Como todo e qualquer líder fascista, golpista, absolutista e totalitário em qualquer parte do mundo, ou em qualquer posição de poder, o diabo-louro se irritou diante de pergunta inesperada e explosiva que aprofunda tema que compromete sua reputação pública e privada.
Reputação, diga-se de passagem, bem suja, encardida e fedida igual a pau de galinheiro.
O papel do jornalista é perguntar. E, diante de uma dessas indagações "impróprias", o VAGABUNDO se sente "constrangido" e, perturbado, parte para fazer o que mais sabe: ofender e insultar a jornalista "inimiga".
Ataques, agressões e ameaças aos profissionais de jornalismo, principalmente às mulheres jornalistas, sempre são esperados quando os entrevistados são da extrema-direita. Seja o presidente pedófilo americano, o judeu-nazista netanyahu, o "libertad carajo" da Argentina ou o ex-presidente genocida do Brasil, o moribundo "metido a ditador".
Para satisfazer entrevistados fascistas, tem que fazer igual ao caiã messina, da Band, lembram dele?
"O sr. presidente está em casa". "Eu votei no sr(!), eu e meu cinegrafista". "Pode falar o que quiser". "O sr. está entre amigos". "Então, o senhor fica tranquilo. As perguntas que eu vou fazer é mais para que o senhor esclareça".
O repórter da Band, ao "entrevistar" o "metido a ditador" mostrou a cara da turma do mitre e oinegue e seu "jornalismo imparcial". 😏
https://emiltonx.blogspot.com/2023/07/o-reporte-bajulador-do-genocida.html?m=1
Ao entrevistar fascistas, senhores e senhoras jornalistas, "sigam o exemplo do caiã messina." 👆
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