Se o novo líder político-religioso que está despontando na corrida presidencial, o Aiatolá Ali Rachadinhas, vencer a eleição de outubro de 2026, há chances dele e sua turma darem um golpe contra a Democracia.
Não podemos esquecer que o pai do Aiatolá Ali Rachadinhas, o "metido a ditador", em três meses de governo já arquitetava um autogolpe. Isso mesmo(!), faltando ainda mais de três anos e meio de governo, o inominável já falava e apoiava o discurso de intervenção militar no Brasil.
Como afirmou o jornalismo da "grobu", algo que qualquer pessoa com um mínimo de consciência política-social já sabe: não dá para confiar na familícia.
São radicais, antidemocráticos, cheios de ódio e de projetos antissociais; e guiados por uma base de seguidores ainda mais radicalizados, preconceituosos e que odeiam viver numa democracia porque nela existem muitos pobres, pretos, putas, petistas e periféricos.
"O fruto 'PODRE' nunca cai longe da árvore".
O caráter (a "podridão") é algo que se mantém dentro de um ciclo viciado, onde a influência negativa da origem é tão forte que o destino acaba sendo previsível. Lembro do Ciro Gomes, por várias vezes em vídeos, afirmando que o "metido a ditador" ensinou os filhos a "ROUBAR". "São todos ladrões iguais ao pai", disse Ciro.
Quem nesse país não enxerga os crimes praticados pelos filhos do inominável, a maldade e os desígnios de crueldade nas palavras, no olhar, projetos de poder e atos de toda a familícia do "metido a ditador", ou faz parte da sua base de seguidores e, portanto, nutre os mesmos sentimentos malignos; são incrivelmente ingênuos e alienados, ou chegaram há pouco tempo de "Narnia" e não conhecem a história da familícia.
Os filhos do ex-presidente tiveram uma educação familiar "estragada", portanto estão condenados a repetir os mesmos erros do pai. Essa intolerância aos "diferentes", o ódio mortal aos adversários políticos, o uso da MENTIRA como arma, o discurso contra o sistema público, a cultura, o povo e suas tradições, são frutos pobres dessa árvore corroída até a raiz.
A jornalista Flávia Oliveira foi brilhante ao observar que duas forças radicais estão exercendo forte influência nas lideranças da extrema-direita brasileira. Uma gravitacional do líder moribundo golpista preso na Papudinha: e a outra, antigravidade, vindo da base golpista e fascista dos seus seguidores.
Portanto, o Aiatolá Ali Rachadinhas não tem outra coisa a fazer, senão propagar e fazer maldades.
Seus seguidores querem sangue!
Querem o Xandão e Lula chicoteados em praça pública.
Querem os pretos, pobres, putas, petistas e periféricos, todos que não pensarem iguais aos "neoconservadores em conservas" e aos pobres de extrema-direita, todos eles presos ou mortos!
Tem que continuar alimentando o comportamento tóxico dessa gente, rachadinhas!
Caso contrário, um desses chupetinhas toma teu lugar.
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