A presença de contatos dos dois líderes "limpinhos" da extrema-direita levanta questionamentos sobre a proximidade entre o poder público e o setor privado. De um lado, uma raposa que roubou o sistema financeiro e, do outro, figuras centrais golpistas e lesa-pátria, com grande influência no legislativo e em articulações políticas.
Lobby, articulação e tráfico de influência, se ocorrem dentro das normas de transparência, são considerados parte da atividade democrática; agora, se essas conexões facilitam acessos, privilegiam ou favorecem interesses particulares em detrimento do interesse público, aí é crime.
Facilidades para comprar mansão SUBFATURADA em Brasília por seis MILHÕES ou viajar em jatinho particular para fazer campanha eleitoral por dez dias são exemplos de crime por tráfico de influência.
Há outros nomes nos contatos de WhatsApp do "leproso" vorcaro - ciro "nojeira" e arthur lira são alguns deles - "ômes" públicos que, de alguma forma, viabilizaram e contribuíram para que o banqueiro da igreja-empresa de Lagoinha ignorasse o conjunto de disciplinas, processos, leis, normas e regulamentos internos e externos de qualquer organização pública ou privada, a praticar crime contra o sistema financeiro.
O rachadinhas, claro(!), negou que tenha conversado com o "banqueiro leproso"; e o chupetinha fez uma mudança brusca em seu comportamento digital após revelações do caso Master.
As "otoridades" golpistas envolvidas com o vorcaro ligarão o botão estratégico de Contenção de Danos com o objetivo de esperar o "calor" dessas notícias sobre Master diminuírem.
Coincidentemente, após os nomes do rachadinhas e do chupetinha aparecerem nos contatos de WhatsApp do vorcaro, o ministro andré mendonça correu para aumentar o nível do sigilo e do bloqueio dessas informações.
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