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segunda-feira, 4 de novembro de 2013

Frases de Lula nos 10 anos do Bolsa Famíla



Reproduzo, do blog Conversa Afiada, trechos do discurso de Lula da Silva, o Nunca Antes, durante a comemoração dos 10 anos do Bolsa Família. Uma verdadeira aula de sociologia, filosofia, humanologia, capacidadologia e humildade. 

Muita humildade!

Só Lula da Silva pode falar sobre a pobreza. Nenhum outro político sentiu as necessidades enfrentadas por quem é pobre. Lula da Silva sabe o que diz. Ele sentiu! 

Só sabe quem passa.

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Disse Lula da Silva:


"Não existe indicador estatístico que possa medir a dignidade.

Nenhum Orçamento prevê a esperança.

Não basta ter alimento para matar a fome. É preciso ter geladeira, fogão.

Os “especialistas” ficam aborrecidos porque usam o dinheiro do Bolsa Família para comprar dentadura.

É porque esse “especialista” nunca ficou sem dente, nunca tentou mastigar um pedaço de carne sem dente.

É mais difícil vencer o preconceito que a fome.

Chamam de “Bolsa Vagabundagem”, mas 70% dos adultos do Bolsa trabalham.

Eles têm preconceito: acham que se é pobre por indolência.

Para a mãe, o dinheiro do Bolsa não é esmola: é um direito !

O eleitor não precisa mais trocar o voto por um prato de feijão, por uma cuia de farinha.

Essa Sociologia que ataca o Bolsa está acostumada a servir à elite.

O Bolsa tem 10 anos e a injustiça vem de 5 séculos.

Enquanto houver uma família precisando se alimentar, a presidenta Dilma vai atender.

Dizem que o Bolsa eleva o gasto público.

São os mesmos que defendem o desemprego e a redução de salário.

Outro dia eu vi na televisão um cidadão representante de banco defendendo um pouco de desemprego e conter o aumento de salário.

Se desemprego e arrocho salarial resolvessem, não existiriam os problemas que a gente tinha quando o PT chegou ao poder.

Se arrocho e desemprego resolvessem, a Europa já teria resolvido seu problema.

Jorge Viana já disse: muito dinheiro na mão de poucos é concentração, especulação;  pouco dinheiro na mão de muitos significa comida, inclusão.

Quando você começa a comer, fica mais bonito.

Não tem nada mais feio que a fome.

Eu fui conversar como presidente George Bush.

Ele só falava do Iraque e das armas de destruição em massa.

E da guerra que ia começar.

Antes que ele me pedisse para entrar na guerra, eu disse que a minha guerra era contra a fome.

O Saddam Hussein nunca fez nada contra mim !

A Guerra do Iraque, como o Bolsa, faz dez anos.

Foi com um pretexto falso: as armas de destruição em massa do Saddam.

A arma química do Iraque era o Saddam, que destruiu o país.

Além das perdas humanas, segundo o Stiglitz (Joseph), a guerra contra o Iraque custou US $ 3 trilhões.

Esse dinheiro dava para fazer bolsas famílias para atender um bilhão e meio de pessoas durante dez anos !

Os Estados Unidos e a Europa já gastaram US$ 10 trilhões para salvar um sistema que foi destruído pela ganancia financeira.

Eu me lembro que quando saí de Garanhuns minhas pernas eram finas e a barriga enorme.

Era só lombriga.

Ficamos 13 dias comendo só farinha.

Os mais ricos levavam farinha e queijo.

Os mais pobres, só farinha.

Hoje, 36 milhões de brasileiros estão no Bolsa Família !

Não podemos deixar um brasileiro sem comer.

A única coisa impossível é Deus pecar.

(A Miriam Belchior, Ministra do Planejamento, e Guido Mantega, da Fazenda) Parem de regatear com os pobres !

Eu sei que é difícil conviver com a nova situação.

A patroa usa um perfume e no dia seguinte a empregada usa um perfume igual.

Não sei se é paraguaio ou não, mas usa.

A empregada ocupa o meu lugar no avião.

É duro !

Eu estava sozinho nessa praça e agora tem esse cara aí.

Isso já aconteceu na Argentina,  no interior de São Paulo e vai acontecer no resto do Brasil."


(Reprodução de Paulo Henrique Amorim)


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quinta-feira, 31 de outubro de 2013

PSDB protocola Projeto de Lei (PL) que transforma o programa Bolsa Família em política de Estado.













Pela primeira vez o PSDB volta atrás e decide aprovar um programa do governo petista. Causou surpresa a iniciativa do partido. Afinal, há dez anos os tucanos vêm sendo contra a toda e qualquer medida tomada pelo governo do PT.

Eles foram contra o ENEM, as Cotas para Universidade, o Mais Médico, a diminuição da conta de energia (vejam só!), a lei dos Portos, ao modelo do Minha Casa Minha Vida, a construção da nova malha ferroviária, a modernização dos portos e aeroportos...

Não importa se o que levou o PSDB a mudar tenha sido o desespero ou se foi um ato de coragem... O que interessa é que o partido acordou! Embora, se tomarmos como ponto de análise, a diminuição nos quadros políticos do partido a cada eleição, certamente percebe-se certo desespero frente à possibilidade de esvaziamento nos próximos anos.

Esse é o resultado de, ao longo de dez anos, os tucanos se preocuparem apenas em criticar e desconstruir os projetos e programas petistas. Esqueceram de criar seus próprios projetos e foram sendo esquecidos pela sociedade.

Infelizmente, a imagem que temos do PSDB é da P36 (Plataforma da Petrobras) afundando em alto mar. Ou as visitas de FHC ao FMI para pedir empréstimos. Ou ainda a entrega do patrimônio público, a preço de banana, como a “venda” da Vale do Rio Doce e do Setor de Telefonia.

Mais atual, a imagem do partido se confunde com a capa dos livros: Privataria Tucana e o Príncipe da Privataria. Ou com a emblemática história da Organização Criminosa, que há vinte anos, vinha desviando dinheiro do Metro de São Paulo, conhecido como Propinoduto ou Trensalão.

Ao apoiar os projetos do Governo Federal, Aécio Neves se distancia da postura “tacanha” de líderes partidários como: José Agripino, Roberto Freire, Jarbas Vasconcelos e do seu próprio correligionário Sérgio Guerra. Todos esses optaram, não só em criticar o Governo do PT, mas se posicionaram como verdadeiras barreiras, no intuito de derrubar, postergar, denigrir, destruir com o Governo. Transmitindo a sociedade, que havia mais do que simplesmente uma ação oposicionista. Demonstravam um ódio de classe.
Qual o resultado desse comportamento senil e autoritário? O DEM e o PPS estão definhando. Por pouco, Sergio Guerra, não levou o PSDB à extinção, com sua intransigência.  E Jarbas, conseguiu afundar o PMDB em Pernambuco. 

Agora, é certo que só o reconhecimento por parte do PSDB, da importância dos programas petista no processo de melhoria e engrandecimento da sociedade brasileira, não basta!

É necessário que o partido levante suas próprias bandeiras, dê início a seus próprios projetos/programas. 

O Aécio poderia, por exemplo, criar um projeto de Regulação da Mídia. Poderia usar, como base, a Lei de Médios instituída pelo Governo da Argentina.

O PSDB precisa defender uma proposta de impacto! Criar uma imagem! Ter a sua marca!

Já pensou ver os caciques tucanos discursar no plenário do Congresso Nacional, “... não podemos mais permitir que a Globo continue com monopólio da comunicação...”

Especificamente sobre a Lei de Meios, uma coisa é certa Aécio Neves: ou o PSDB se apressa em fazer ou aparecerá quem o faça.

Bem provável ser um petista.


terça-feira, 15 de outubro de 2013

“... governo de Dilma está esgotado...”



Essa frase foi dita por Marina Silva. Ela tem desferido críticas pesadas, baixas e infundadas, contra Dilma Rousseff. Denota um caráter pessoal contra Dilma. A candidata do Rede Sustentabilidade, tem demonstrado ser uma pessoa raivosa, magoada e, pelo que parece, sem limites.

Imaginei a possibilidade de Marina não está enxergando o mesmo Brasil que enxergo. Desmerecer esse governo que aí está, não reconhecendo as conquistas sociais implementadas por ele, é puro suicídio político.

Esse negócio de “mentiras sinceras me interessam”, só combinam em músicas. Na política o que vale são as verdades. E essas, referente ao governo Lula e Dilma, estão bem claras. 

Os programas, criados nos governos Lula e Dilma, são muito impactantes. Talvez pelas críticas que todos eles foram vítimas. A negação aos programas federais, por parte da sociedade (oposição midiática e partidária), os levou a serem uma marca. 

Isso não significa dizer que tudo já foi resolvido. Os próprios Lula e Dilma reconhecem isso. O Lula da Silva, disse essa semana para um jornal, que “só avançamos alguns degraus”. Isso nos transmite coerência, respeito e acima de tudo humildade.

Acredito que Marina tem alimentado seu discurso contra Dilma, com adjetivos perniciosos, por falta de conhecimento sobre o que na verdade tem acontecido no Brasil, nos últimos anos. Por isso, me reservei no direito de expor, apenas uma parte das ações que tem alavancado o Brasil ao posto que ele está ocupando hoje no mundo.     

É compreensível reconhecer a dificuldade que pessoas, leitoras da Veja e da Época, assíduas ouvinte da CBN e telespectadoras do JN e do “Bom” Dia Brasil, não tenham conhecimento das grandes obras efetuadas pelo governo Dilma. Nesses veículos de comunicação, são vetados os grandes atos do governo. A grande imprensa, mais claramente representada pela Globo, Veja, Estadão e Folha, omitem a verdade, criam falácias e propagam os erros do governo Dilma.

Formar opinião a partir do que é divulgado na Grande Imprensa, é está fadado a alienação.

Segue alguns links de programas do governo federal que de uma forma ou de outra, eu e você, estamos sendo beneficiados.

Essa é apenas uma amostragem dos programas desenvolvidos pelo governo Dilma. Afirmar que ele está esvaziado, esgotado é sem dúvida duvidar da inteligência do povo brasileiro.

E pra concluir, no finalzinho da conclusão desse texto, vem a informação de que o programa Bolsa Família acaba de receber o prêmio Nobel da seguridade social.

O Bolsa Família, foi considerado "uma experiência excepcional e pioneira na redução da pobreza e na promoção da seguridade social".

Esse é um grande exemplo do que estamos tratando aqui: criticado pela oposição (midiática e partidária), o governo de Lula e Dilma, segue sendo valorizado, copiado, admirado e recebendo prêmios lá fora.

Uma pergunta: você acha que essa notícia será destaque na mídia conservadora?
Eu acho que não.