Um caso como esse parece tanto com história de filme que nos deixa de sobrancelhas levantadas.
Quando uma peça-chave de uma investigação, alguém com o perfil de um sicário (matador de aluguel), morre sob custódia do Estado, o ceticismo é quase uma reação natural.
O mais estarrecedor é que o "arquivo vivo do vorcaro" não estava sendo custodiado pelos militares de 64, o BOPE do Rio de Janeiro ou a ROTA de São Paulo. O garantidor da proteção e da guarda do preso era a PF.
O que nos leva a questionar: facilitaram para o sicário do vorcaro, foram negligentes ou o mataram.
Num caso como esse do Master, a morte do suspeito em executar os crimes, ou seja, a eliminação do cara que suja as mãos, dificulta a investigação que levaria aos mandantes. Sem o depoimento dele, a "ponta do novelo" some.
Sabe-se que o isolamento e a perspectiva de décadas de prisão podem levar ao desespero real, independentemente do histórico criminal da pessoa, mas sabemos também que, às vezes, o suicídio pode ser visto pelo próprio criminoso como uma forma de proteger a família de retaliações externas, garantindo que os segredos morram com ele.
Seja lá o que aconteceu no cárcere da PF ontem, tudo isso é muito suspeito.
Em todo caso, é bom ver a conta bancária, as ligações telefônicas e mensagens de todos os policiais que tiveram acesso ao preso no dia de ontem.
É isso!
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