domingo, 6 de setembro de 2026

A casa-grande não engole o povo. O pl - Partido de LADRÕES e a farsa da inclusão.

 


A cena da suplente de vereadora escanteada e tratada com desprezo dentro do PL — partido da extrema-direita brasileira — é o retrato mais fiel do que essa legenda de golpistas, fascistas e milicianos representa. Enquanto usam rostos diversos como fachada para conseguir votos durante as campanhas, nos bastidores o que impera é a velha dinâmica excludente dos "machos-alfa" brancos e afortunados, que olham com nojo para quem não pertence à sua bolha de privilégios. Não há espaço real para pretos, pobres ou periféricos em um projeto político que alimenta o preconceito e serve apenas aos interesses de uma elite arcaica e colonizada.

​O que mais causa indignação, no entanto, é ver parte das próprias minorias marchando de mãos dadas com quem os despreza e ativamente trabalha para mantê-los subjugados.

É de uma cegueira profunda abraçar figuras como a familícia e sua corja, que destilam ódio contra tudo o que foge ao padrão da casa-grande — seja o pobre, o preto, o trabalhador, o petista ou qualquer um que ouse desafiar a ordem deles.

A turma do rachadinhas, bananinha e chupetinha prova o tempo todo que nos odeia; seja por meio de projetos, discursos, propostas ou entrevistas, estão sempre contra as minorias, deixando claro que esse espaço não é nosso e nos tratando como escória nos corredores do poder enquanto exigem submissão cega.

Será que não chegou a hora de dar um BASTA(!) ✋️, pobre de extrema-direita?​

Reconhecer que NÃO cabemos nesse meio e que nenhum discursinho moralista vai esconder a verdadeira face desse partido?
Continuar batendo palmas para essa gente é assinar o próprio atestado de irrelevância e compactuar com a nossa própria opressão. Nós somos a imensa maioria deste país, e a nossa dignidade vale muito mais do que ser usada como degrau por quem nos enxerga apenas com desprezo.
Por fim, vale um bom "bem feito!".
Nós avisamos.




sábado, 5 de setembro de 2026

O messiânico andré mendonça.

 


O messias de toga finalmente desceu ao Supremo Tribunal Federal para nos salvar de nós mesmos, vestindo a túnica imaculada do paladino da justiça e da moral. Nele, a figura de andré mendonça atinge o sublime patamar da divindade jurídica: o enviado do "metido a ditador", o escolhido "terrivelmente evangélico" que encarna a pureza absoluta em meio à lama da República. 

É quase possível vê-lo caminhando sobre as águas do Lago Paranoá, operando milagres de retidão, enquanto a corte profana treme diante de tanta integridade, honestidade, moral e santidade institucional.

Mas, como todo bom milagre moderno, a fé exige desapego, especialmente das cifras, o nosso salvador da pátria, que brilha com a luz da probidade, viu-se subitamente abençoado por uma modesta colheita de 54 contratos sem licitação firmados com a administração pública, somando a bagatela de mais de R$ 10 milhões em um instituto de ensino do qual fazia parte. 

Coisas da Providência Divina, decerto. 

Afinal, quando se é um ser superior acima de qualquer suspeita, os milhões caem na conta quase por obra e graça do Espírito Santo, sem que o humilde ministro precise sujar as mãos com meros detalhes burocráticos.

Diante do alvoroço mundano causado pela revelação da imprensa, o divino mestre optou pela via da humildade franciscana: retirou-se da sociedade do instituto para dedicar-se, agora, apenas ao apostolado das aulas. Nada de contratos milionários para o santo homem, que prefere a pobreza acadêmica após ver seus milhões expostos à luz do dia. 

Resta-nos, reles mortais pecadores, aplaudir de joelhos essa alma cândida que, mesmo com os bolsos cheios e o passado extremista de direita abençoado, continua fingindo ser o farol da ética que veio expurgar os pecados do Brasil.

O novo messias da extrema-direita vai precisar de um milagre para salvar a própria biografia.



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A justiça desse país deve um pedido de desculpas ao Fábio Lula da Silva.

 


​A trajetória recente de Fábio Lula da Silva, frequentemente alvo de investigações e acusações midiáticas que não se sustentaram ao longo do tempo, evidencia um cenário de desgaste político e exposição desproporcional. Para muitos, o encerramento dessas apurações sem condenações efetivas deixa evidente que o rigor excessivo e a espetacularização ultrapassaram os limites da legalidade, ferindo direitos fundamentais e a presunção de inocência.

​Nesse contexto, defensores de uma Justiça mais imparcial apontam que o mínimo esperado seria um reconhecimento público dos abusos cometidos e das consequências pessoais e profissionais geradas por esse processo. Restabelecer a normalidade institucional e o respeito às garantias constitucionais exige não apenas o fim de perseguições políticas, mas também um mea-culpa formal que repare, ao menos em parte, os danos causados.

Faz tempo que avisamos que nada encontrariam contra o Lulinha. 👇

http://emiltonx.blogspot.com/2026/03/abriram-caixa-preta-do-lulinha-e-o-que.html?m=1

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Chega de perseguição!




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