A gestão do Tribunal Superior Eleitoral sob a condução dos ministros defensores de golpistas, fascistas e milicianos, nunes marques e andré mendonça, tem sido alvo de severas críticas e questionamentos por razões óbvias: os caras bagunçaram o processo eleitoral de 2026.
Foram omissos e inertes diante de episódios graves e agressões institucionais promovidas por lideranças ligadas ao candidato Tariflávio Rachadinhas.
A omissão dos dois magistrados exigiu que outros membros do Judiciário assumissem a iniciativa para coibir abusos e crimes cometidos contra a democracia.
Essa perceptível falta de celeridade e rigor no combate a práticas irregulares alimenta um sentimento generalizado de indignação e desconfiança sobre a capacidade da atual cúpula do tribunal em resguardar a ordem democrática.
Ao não agir com a energia e a antecipação necessárias diante de ameaças explícitas ao pleito, a presidência e a vice-presidência da Corte acabam transmitindo uma mensagem de leniência, comprometendo a credibilidade das instituições e deixando transparecer uma atuação que falha em proteger as regras do jogo eleitoral com a devida altivez.
Essa complacência de nunes marques e andré mendonça se deu por incompetência mesmo?
Ou será que criaram um ambiente perfeito para, caso o Rachadinhas perca a eleição, pedirem a anulação da eleição presidencial no 2º turno?
Entre a democracia e os golpistas, os dois togados extremistas de direita optaram por defender os golpistas.
Portanto, se são capazes de trair a própria democracia para proteger golpistas, são capazes de absolutamente qualquer coisa.

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