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quarta-feira, 28 de outubro de 2026

Não vou cansar de repetir: 👇

 


Quer demitir todos os petistas, lulistas, socialistas, comunistas e progressistas da sua empresa por causa da ideologia? 

Você pode, mas... 👇👇

Esta é uma prática associada ao nazismo. O político que incentivar ou aderir a esse tipo de movimento pode — e deve — ter seu mandato cassado. O cargo público, independentemente da ideologia de quem o exerce, não pode ser utilizado para favorecer ou prejudicar grupos específicos. A função pública pertence à coletividade e, portanto, deve servir a toda a sociedade.


Outra coisa: 👇👇👇

A indenizações por danos morais decorrentes de assédio eleitoral e demissões discriminatórias variam bastante, mas frequentemente ficam na faixa de R$ 10.000 a R$ 50.000 por trabalhador, dependendo do impacto emocional e da agressividade da conduta do empregador.


É isso!

Advogados TRABALHISTAS rindo à toa.

 


A discriminação e a perseguição no ambiente de trabalho por motivos políticos, além de eticamente inaceitáveis, configuram crime de assédio eleitoral. 

Trocar trabalhadores sérios, honestos e comprometidos por pessoas com fortes traços de fanatismo ideológico ou nitidamente influenciadas por fake news é uma atitude inconsequente que coloca em risco a própria sustentabilidade dos negócios. 

No entanto, para o empresário sem escrúpulos, pode parecer rentável contratar os pobres de extrema-direita na expectativa de submetê-los a escalas exaustivas como a 7x0, sem direito a benefícios fundamentais como hora extra, férias, 13º salário, FGTS, descanso remunerado, adicional noturno, vale-transporte e ticket-alimentação, trocando a produtividade por pura exploração.

É nítido que esse movimento de "demissão por ideologia" não parte apenas de empresários, mas de grupos extremistas e radicais ligados a lideranças golpistas, fascistas e milicianas, que utilizam as redes sociais para espalhar o ódio e mobilizar os alienados e facilmente manipulados pobres de extrema-direita. 

Ao tentar impor preconceitos e discriminações, seja por posicionamento político, xenofobia, raça, religião, orientação sexual ou qualquer outra condição pessoal, esses movimentos incentivam práticas ilegais que ferem frontalmente os direitos fundamentais garantidos pela Constituição Federal e pela legislação trabalhista.

As consequências para quem cede a esse tipo de pressão chegam rapidamente na Justiça do Trabalho. 

A demissão arbitrária e discriminatória gera uma inevitável onda de processos judiciais e indenizações pesadas, transformando o preconceito e o fanatismo em um prejuízo financeiro direto capaz de falir uma empresa. 

O trabalho sério, a dignidade do trabalhador e o respeito às leis devem sempre prevalecer sobre qualquer alienação ou tentativa de retrocesso social.

É isso!

O povo superou as barreiras levantadas no caminho para as urnas.

 


Se a ideia de segurar a frota de ônibus no dia do segundo turno era deixar o eleitor de baixa renda em casa, a estratégia falhou feio. 

Em várias capitais e cidades importantes, com Salvador virando o símbolo da confusão por causa da tal retenção de coletivos nas garagens, a população sentiu na pele o desrespeito do poder público num momento tão importante para a democracia. 

No entanto, em vez de desistir, o eleitor deu um jeito de chegar às urnas.

O resultado da eleição presidencial foi o recado mais claro e sonoro que o país poderia dar. A margem que garantiu a vitória de Luiz Inácio Lula da Silva, com 64,2 milhões de votos contra os 59,8 milhões do tariflávio rachadinhas, abriu uma vantagem de mais de 4,39 milhões de votos. 

Uma diferença gigante, que provou que nenhuma catraca fechada ou desculpa logística tem força suficiente para barrar a vontade popular quando o eleitor decide se posicionar.

Enquanto a população fazia a sua parte, a Justiça Eleitoral e o STF tiveram que correr atrás do prejuízo no próprio domingo de votação. Diante da morosidade e da "cara de paisagem" do presidente do TSE, nunes marques, o STF precisou agir de urgência para garantir que as urnas ficassem abertas até as 19h onde o transporte falhou.

Passada a ressaca da eleição, o trabalho duro agora é com a Polícia Federal, que vai ter que cruzar os dados de telemetria das garagens, itinerários e bilhetagem para saber quem agiu com dolo, ou seja, com a intenção clara de sabotar a ida do cidadão até a seção eleitoral.

O recado final das investigações cairá direto no colo dos gestores públicos. Os prefeitos desses municípios, uma vez constatado o crime contra o processo eleitoral, deverão ser condenados, perder o cargo, perder os direitos políticos e ser presos.

O direito de ir e vir para votar é sagrado.

​Mais grave ainda foi a postura antidemocrática da empresa de aviação Gol, que impediu brasileiros de viajarem para seu domicílio eleitoral, cancelando as viagens e remarcando-as para o dia seguinte.

Se a investigação da PF comprovar que prefeitos ou empresários usaram a frota de ônibus, trens, barcas, carros ou aviões como peça de jogo político, as punições não vão parar em multas: vão avançar para processos criminais e perda de direitos políticos por abuso de poder.

A mobilidade urbana nunca mais poderá ser usada como tranca na porta da democracia.

É isso!

segunda-feira, 26 de outubro de 2026

A eleição de 2030 começa hoje.

 


O resultado das urnas mal foi consolidado e o recado para o campo progressista já é evidente: o processo eleitoral de 2030 começa agora. 

Pela primeira vez em décadas, o cenário político brasileiro passará por uma transição histórica ao não contar com o seu maior líder popular e puxador de votos natural, Luiz Inácio Lula da Silva. 

Sem o chamado “Efeito Lula” — essa capacidade única de mobilizar multidões e dialogar diretamente com o povo —, o cenário político fica totalmente aberto para novos rumos.  

As últimas eleições deixaram claro que a movimentação das ruas e a vitória nas urnas não aconteceram apenas pelo apoio direto ao PT, mas também pela força expressiva do sentimento anti-bostanarista. 

No entanto, dependendo do momento, apenas a rejeição ao adversário não será suficiente para sustentar um projeto de país no longo prazo. Com o fim de um ciclo de liderança tão marcante, torna-se urgente construir bases sólidas que vão além do contraponto eleitoral.  

Enquanto a esquerda busca caminhos, o campo da direita e da extrema-direita caminha para uma inevitável divisão. Nomes como Ciro Gomes — que tomou novos rumos políticos — e governadores como Efizema tendem a disputar espaços de centro-direita e direita. Ao mesmo tempo, uma disputa acirrada deve acontecer entre figuras da extrema-direita como rachadinhas, tarcísio "netanyahu", pablo lamarçal e chupetinha. 

Essa abundância de pré-candidatos e vaidades vai gerar um racha profundo no setor conservador,  golpista,  fascista e miliciano.

É exatamente nesse cenário de fragmentação do adversário que reside a oportunidade e o dever dos progressistas de enfrentar um grupo político que atua sem limites éticos e morais e que, portanto, exige estratégia antecipada e, acima de tudo, união. 

Enquanto o outro lado se divide em disputas egoístas por espaço, o campo progressista precisa marchar junto, sem espaço para vaidades ou divisões internas.  

Para que essa união traga resultados, o trabalho de renovação e escolha de nomes viáveis não pode ser deixado para a última hora. Opções como o retorno de Flávio Dino à política partidária surgem como alternativas consistentes devido à sua experiência nos três Poderes.

É preciso cultivar hoje o nome que vai representar essa caminhada e manter a confiança de quem sempre esteve ao nosso lado.  

Esperar os prazos oficiais para organizar a casa seria um erro fatal. 

Diante de um cenário completamente novo e desafiador, a preparação, o diálogo com as bases e a busca pela unidade devem ser imediatos. 

É por isso que o compromisso com o futuro do Brasil não pode adiar nem mais um dia: a eleição de 2030 começa hoje.

Você, "cristão" de extrema-direita, ainda duvida que Deus é com Lula?

 


Em outubro de 22, postamos esse texto: 👇

https://emiltonx.blogspot.com/2022/10/o-ungido-de-deus.html?m=1

Quatro anos depois, é indigno constatar pessoas que duvidam da mão de Deus sobre a vida e a história de Lula da Silva. 

É uma profunda heresia e um desconhecimento do Evangelho afirmar que um cristão não pode ser progressista ou que o verdadeiro cristão não segue a esquerda. 

Reduzir a fé a uma cartilha da extrema-direita ignora que o cerne do cristianismo reside na justiça social, no cuidado com os vulneráveis e na exaltação dos humilhados. Valores que se alinham à trajetória do ex-menino de Caetês, cuja vida de superação, perseguição e restauração reflete a providência divina que ergue o caído diante dos seus opressores. 

Enquanto o extremismo de direita prega a exclusão, o ódio e o egoísmo, o Evangelho exorta ao acolhimento aos famintos, à paz e ao amor ao próximo, pautas genuinamente progressistas. 

Dizer que quem vota na esquerda não é de Deus é inverter a essência de Cristo, que sempre colocou a compaixão e a dignidade humana acima de intolerâncias políticas. 

O Senhor guia os passos daqueles que buscam alimentar o povo e defender o oprimido, mostrando que nenhum grupo político detém o monopólio da bênção e o propósito divino se manifesta onde há amor, igualdade e justiça para os mais pobres.

Você, pobre de extrema-direita que se enxerga como cristão, vai continuar deturpando a verdade do Cristo Torturado até quando?