Olhar para quem mais precisa não é favor, é o básico. No governo de Lula, o rumo é esse: fortalecer o Bolsa Família, garantir atendimento no Mais Médicos e na Farmácia Popular, valorizar o salário mínimo de verdade e tirar o imposto de renda de quem ganha até cinco mil reais. É mexer no orçamento para botar o pobre e o trabalhador no centro, fazendo a roda da economia girar de baixo para cima.
Do outro lado, o que a gente vê é um grupo político que atua abertamente contra as melhorias e contra o povo. Enquanto o governo do Lula da Silva e a sociedade cobram e debatem avanços civilizatórios, como o fim da cruel escala 6x1, rechaçada por essa turma, as lideranças golpistas, fascistas e milicianas se esgrimam para travar direitos, votando contra alívios fiscais para quem menos tem. Articulam-se nos bastidores e até em peregrinações aos Estados Unidos em uma cruzada externa de desgaste e interferência contra os interesses soberanos do Brasil.
No fim das contas, a escolha fica nítida.
De um lado, há um governo proativo que entrega direitos, reergue o poder de compra e defende o trabalhador; do outro, uma oposição engessada em briga política, alinhada a agendas de fora que torcem contra o país e contra o bem-estar da nossa gente.
Política que presta é a que melhora a vida de quem está na ponta; o resto é só desgaste, rixa e atraso.
Menos rachadinhas, bananinha e chupetinha; mais Luiz Inácio Lula da Silva.
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