Apoie o blog por meio do PIX, a chave é: emiltox@outlook.com

Mostrando postagens com marcador Lulilma. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Lulilma. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 30 de julho de 2013

O IDH do Brasil melhorou quase 50% em vinte anos, mas...


A imprensa brasileira não se prende ao lado bom da noticia.

Odiosos do Brasil e do governo que aí está, ela não ver qualidades numa informação, nem mesmo quando propagada por organismos internacionais.

O mundo está olhando para o Brasil com grande admiração! Há dez anos, nossa imprensa vem repassando o pior do nosso país para seu público. De maneira grotesca e enfadonha. Não basta melhorar os IDH em 47,5% em 20 anos (?). Pra ela existe sempre um “mas”.

É esse “mas” que a está afundando, e ela nem se dá conta disso.

A cada dia, mais e mais pessoas estão enojadas com falta de respeito a inteligência do povo brasileiro. Não é que não possa mostrar os problemas do Brasil, não é esse o ponto. É a maneira como está sendo mostrado os problemas brasileiros. 


Por exemplo: o dado mais importante do IDH-M de 2013 não foi divulgado pela imprensa. Em 2010, apenas 35 municípios foram considerados no nível "muito baixo" no Índice de Desenvolvimento Humano.


Essa é uma notícia extraordinária! 

Essa notícia é mais importante que a visita do Papa Francisco, embora a imprensa não se importe em discutir, procurando tratar de questões mais partidárias.
 
No caso do IDH-M percebe-se que, quando o bolo é gostoso, tratam logo em adicionar como responsável (direto) pela receita, também o período do governo de FHC. Quem deveria mostrar a verdade dos fatos sobre os governos, deveria ser a imprensa, mas, a nossa preferi agir como um partido político.

É preciso separar quanto o Brasil melhorou seu IDH no período dos dez anos de governos antes do PT e no período de dez anos do PT. Organismos de alcance mundiais, como os da ONU, mais confiáveis, sem apelo partidário, bem que poderiam nos dá essa resposta. 

Há quem diga que o grande salto no IDH-M do Brasil, foi obra dos governos Lula e Dilma. É preciso confirmar isso, até para poder desligar os holofotes que hoje estão direcionados para “a grande obra realizada por FHC”. 

É preciso saber, quanto desse percentual de 47,5% foi devido aos governos Lula e Dilma, porque se em 1991, 4730 municípios brasileiros tinham um IDH "muito baixo" e em 2010, era apenas 33, seria bom saber em quais governos ocorreu a maior mudança.

Cabe aqui fazer uma conjetura.

“Imagino que a resposta óbvia para essa pergunta, seria que os governos Lula e Dilma contribuíram mais para que o país alcançasse essa grande vitória. Sendo assim, isso só me faz concluir o porquê da medição ter sido realizada, levando em consideração os últimos vinte anos”.

Se setores importantes desse país trabalham com o objetivo de desclassificar o governo petista, por que teriam interesse em separar por decênios, as conquistas do povo brasileiro?

Agindo assim, na contramão do que vem sendo publicado, a imprensa conservadora e seus “formadores de opinião”, foram obrigados a falar sobre os 47,5% de crescimento em 20 anos. Alguns, dando êxito (é claro) aos oito anos do governo de FHC. Numa vergonhosa prova de escárnio e descompromisso com a função de jornalismo.

Uma imprensa que propaga que o Bolsa Família foi uma conquista do governo de FHC, que a ascensão de mais de 40 milhões à classe C foi devido a “estabilidade monetária” implementada pelo governo FHC e portanto, uma imprensa que deu suporte político ao governo de FHC, não me surpreenderá se em 2020, caso os partidos de direita ainda não tiverem conseguido retornar ao poder (espero que não), o IDH seja realizado levando em conta os últimos trinta anos. 

Ou seja, contanto que a imprensa imperialista possa rasgar elogios aos oito anos do governo do FHC.

quarta-feira, 24 de julho de 2013

O isolamento de Dilma?



A presidente Dilma Rousseff tem encontrado problemas na condução dos projetos que precisam ser votados no Congresso Nacional. O estilo duro da presidente leva deputados e senadores, acostumados com práticas antidemocráticas e não muito civilizadas, a não votarem as propostas importantes para melhorar a vida do povo brasileiro. O Congresso há muito tempo, se transformou num enorme balcão de negócios. Dezenas de empresários e lobistas circulam livremente no plenário, tratando de questões estritamente de interesses particulares com os senhores parlamentares.

Ao longo dos anos, verificou-se a falta de compromisso por parte dos parlamentares, no que se refere as necessidades e solicitações do povo. As casas legislativas, de todas as esferas governamentais, investem mais em causas próprias, dos seus membros, apadrinhados e amigos empresários. Só pra se ter uma ideia, segundo a Revista Isto É, dessa semana, o custo mensal de um deputado em 1986 equivalia a 33 salários mínimos. Hoje são precisos 203 salários mínimos mensais, para manter cada parlamentar no Congresso Nacional na “árdua” missão de legislar suas próprias causas.

Há problemas nos poderes executivos e judiciários por todo o país. Mas, os grandes responsáveis pelas mazelas da corrupção no Brasil estão nas casas legislativas.

Acostumados com a política do “toma lá dá cá”, parlamentares tem pressionado a presidenta Dilma, tomando posição contrária as solicitações enviadas pelo executivo. Um exemplo, mais que oportuno lembrar, foi a votação da PEC dos portos. Mesmo sendo uma proposta, dita por vários especialistas, capaz de mudar a caótica situação dos portos brasileiros, melhorando o fluxo de mercadorias, aumentando a capacidade de logística do país, mesmo com todas as vantagens da Proposta de Emenda Constitucional, vários deputados e senadores foram contrários a proposta. Partidos políticos, inteiros, votaram contra.

O caso da redução da conta de luz foi outro momento emblemático na relação entre a presidente e o Congresso Nacional. E que devemos levar em conta nas próximas eleições. Partidos políticos, governadores de estado e parlamentares, foram contra a redução da conta de energia, em decorrência de interesses de contratos celebrados a dez ou quinze anos, com concessionárias de energias, os quais em nada favoreciam o país e o povo brasileiro. 

Pra muitos políticos, interesses de empresários se sobressaem aos interesses dos eleitores, do povo e do Brasil.

Agora estamos diante da negação de alguns partidos e políticos ao projeto “Mais Médicos”. O mesmo discurso proferido contra o ENEM, as Cotas Universitárias, o Bolsa Família, estão sendo novamente inflamados na tribuna do Senado e da Câmara. Políticos que nunca tiveram o incômodo de precisar de um atendimento médico no SUS, nunca precisaram ter que esperar seis meses ou um ano, para ser atendido num posto de saúde ou hospital público, são esses mesmos políticos que se dizem contra a proposta do Mais Médicos. 

Outro assunto que tem sido alvo dos parlamentares é a necessidade da redução dos 39 ministérios de Dilma. Sobre esse assunto eu já escrevi em:


 “... Microempresa, Cidades, Política para as mulheres, Igualdade racial, Pesca e aqüicultura, Desenvolvimento agrário e Aviação civil. Todas elas estão diretamente ligadas a uma parcela da sociedade que fora, durante séculos, excluída dos projetos do Brasil. Todas as novas secretarias estão ligadas a classe pobre que, nos últimos dez anos, ascendeu à classe média...”

Cada país tem o Congresso que merece. No caso do Brasil, a oposição ferrenha ao governo Dilma, está dentro do congresso e principalmente fora dele. Uma parcela significante da imprensa conservadora, faz jus a definição de partido de imprensa golpista (PIG), tão escancaradamente propagado pela blogosfera. 

Como se não bastasse tudo isso, ainda tem o “fogo amigo!”. Há ministros, deputados e senadores da própria base governista, até mesmo do próprio PT, que insistem em fazer pose para as câmeras dessa mesma imprensa, que sofre de dupla personalidade (imprensa e partido político). Essa busca pelo microfone do PIG, travada por muitos parlamentares, faz com que homens públicos se percam ainda mais, se distanciando do objetivo pelo qual foi eleito.

O governador do Rio de Janeiro, por exemplo, está pagando um preço talvez maior do que ele deva, por ter tentado agradar essa mesma imprensa. Sergio Cabral andava muito preocupado sobre “como a imprensa brasileira lhe via”. O resultado é que não há um dia sequer, em que o governador não seja enxovalhado  pela imprensa que ele quis agradar. Quer saber: bem feito!

Político não tem que ficar querendo agradar a imprensa! Não tem que está sendo “pau mandado” de empresário, lobista, bicheiro, bandido, vigarista ou vagabundos “colunistas” de revistas e jornais! Político tem que ficar atento aos clamores das ruas, aos pedidos do povo, as necessidades do país. É nesse ponto, em que Dilma se diferencia da maioria dos políticos em atividade.

Dilma não tem associação com o mal feito, com a corrupção, com o que favoreça mais/apenas os ricos. Dilma, pelo que parece, não está preocupada em agradar a imprensa. O compromisso do governo Dilma é, principalmente, com a diminuição do grande hiato da desigualdade entre os mais ricos e os mais pobres. Talvez seja por isso, a grande perseguição que ela tem sido vítima e a quebra do compromisso com o povo e com o país, ao qual alguns políticos e até partidos políticos, tem demonstrado.

Um presidente deve ser punido por querer melhorar a vida do seu povo, principalmente, dos mais pobres? 

Essa aliás, é a marca dos anos de governo do PT. Desde a gestão de Lula em 2003, a maioria das PECs, projetos, ações governamentais, tiveram como “pano de fundo” o objetivo claro em atender os mais necessitados. É claro que existe políticos, empresários colunistas, que "não sabem" da existência de pobres no Brasil. Muitos desconhecem essa realidade! Mas, Dilma, não.Pra ela, pelo que demonstra, isso é mais que um compromisso! Esse sentimento de Brasil, a capacidade de entender as necessidades e a empatia com o povo, são traços nítidos da presidente Dilma, que infelizmente não contagia a todos os políticos do Congresso Nacional.    

Fazer o que?

quinta-feira, 18 de julho de 2013

O efeito doentio que o texto do Lula no jornal Time provocou nos “formadores de opinião” da imprensa conservadora


Como se não bastasse a extraordinária entrevista do presidente do PT, Ruy Falcão, ao Roda Viva da segunda feira, o texto de Lula no Time, o jornal de maior prestígio no mundo, levou os “colunistas” da Grande Imprensa a destilar seus venenos na pessoa, na integridade, na moral do Nunca Antes na História Desse País. 

Os termos usados pelos “pensadores” da mídia imperialista, são tão pessoais que justifica o ódio de todos eles por Lula. Nos faz enxergar  e entender, o que na verdade estaria por trás desse desiquilíbrio emocional e até mesmo psicológico.

O ódio deles por Lula, é mais do que possamos imaginar. O ódio não é apenas pelo homem, mas, por tudo que ele representa para a maioria do povo brasileiro, pela mudança estruturadora da sociedade após seu governo e pelo aumento da rejeição que a cada dia sufoca aqueles que imaginavam serem donos do Brasil. 

A mídia conservadora está acabada. E ela culpa o Lula pelo seu fracasso.

Merval Pereira, Augusto Nunes, Arnaldo Jabor e tantos outros "pensadores" da grande imprensa. Cada um, ao seu estilo, processaram seus textos contra o Lula e contra tudo e todos que estiverem relacionado a ele. 

A perseguição ao primeiro operário que chegou a presidência, já não é nenhuma novidade.

Mas, entre todos os textos produzidos pelos “corvos midiáticos”, o mais deplorável de todos foi ler o Jabor afirmar entre, outras coisas, que “o Lula deteve o avião que FHC preparou para decolar”. 

Afirmar isso para uma pessoa que não viveu aquele período até vale. Mas para os milhares de brasileiros que sofreram com DESgoverno tucano,soa como hipocrisia. 

Pelo que eu me lembro, entre outros feitos, o governo de fhc quebrou o país três vezes, procurou o FMI "300 vezes" sempre com um pires nas mãos, vendeu as joias da coroa a preço de banana e acusou os aposentados de serem vagabundos.

O governo de fhc foi o que mais contribuiu para o aumento de indigentes no país. O fhc foi uma máquina de produzir pobres.

A cara de pau e a cumplicidade da mídia com governos de direita é notória. Querer ressuscitar as mazelas do governo de fhc como se elas tivessem sido importantes para o povo brasileiro é uma jogada infame, a qual só quem acredita são alienados midiáticos e os analfabetos políticos.

O Jabor bem que poderia falar sobre a sonegação da Globo. 

Que tal!

terça-feira, 2 de julho de 2013

Estou pronto pra responder o plebiscito sobre a reforma política


Uma campanha contra o plebiscito está sendo inserida no meio da sociedade. Incomodados, os oposicionistas, preferem o referendo. Mas, engana-se quem acredita que a ferramenta de consulta popular, escolhida/sugerida por Dilma Rousseff, seja a razão do incomodo dos oposicionistas. 

Certamente, se Dilma tivesse optado pelo referendo, eles estariam agitando da mesma forma, com o discurso contra. 

Provavelmente diriam: o governo do PT não quer ouvir o povo! 

O que os oposicionistas querem na verdade, é alimentar dentro da sociedade sua opinião contrária a tudo que for defendido pelo governo federal. Seja qual for a tomada de decisão do governo Dilma, haverá negação por parte deles. 

Infelizmente, essa é a estratégia adotada por eles, para chegar ao poder.

E aí, nessa tentativa desastrada de barrar o plebiscito, cabe de tudo um pouco. 

Os presidentes dos quatro partidos da direita brasileira (PSDB, DEM, PPS e PSOL*), por exemplo, defendem sua posição por “acreditar” que a consulta popular por meio do plebiscito, objetiva perpetuar o PT no poder. 

Seria demasiadamente ingenuidade da sociedade, acreditar nessa teoria fantasmagórica!

Imaginemos as seguintes perguntas:

- Você deseja que o financiamento de campanha deva ser financiado pelo:
( ) setor público
( ) setor privado
( ) setor público e privado

- O voto, pra você, deve ser obrigatório?
( ) Sim
( ) Não

- Você prefere votar:
( ) No candidato
( ) No partido

Alguém, em sã consciência, percebe alguma tendência das perguntas, que possa favorecer esse ou aquele partido? Creio que não!

Já a posição contrária do Ministro Gilmar Mendes, se dá no campo da Constituição Federal. Como se sabe, o digníssimo ministro é um “guardião” ardiloso da Carta Magna, e portanto, teme que a Presidenta Dilma, “não saiba” que é atribuição do Congresso Nacional, a prerrogativa de solicitar ao TSE a realização de um plebiscito. O que mais impressiona é que, mesmo estando explicitado na mensagem que a Presidenta enviou ao TSE, "aos cuidados da Ministra Carmem Lúcia, de que é o Congresso, o poder capaz de convocar uma consulta popular..." Mesmo assim, o “intrépido” ministro insiste em fazer outra interpretação.

Já FHC, acha autoritário, por parte do governo, fazer plebiscito (ouvir o povo). 

O ex ministro do STF Ayres Brito, comentarista do JN, acredita que o povo brasileiro não tem “discernimento” para responder as perguntas (nos falta inteligência). 

Os “especialistas” de setores da imprensa, acreditam ser um desperdício de dinheiro público (ouvi o povo). 

Os “formadores de opinião”, ligados a direita brasileira, dizem que a voz das ruas não falava em reforma política, que Dilma não está em sintonia com o clamor das ruas e que só a reforma política, não resolve.

Até pode haver coincidências de ideias, de pensamentos e opiniões. Eu mesmo me surpreendo algumas vezes, quando me deparo com algum comentário ou texto, sobre determinados assuntos, que parecem terem sido escrito por mim, tamanha é a similaridade de ideias e pontos de vistas. Mas, é inaceitável acreditar que essas pessoas nutrem o mesmo ideário, por acaso! 

Não posso me abster de visualizar uma aproximação incomum, entre o que eles pensam, acreditam, defendem e propagam. Não é apenas sobre o plebiscito. Nos últimos 10 anos, 99% de tudo que foi defendido, criado, realizado pelo governo federal, tiveram o “carimbo do contra” dessas pessoas. Definitivamente, isso não é normal!

* O psol, nesse caso, está parecendo um partido de direita.
  

segunda-feira, 17 de junho de 2013

Abertura da Copa das Confederações – Vaias e aplausos.




Em qualquer ambiente onde hajam aplausos e vaias, certamente será mais notadas, as vaias. É do ser humano perceber mais, as ações negativas que as positivas. Diferentemente do que disse o candidato do PSDB a presidência, tomando carona no episódio, não foram 70 mil pessoas vaiando a Presidenta e nem representa o sentimento da maioria da população brasileira, como querem fazer crer setores da mídia e oposicionistas. Muitas vezes as vaias, assim como os aplausos, não dizem exatamente o que expressam. Um jogador que aplaude um juiz após ter recebido um cartão amarelo, por exemplo, sinal que o aplauso foi uma forma de deboche.

Mas, acontecido o fato, os “formadores de opinião” vêm formatando suas ideias e opiniões desde o sábado. Alguns não deixaram nem terminar o jogo. E é cada impressão! Mas, vindo dos “colunistas” da imprensa conservadora não há muito do que esperar. O bom na democracia é que aceita-se de tudo, até opiniões tendenciosas, desvairadas, sem sentido.

As vaias, na abertura da Copa das Confederações pra mim, vieram como uma forma de decepção por parte da elite conservadora, que ali se encontrava. A classe afortunada que vaiou a Presidenta, o fez, pela decepção de ter percebido que o governo de Dilma cumpriu com o objetivo de realizar uma Copa do Mundo pra ficar pra historia. Coisa que muitos ali, não acreditavam e pior, torciam e torcem pelo fracasso do evento. Maravilhados com a estrutura de primeiro mundo, proporcionada por um governo que acreditou que era possível, sim, sediarmos uma Copa do Mundo. Se viram então, na obrigação de punir a pessoa responsável pelas suas frustrações. É tanto que setores da imprensa tem se pegado a criticar falhas do evento, tão insignificantes, quando na verdade eles sequer imaginavam que estádios ficariam prontos para Copa em julho de 2014, imaginem das Confederações, um ano antes!

A presidenta Dilma Roussef, simboliza toda essa insistência de uma parcela da população na realização de um evento, que até pouco tempo, só quem teria condições de realizá-lo era os países da Europa e EUA. Até aqui, os mais pessimistas devem está boquiabertos e extremamente aborrecidos com esse sucesso de administração. Pra quem tem se esforçado para colocar na Presidenta a pecha de mau administradora, o evento vem dizer o contrário. Afinal, como um governo que é tão mal propagado pela imprensa brasileira, consegue proporcionar, entre outras coisas, um evento tão extraordinário e maravilhosamente organizado?  

A oposição está em polvorosa com o acontecido. Excitadíssimos, os “pensadores midiáticos” se debruçaram a falar, nas redes sociais, dando mais importância, inflamando mais do que realmente significou de negativo para o governo e para Dilma. Os “especialistas” de plantão, estão fazendo análises, para alegria dos pessimistas, a mídia terá assunto para no mínimo quinze dias.

As vaias, assim como as manifestações ocorridas próximo aos estádios e os protestos do Movimento Passe Livre (MPL), serão o combustível que oposição e setores da imprensa utilizarão para denegrir, afugentar, ofuscar, o brilho do evento. Mas, o que na verdade está por trás de tudo isso, é a grande decepção de ver que o Brasil conseguiu fazer o que prometeu. São os “Velhos do Restelo” dito por Dilma, que ficam a espreita esperando pelo pior, dizendo que não vai dá certo. Eu me pergunto, por que não houve tanta repercussão quando num último jogo entre Brasil e Argentina, no Mineirão, a torcida gritava em uma só voz; "Ô Maradona, vá se fo..., o Aécio cheira mais do que você".

Por fim, não poderia deixar de registrar! Sabe aquela sensação de que “a surpresa vem de onde não se espera”. É assim que fui pego pela análise sensata sobre o caso, vinda de um senador tucano:

“Como disse Nelson Rodrigues, em campo se vaia até minuto de silêncio. Não vejo significado político especial, nem relação com 2014. Nós políticos, não estamos com essa bola toda. A lição que fica é que ninguém deve fazer discurso em estádio de futebol” (Senador por São Paulo Aloysio Nunes Ferreira)