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terça-feira, 29 de setembro de 2026

O presidente do Flamengo não vota no Lula, mas o trabalhador do Flamengo sim.

 


A recente discussão sobre a regulamentação e o combate às apostas esportivas online (as chamadas bets) colocou em evidência o confronto entre medidas de proteção social e os interesses comerciais que envolvem o futebol. A decisão do governo de enfrentar esse mercado predatório é um passo fundamental para defender a renda das famílias brasileiras. Mas essa polêmica nos convida a ir além e olhar para o espelho político do país, revelando uma divisão clara entre as cúpulas dirigentes e o chão de fábrica dos clubes.  

O presidente do Flamengo, assim como boa parte da diretoria de grandes clubes, dificilmente vota em Lula. Essa postura não é acidental; ela reflete a sintonia com os interesses da elite tradicional e conservadora do país, herdeira de estruturas que historicamente mantiveram privilégios e resistiram à inclusão social. Para essa cúpula, o alinhamento político caminha de mãos dadas com a defesa de um projeto econômico elitista.  

Por outro lado, o cotidiano do clube e das arquibancadas conta outra história. O verdadeiro Brasil, que sustenta o Flamengo com seu suor e sua paixão, está do outro lado do balcão político.

O que nos faz entender que, o presidente do Flamengo pode não votar no Lula, mas o torcedor do Flamengo vota!

​A cozinheira do Flamengo vota no Lula.  

​O faxineiro do Flamengo vota no Lula.  

​O porteiro do Flamengo vota no Lula.  

​O motorista do Flamengo vota no Lula.  

Essa lista de trabalhadores reflete exatamente a essência popular do clube e do país. É a mesma lógica daquele célebre lembrete político de que a base trabalhadora (com exceção dos alienados e facilmente manipulados pobres de extrema-direita) conhece a realidade e as melhorias sociais que transformaram suas vidas, mesmo quando a elite finge não ver.

De Qual Lado Você Está? 

Essa pergunta não deixa margem para neutralidade; a resposta, contudo, exige discernimento. 

Estar ao lado do Flamengo verdadeiro, o clube do povo, da massa e dos trabalhadores, é estar do lado de quem constrói o país no dia a dia. 

O presidente da diretoria pode até escolher o candidato da elite, mas quem faz o clube pulsar e quem carrega o Brasil nas costas sabe muito bem qual é o lado que governa para a maioria.

Esse lado tem nome, sobrenome e muita coragem: Luiz Inácio Lula da Silva.

É isso!

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