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sexta-feira, 20 de março de 2026

Os "machos alfa" e o feminicídio.

 


As imagens e áudios desse caso (ver vídeo abaixo👇) mostram a total realidade do feminicídio na vida cotidiana da nossa sociedade atualmente. E, infelizmente, esse não é um caso isolado. Embora a agressão e o assassinato de mulheres no Brasil sejam um problema estrutural e contínuo, nos últimos anos virou um surto de feminicídio. 

Casos de agressão e morte de mulheres sempre aconteceram, mas um dado nos chama atenção: o agressor, na grande maioria dos casos, é um parceiro ou ex-parceiro íntimo que não aceita o fim do relacionamento.

Outra constatação é a explosão dos casos de feminicídio depois da vitória da extrema-direita em 2018 e, consequentemente, dos quatro anos de empoderamento dos "machos alfa" em meio à sociedade; da tentativa de golpe e da derrota do líder extremista de extrema-direita em 2022. 

Desde então, os casos de feminicídio descambaram para uma gravidade social que está afetando a estrutura emocional do nosso país. Não há um dia, sequer(!), que não saibamos de mulheres agredidas ou assassinadas.

Embora os dados mostrem que 4 mulheres são mortas por dia no Brasil, que em 2025 foram cerca de 1.568 feminicídios e mais de 7 mil registros de tentativas de morte contra mulheres, os especialistas em segurança afirmam que os números são muito maiores, levando em conta os casos que estão no anonimato.

Essa onda de agressões e assassinatos de mulheres exige ação mais enérgica das autoridades.

Essa senhora e sua mãe, por enquanto, escaparam de virar estatística de feminicídio. 

Pelo ódio do agressor e a inércia do poder público, não se sabe até quando.




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