Se o governo beneficiou a todos — pobres e ricos — por que tanta gente é contra o combate à pobreza? A verdade que poucos contam sobre o real motivo do incômodo de certos setores da sociedade com Lula da Silva.
O agronegócio e os grandes produtores rurais sabem perfeitamente qual governo mais destinou recursos, créditos e incentivos à agricultura e à pecuária no Brasil; qual deles abriu mais mercados para os produtos brasileiro. O pessoal das Forças Armadas — Exército, Marinha e Aeronáutica — também sabe muito bem qual gestão mais investiu na modernização, elevou a moral da tropa e trouxe novas tecnologias aos militares. Setores da imprensa e da comunicação reconhecem quem mais gerou oportunidades e conquistas para o povo e para a classe trabalhadora. A classe média alta sabe qual governo fez a economia girar a ponto de permitir que ela prosperasse, mantivesse seu padrão de vida e não empobrecesse. E as lideranças religiosas e a comunidade cristã sabem perfeitamente qual governo valorizou a fé, sancionou leis de proteção à liberdade religiosa e jamais fechou igrejas, ao contrário do que espalhavam as falsas narrativas.
Se o governo Lula da Silva beneficiou e fortaleceu todos esses setores, por que muitos deles hoje se posicionam contra o Lula e seu governo?
A resposta é simples: muitos desses grupos posicionam-se contra justamente as políticas de inclusão e apoio aos mais vulneráveis.
O que incomoda esses setores não é o que o governo faz de positivo para a sociedade como um todo, mas sim o que faz por quem mais precisa.
O incômodo nasce da valorização do trabalhador e dos programas sociais que devolvem a dignidade aos historicamente marginalizados.
Infelizmente, para certos grupos, quanto mais vulnerável e dependente o povo permanecer, mais conveniente é para a manutenção de seus privilégios.
O que realmente incomoda é ver o cidadão humilde conquistando seus direitos e ascendendo socialmente.
É esse preconceito estrutural e a resistência em dividir oportunidades que impedem muitos de enxergar o legado transformador dos governos progressistas no Brasil.
É isso!

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