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segunda-feira, 2 de novembro de 2026

CARTA ABERTA À MILITÂNCIA PROGRESSISTA, AO ANDRÉ JANONES E AO POVO DO NORTE E NORDESTE.

 


Companheiras e companheiros, não dá mais para aceitar o desrespeito de certos cantores "SERTANOJOS" que enriquecem às custas do nosso povo e depois usam a fama para debochar da nossa gente. A imagem deplorável dessas figuras fazendo gracinha com capim na boca, num claro ato de deboche e preconceito contra os nordestinos e contra a classe trabalhadora, é a prova final de que eles não têm nenhum respeito pelo nosso chão. 

Enquanto no Sul e Sudeste muitos continuam passando pano para esse tipo de atitude, no Norte e no Nordeste nós sabemos muito bem quem está do nosso lado e quem trabalha contra o Brasil.

Não vamos aceitar que o dinheiro dos nossos impostos continue sendo queimado em shows de 1 ou 2 milhões de reais para bancar quem nos ataca. Por isso, estamos encabeçando e cobrando um Projeto de Lei para proibir que prefeituras paguem fortunas por essas apresentações, estabelecendo um teto máximo de 50 mil reais para qualquer show contratado com verba pública. Se eles quiserem ganhar milhões, que façam shows privados e cobrem de quem quiser pagar, sem tirar um centavo da saúde e da educação dos nossos municípios.

Além disso, convocamos todo o povo consciente a fazer um boicote total no dia a dia. Isso significa tirar esses artistas das suas listas no Spotify, YouTube e Deezer usando a opção de bloquear, não comprar ingressos nem ir aos shows deles, e não dar palco, deixando de curtir, comentar ou compartilhar qualquer publicação dessas figuras nas redes sociais. O dinheiro público e o apoio do povo do Norte e do Nordeste têm que servir para valorizar a nossa gente, e não para enriquecer quem debocha do nosso povo.

André Janones e Militância Progressista, juntos contra os "SERTANOJOS".

Usar o mandato contra o próprio povo não é crime? 1

 


A política existe para servir ao povo e estender a mão aos mais necessitados, mas o que vemos na postura de deputados golpistas como Chupetinha é o oposto disso. 

Em vez de apresentar projetos sérios para combater a fome e a desigualdade, prefere usar o mandato para promover debates vazios, zombar de ações comunitárias legítimas, incentivar a maldade e atacar quem trabalha diariamente para colocar comida na mesa das pessoas. 

Governar ou legislar exige responsabilidade social e empatia, valores que não combinam com quem vive de provocação na internet.

Esse estilo de atuação do Chupetinha aposta no conflito contínuo e na divisão da sociedade. 

Em vez de buscar o diálogo e a paz social, cria-se um ambiente de permanente rivalidade, onde o adversário político é tratado como inimigo e quem pensa diferente sofre com tentativas de boicote e discriminação. 

Nenhuma nação prospera quando uma liderança como o Chupetinha prefere promover a discórdia em vez de buscar soluções reais para a saúde, a educação e a geração de empregos.

No final das contas, o papel da cidadania e das instituições não é alimentar a vingança, mas exigir o cumprimento rigoroso da lei. 

Quem comete abusos, espalha mentiras e usa a máquina pública para prejudicar os trabalhadores precisa responder perante a justiça. 

O Brasil precisa de representantes de verdade, comprometidos com o povo, e não de moleques de internet focados em lacração e intrigas enquanto a vida do cidadão comum continua cheia de dificuldades.

Tome vergonha na cara, Chupetinha! Pare de usar o seu mandato para perseguir e agir contra o povo brasileiro.



Usar o mandato contra o próprio povo não é crime? 2

 


Mais um representante eleito usando o seu tempo e o peso do seu cargo para debochar de pessoas na rua simplesmente por posicionamento político. 

É o caso desse novo figurante, que age como um verdadeiro discípulo de chupetinha e segue a mesma cartilha de pablo lamarçal. 

Em vez de trabalhar em propostas de interesse público ou apresentar soluções para os problemas do país, prefere transformar a atividade política em um espetáculo de provocações baratas nas redes sociais.

Já dissemos: esse tipo de postura não constrói nada, servindo apenas para alimentar a divisão, o ódio e o desrespeito entre os cidadãos. 

A população não elege deputados para que fiquem gravando vídeos debochando de trabalhadores ou torcendo por desemprego alheio, mas sim para que atuem com responsabilidade, decoro e foco nas reais necessidades do povo. 

Um caso desses faz a gente questionar: não seria oportuno se o TSE cassasse o mandato de um deputado eleito, antes mesmo da posse?

Usar a visibilidade de um mandato público para constranger pessoas comuns é uma demonstração de falta de maturidade e de total desrespeito com o cargo que ocupa. 

O Brasil precisa de representantes sérios e comprometidos com o bem-estar coletivo, e não de figuras públicas que utilizam o poder para perseguir e provocar quem pensa diferente.

Que possamos ter na política mais Sâmia Bonfim, Gleisi Hoffmann, Erika Hilton, Glauber Braga e menos chupetinha, rachadinhas, das tiaras, pablo lamarçal e suas novas hostes malignas. 

Políticos extremistas de direita, respeitem o povo brasileiro!



O absurdo dos cachês milionários pagos aos "SERTANOJOS" com dinheiro desviado da saúde, educação e infraestrutura de cidades pobres.


 

Há anos acompanhamos uma prática estarrecedora em diversas prefeituras do país: o uso de recursos públicos para financiar shows com cachês milionários de grandes artistas SERTANOJOS.

Enquanto a população sofre com a falta de leitos nos hospitais, escolas sucateadas e infraestrutura precária, valores astronômicos são repassados para a realização de eventos de grande porte de cantores como gusttavo lima, bruno & marrone, zezé di camargo, leonardo, entre outros.

Um exemplo recente desse tipo de parceria duvidosa entre artista e prefeitura ocorreu no município de Marília (SP). O Ministério Público ingressou com uma ação pedindo a anulação de contratos de shows, incluindo apresentações de gusttavo "laranja" lima e da dupla maiara & maraisa, após constatar que a prefeitura remanejou cerca de R$ 1,5 milhão da saúde e R$ 170 mil da educação para custear o evento "Agrofood Show".  

Detalhe: a cidade de Marília (SP) possui um déficit fiscal superior a R$ 16 milhões.  

Casos como esse têm se espalhado por todo o país há anos sem que as autoridades criem leis e mecanismos para coibir essa prática ilegal, imoral e absurda!

É urgente estabelecer limites para gastos com entretenimento e fortalecer o controle fiscal por parte do Ministério Público e das Câmaras de Vereadores. São medidas necessárias para assegurar que o dinheiro dos impostos traga retorno efetivo e prioritário às verdadeiras demandas da população.

Para dar um basta definitivo nessa farra com a verba pública, é preciso aprovar uma lei que estabeleça um teto máximo de R$ 50 mil para o pagamento de shows custeados por prefeituras.

Fica a pergunta: com um teto de R$ 50 mil, será que gusttavo "laranja" lima, zezé di camargo, leonardo e companhia continuariam subindo nos palcos para cantar com o dinheiro do povo?