história de Lula da Silva. 

É uma profunda heresia e um desconhecimento do Evangelho afirmar que um cristão não pode ser progressista ou que o verdadeiro cristão não segue a esquerda. 

Reduzir a fé a uma cartilha da extrema-direita ignora que o cerne do cristianismo reside na justiça social, no cuidado com os vulneráveis e na exaltação dos humilhados. Valores que se alinham à trajetória do ex-menino de Caetês, cuja vida de superação, perseguição e restauração reflete a providência divina que ergue o caído diante dos seus opressores. 

Enquanto o extremismo de direita prega a exclusão, o ódio e o egoísmo, o Evangelho exorta ao acolhimento aos famintos, à paz e ao amor ao próximo, pautas genuinamente progressistas. 

Dizer que quem vota na esquerda não é de Deus é inverter a essência de Cristo, que sempre colocou a compaixão e a dignidade humana acima de intolerâncias políticas. 

O Senhor guia os passos daqueles que buscam alimentar o povo e defender o oprimido, mostrando que nenhum grupo político detém o monopólio da bênção e o propósito divino se manifesta onde há amor, igualdade e justiça para os mais pobres.

Você, pobre de extrema-direita que se enxerga como cristão, vai continuar deturpando a verdade do Cristo Torturado até quando?

Por que o Tariflávio Rachadinhas perdeu a eleição? Quem foram os culpados e o que aconteceu?

 


A derrota do irmãozão do vorcaro na disputa eleitoral pode ser explicada por uma combinação de erros estratégicos do próprio candidato e uma forte mobilização popular da oposição.

Em primeiro lugar, destacam-se a soberba e a arrogância demonstradas publicamente, como em declarações sugerindo que seu pai lhe passaria a faixa presidencial — ignorando a situação jurídica do ex-presidente moribundo, presidiário e golpista, além de sugerir uma clara afronta ao Supremo Tribunal Federal.

Além disso, o peso de seu histórico minou sua credibilidade junto ao eleitorado sensato. Acusações de lavagem de dinheiro, farras, orgias e recorrentes associações a milícias e esquemas escusos geraram forte rejeição.

Outro ponto decisivo foi a veiculação de conteúdos falsos, como o vídeo produzido pelo Chupetinha sobre o Nordeste. Rapidamente desmentido e checado, o material causou indignação no eleitorado nordestino, que reconhece as transformações sociais promovidas pelos governos do PT na região.

No campo tático, a aproximação com pablo Lamarçal provou ser desastrosa. 

Atuando como estrategista e coach, Lamarçal induziu Tariflávio Rachadinhas a adotar uma postura ainda mais agressiva e zombeteira nos debates e na campanha, incluindo provocações chulas como chamar Lula de "nove dedos", o que gerou repúdio da sociedade brasileira.

O pablo Lamarçal não agregou votos e apenas ampliou a rejeição ao Rachadinhas.

Por outro lado, o protagonismo do campo progressista foi determinante. 

A articulação de André Janones e o engajamento do "Exército do Lula" nas redes sociais contra-atacaram com eficiência. Nas ruas, a mobilização dos estudantes e da classe trabalhadora desde o fim do primeiro turno, somada ao esforço dos idosos que fizeram questão de ir às urnas, selou o resultado.

Em suma, embora a força da militância opositora tenha sido fundamental, os maiores responsáveis pela derrota foram o próprio Tariflávio Rachadinhas, suas atitudes, seu passado, as escolhas erradas de sua campanha e sua turma.

O Chupetinha e o Lamarçal foram verdadeiros "camisas 10" de Lula da Silva.

domingo, 25 de outubro de 2026

Bagunçaram o processo eleitoral por incompetência ou por razão providencial?

 


​A gestão do Tribunal Superior Eleitoral sob a condução dos ministros defensores de golpistas, fascistas e milicianos, nunes marques e andré mendonça, tem sido alvo de severas críticas e questionamentos por razões óbvias: os caras bagunçaram o processo eleitoral de 2026.

Foram omissos e inertes diante de episódios graves e agressões institucionais promovidas por lideranças ligadas ao candidato Tariflávio Rachadinhas.

A omissão dos dois magistrados exigiu que outros membros do Judiciário assumissem a iniciativa para coibir abusos e crimes cometidos contra a democracia.

Essa perceptível falta de celeridade e rigor no combate a práticas irregulares alimenta um sentimento generalizado de indignação e desconfiança sobre a capacidade da atual cúpula do tribunal em resguardar a ordem democrática.

Ao não agir com a energia e a antecipação necessárias diante de ameaças explícitas ao pleito, a presidência e a vice-presidência da Corte acabam transmitindo uma mensagem de leniência, comprometendo a credibilidade das instituições e deixando transparecer uma atuação que falha em proteger as regras do jogo eleitoral com a devida altivez.

Essa complacência de nunes marques e andré mendonça se deu por incompetência mesmo?

Ou será que criaram um ambiente perfeito para, caso o Rachadinhas perca a eleição, pedirem a anulação da eleição presidencial no 2º turno?

Entre a democracia e os golpistas, os dois togados extremistas de direita optaram por defender os golpistas.

Portanto, se são capazes de trair a própria democracia para proteger golpistas, são capazes de absolutamente qualquer coisa.

Denúncia sobre irregularidades, sabotagens e violência no Processo Eleitoral.

 


Ao longo da semana, lideranças da extrema-direita ligadas diretamente ao candidato Tariflávio Rachadinhas mobilizaram eleitores a votar no período da manhã, gerando forte expectativa e desconfiança sobre o andamento do pleito, com possíveis ações que prejudicassem o processo de votação.

A extrema-direita, desde a eleição de 2018 e 2022, tem criado episódios graves que atentam contra a democracia e a integridade do processo eleitoral.

Estava claro que a eleição de 2026 não seria diferente. Afinal, o processo eleitoral está lidando com gente de uma extrema-direita sem escrúpulos, sem ética e nem dignidade moral. 

Entre os principais problemas causados para beneficiar o candidato golpista, fascista e miliciano, estão as práticas de vandalismo e sabotagem contra as urnas eletrônicas, com episódios em que eleitores utilizaram cola para travar as teclas (especialmente os números 1 e 3), numa tentativa deliberada de inviabilizar a digitação completa dos números do candidato adversário.

Outro caso grave envolve as severas restrições ao transporte público, como a falta e a retenção de frotas de ônibus em capitais, a exemplo de São Paulo e Salvador, o que gerou medidas judiciais da Justiça Eleitoral e prejudicou o deslocamento dos cidadãos até as seções eleitorais.

Também foram registradas dificuldades no deslocamento interregional por meio de restrições em voos de companhias como a Gol, atrapalhando a viagem de eleitores do Sul e Sudeste rumo ao Nordeste para exercerem o direito ao voto.

Somam-se a isso as denúncias de impedimentos e recusa de transporte gratuito legalmente garantido a comunidades indígenas e populações isoladas, além de relatos de motoristas de aplicativo que se recusaram a atender chamados em áreas estratégicas.

Para além das barreiras logísticas, o pleito está sendo atingido por episódios explícitos de violência política, agressões e vandalismo, incluindo ataques a veículos adesivados com símbolos do partido opositor e atos extremistas que culminaram em tragédias, como o assassinato de um engenheiro petista na cidade de Santos por militantes adversários após uma manifestação.

Diante da constatação de que a extrema-direita tem agido com má-fé em sucessivos pleitos presidenciais desde 2018, torna-se indispensável exigir rigor na apuração, revisão dos atos e punição dos responsáveis, inclusive investigando a postura e a omissão de autoridades e forças policiais que falham no dever de neutralidade e fiscalização.