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quarta-feira, 25 de junho de 2014

Recife perdeu a grande chance de se mostrar para o mundo.



Vejam o quanto é complicada a organização política brasileira, principalmente a relação dos poderes executivos (federal, estadual e municipal).

A realidade da relação entre o governador de Pernambuco, prefeito do Recife e Presidente da República, na época da escolha da sede da Copa do Mundo de 2014, era totalmente distante da realidade atual. 

Em 2007 havia uma parceria entre os três representantes do executivo. Em 2014, no ano de realização do evento, o prefeito de Recife é outro, a relação entre os governos estadual e nacional se encontra estremecida, e o que se percebe é que não houve “motivação” dos governos municipal e estadual, na preparação da Capital Pernambucana para Copa do Mundo.

Quando se vai dar uma festa, geralmente os anfitriões costumam limpar a casa, fazer consertos, oferecer o que há de melhor para os visitantes.  Os governos pessebista (do Recife e PE), pelo que parece, colocaram o pé no freio das obras, da preparação e da organização.

Não fossem as ornamentações sobre a Copa postadas nas ruas pela população e as cores verde e amarela das vestimentas e souvenis das lojas, qualquer marciano que descesse na capital pernambucana, não teria como percebê-la uma Sede da Copa do Mundo.

Obras que poderiam/deveriam ter sido entregues antes da Copa, simplesmente tomou um rumo de velocidade de tartaruga. Mas, a má vontade dos gestores locais, está mais evidente quando ao passar pelo centro da cidade não vemos nenhuma bandeirola, nenhum enfeite que expresse estarmos no mês de junho, em pleno período das festas juninas. 

O que se pergunta por aqui é: o prefeito não ornamentou a cidade para o São João para não colori-la de verde e amarelo?  

Recife perdeu a chance de se mostrar para o mundo. Imagino como estaria essa cidade se os gestores locais estivessem unidos com o poder executivo federal? 

Uma cidade cortadas por rios e canais como Recife, um Estado de praias conhecidas no exterior, uma região de rica cultura, de povo festeiro e história tão rica. Eles deveriam ter utilizado melhor essa oportunidade.

Detalhe: no dia 18/06/2014, exatamente no dia em que a cidade do Recife tinha mais turistas, o que se viu no principal corredor de mobilidade da cidade, foram essas cenas:



O canal da Av. Agamenon Magalhães repleto de lixo.

Um conselho: se precisar de uma equipe para organizar uma festa em sua cidade, não chame o prefeito do Recife e sua equipe.

segunda-feira, 23 de junho de 2014

A Copa escancara mídia brasileira para o mundo.



Em menos de quinze dias, desde o início do maior evento esportivo do mundo, já podemos tirar algumas conclusões do legado que a Copa deixará para o Brasil. 

Um deles diz referência à quantidade de turistas estrangeiros no país. Já são mais de 700 mil. Muitos deles estão nos visitando pela primeira vez, com grande possibilidade de retornarem outras vezes trazendo outros turistas para conhecer nosso país. 

A Copa do Mundo será um divisor de águas do turismo internacional no Brasil. 

Outro legado são os estádios. Lindos estádios, padrão Brasil(!), que serão impulsores do turismo interno. Brasileiros irão querer viajar pelo país, motivados a assistir uma partida nas Arenas construídas para a Copa. Como não bastasse o potencial turístico das oito regiões contempladas com os jogos, ainda teremos, a partir de agora, esses maravilhosos templos do futebol para visitarmos.
 
As obras de mobilidade, muitas delas inacabadas, serão um dos principais trunfos da sociedade. Obras que deveriam ser construídas daqui a dez anos foram colocadas em prática imediatamente, devido à Copa. 

A modernização dos aeroportos e portos, os equipamentos e experiências de segurança adquiridas, a receptividade aos milhares de visitantes, tudo isso fará do Brasil um país melhor no dia a dia do seu povo.

Mas, um dos principais legados que a Copa do Mundo deixará, será mostrar para o mundo e para os brasileiros, a verdadeira cara da imprensa conservadora do nosso país. O Brasil tem um inimigo que, graças à Copa, foi claramente desmascarado. Os principais meios de comunicação do Brasil, a "grobu", a Veja, o Estadão e a Folha, representados pelos seus colunistas, pensadores e formadores de opinião, têm mostrado ao mundo o grande ódio que eles sentem pelo nosso país. 

Talvez algum especialista, dentre tantos espalhados pelo mundo, possa descobrir o que leva a imprensa brasileira a odiar o próprio país, onde ganham seus sustentos milionários? 

Tem gente na imprensa brasileira chegando a “desejar” que algum dos Estádios da Copa venha abaixo. 

Enquanto a imprensa internacional aplaude a organização, a recepção do povo brasileiro e a satisfação dos estrangeiros; a imprensa brasileira traz sempre em seus editoriais ou nas capas de revistas e jornais as expressões: PELO MENOS, ATÉ AGORA VAI TUDO BEM! POR ENQUANTO, É SÓ ALEGRIA! ATÉ O FINAL DA COPA, TUDO PODE ACONTECER!

A mídia brasileira, com sua arrogância, por meio dos textos dos seus representantes, tem promovido um dos maiores movimentos de reflexão da sociedade, como nunca visto antes. Esse ódio do Brasil, a insistência em apoiar o #NÃOVAITERCOPA, de se ver como um partido político, de apoiar o QUANTO PIOR MELHOR, tem feito um mal à democracia, mas, muito mais(!), à própria mídia.

Quem são os leitores da Veja, atualmente? Quem leva a sério o que diz o Bonner e a Patrícia, no JN? Quem assiste aos jogos da Copa narrados pelo Galvão? Quem tem comprado a Folha ou o Estadão, ou ainda "O grobu"? Quem acredita no que diz a miriam leitão? 

A imprensa brasileira está em declínio. Seus “formadores de opinião” alcançam, cada vez, menos pessoas. 

A Copa do Mundo conseguiu mostrar o Brasil para o mundo. Mais do que isso, conseguiu mostrar o quanto nossa imprensa é perniciosa ao nosso país. A Copa mostrou ao nosso povo que o Brasil merece uma imprensa melhor. 

O Brasil tem um povo extraordinário, um governo trabalhador e honesto e uma imprensa, que infelizmente, não merece estar entre nós. 

Essa é uma imprensa padrão Iraque, ou quem sabe, padrão Síria. Precisamos de uma imprensa padrão Brasil!

quinta-feira, 12 de junho de 2014

Finalmente chegou o grande dia.


Desde o anuncio da escolha do país que sediaria a Copa de 2014, em outubro de 2007, o Brasil tem sido alvo de expectativas e críticas. Muitos tinham dúvida que o nosso país teria condições de organizar um evento tão gigantesco. 

Os bombardeios vieram de fora, mas, principalmente de dentro do país. Foram brasileiros [muitos, “ilustres”], que se colocaram contra o evento. Alguns demonstraram, em suas atitudes críticas, uma ação política orquestrada, com finalidade de influenciar a opinião pública e a eleição para presidência.

A própria relação de setores da imprensa com o evento, foi questionada. Logo ela que terá os maiores lucros com a Copa do Mundo, foi quem mais se posicionou contra. Nos artigos dos “formadores de opinião” dos grandes veículos de comunicação e nos editoriais dos jornais e revistas, o que se via eram ataques, propagação do ódio e a certeza/torcida de que nosso país não iria conseguir concluir as obras.

Políticos dos partidos de oposição foram outros que se posicionaram contra a Copa do Brasil. Havia sempre o que criticar. A demora na construção dos estádios, as reformas dos aeroportos e portos, a possibilidade de haver apagão elétrico, a falta de vagas nos quartos dos hotéis, a falta de segurança, os gastos que deveriam ser usados na educação e saúde.

Qualquer motivo serviu para alimentar o descontentamento de parte da sociedade incapaz de enxergar o óbvio: a ação política por trás de todas as críticas. 

Só pra se ter uma ideia da grande dificuldade que os organizadores tiveram e da ação política negativa por parte da oposição, em Recife, nem a tradicional ornamentação de São João (bandeiras, bandeirolas, balões e fogueiras juninas), geralmente espalhadas nas ruas da cidade pela prefeitura nessa época, foi realizada esse ano. O prefeito do PSB, pelo jeito, não quer fazer nada na cidade que possa levar as pessoas a comemorar a Copa. Com isso, Recife está perdendo uma ótima oportunidade de se mostrar para o mundo.

Essas pessoas atacam a Copa com o intuito de atingir o governo federal. Ainda que perca a oportunidade única de sediar um evento que não sabemos quando teremos oportunidade de tê-lo novamente na nossa cidade, no nosso estado e no nosso país.

Mesmo com todos os entraves, má vontades políticas e alienação midiática, finalmente chegou o grande dia. A Copa iniciará hoje com muitos problemas, mas também com muitas realizações. Faltou muito ainda pra ser concluído, mas o Brasil se preparou como pôde para receber a todos. Em meio às forças que se levantaram contra o Governo [ops! contra a Copa], é necessário reconhecer o grande esforço dos organizadores em ter conseguido chegar tão longe.

Essa talvez tenha sido a Copa do Mundo mais difícil de realizar. Imagine você tentando fazer uma tarefa tendo pessoas criticando, sabotando, propagando mentiras sobre você, lhe ridicularizando e torcendo contra. 

Essa também é a última Copa do Mundo capaz de juntar todos os ingredientes que o espetáculo merece. Alegria, calor humano, país tropical, diversidade cultural e liberdade de ir e vir.  As próximas Copas, na Rússia e no Catar, não terão a liberdade democrática que existe no nosso país. Por isso essa Copa é diferente de todas. Essa é a Copa das Copas.

O que mais dói é saber que os mesmos que mais criticaram o evento, os aécios, os ronaldos fenómenos, os paulos coelhos, os jabores e mervais, os bonnes e as mirians, os fautãos e as castanhedas, serão eles, os que terão acesso livre as dependência dos estádios, das arenas, que tanto criticaram. E o pior, levaram você a se colocar contra o governo e o evento.  

Mais uma vez, estão usando o povo como massa de manobra. Bucha de canhão!

Até quando?

segunda-feira, 12 de maio de 2014

Copa do Mundo e as Eleições 2014



A trinta dias do início da Copa do Mundo, a população brasileira parece não estar motivada para o evento. O espírito de participação e união entre os povos, que envolve o evento, não contagiou [ainda] os anfitriões. Parte dessa má vontade com a Copa se deve à mídia local. Os principais veículos de comunicação do país colocaram o pé no freio, em se tratando de propaganda motivadora para a Copa do Mundo.

O que parece, nos grandes centros populacionais do país, é que não estamos às vésperas de sediar um grande evento como a Copa do Mundo. Em outras épocas, nas Copas da África, Alemanha e Ásia, se via a população brasileira motivada, pintando ruas, enfeitando praças, vestindo as cidades de verde e amarelo. E essa, aqui na nossa casa, não se percebe alegria. Pelo menos ainda não.

Isso nos leva a perceber a importância dos meios de comunicação para o sucesso de um evento como este. A imprensa brasileira [não é preciso muito esforço para constatar] preferiu se colocar contra o evento. 

Numa visão perspicaz dos barões da mídia, para conseguir atingir o governo federal. Seria mais ou menos assim, o pensamento daqueles que fazem a Grande Mídia:

- Se o país se der mal na realização da Copa do Mundo, o governo petista perde a eleição.
- Se a seleção canarinho não ganhar a Copa, Dilma perde a eleição.

Daí, todas as fichas dos barões da mídia estão sendo apostadas no fracasso total do evento, que aliás, tem sido ventilado pelos jornalões e revistas semanais, desde 2007, ano da escolha do país como sede da Copa de 2014.

Os “formadores de opinião” vêm atacando a “falta de competência” do governo em realizar a Copa há mais de cinco anos. Achavam que os estádios não estariam prontos. Decepcionados, passaram a atiçar a opinião pública quanto ao dinheiro público empregado na construção dos estádios. Uma vez negado e comprovado pelo governo [os estádios não foram construídos com dinheiro público], passaram a atacar as obras de mobilidade, dos portos e aeroportos, a expansão do parque hoteleiro do país e uma gama de obras de infraestrutura que estão sendo movimentadas em todas as cidades-sedes e em muitas outras localidades.

A Copa tem que ser um fracasso. É o que espera a Grande Imprensa. Só isso pode levar ao poder central do país, em outubro desse ano, o candidato dos barões da mídia. Aquele que dará de volta o Brasil nas mãos da elite burguesa brasileira. Os que se acham os verdadeiros donos do país.

O cenário pós Copa será esse: ainda que 99% dos turistas que vieram ao Brasil declarem que a Copa foi excelente, que 99% dos jogadores parabenizem o Brasil pela organização, que 99% da população esteja feliz e satisfeita com a realização da Copa, ainda assim, a oposição irá atrás dos que fazem parte do 1% que não estão satisfeitos e propagarão o "fiasco" que foi a Copa. 

É claro que muitas obras não estarão prontas para a Copa. Mas ficarão prontas para nós. Para o povo brasileiro. Isso é o que importa.

Portanto, cabe a mim e a você não compartilhar o pensamento pernicioso dos “colunistas” da mídia conservadora. 

Estamos diante de uma grande oportunidade de mostrar ao mundo que nosso país é um lugar extraordinário. Que estamos prontos para recebê-los com um sorriso no rosto.

Nunca diga que não estamos preparados! 

Daqui a trinta dias, eu e você vamos ajudar o Brasil a realizar a maior e melhor Copa do Mundo de todos os tempos. Afinal, Copa é Copa e eleição é outra coisa.

sexta-feira, 28 de março de 2014

Existe mais hombridade no comportamento do Fernandinho Beira Mar ou Marcos Marcola, que nessa oposição brasileira.


O cenário para os próximos seis meses é desolador e preocupante. Desolador para a sociedade, que busca sempre em ano eleitoral, um debate claro e objetivo por parte dos políticos. 

Preocupante porque a oposição, pelo que parece, resolveu jogar baixo e acirrar os ânimos. Ela está tentando de tudo que for possível para tirar, a qualquer preço, a presidenta Dilma Rousseff do Planalto Central.

No jogo democrático, há certos limites que precisam ser respeitados. Pelo jeito, os oposicionistas não estão, nenhum pouco, preocupados com limites. É aí, onde aparece o perigo.

                             Atenção: onde você ler OPOSIÇÃO, entenda se tratar da tríplice aliança: imprensa conservadora, partidos de direita e elite burguesa. 

A oposição está cheia das chamadas “balas de prata” contra o governo petista. A ideia é não dar fôlego à presidenta. Asfixiá-la de tal forma que ela transmita insegurança governamental ao povo brasileiro.  Ainda que as supostas acusações não tenham fundamento, não importa! A oposição vai continuar a usar sua força descomunal.

Vale dizer que a Petrobras está quebrada, que o governo petista faliu a Caixa Econômica, que Dilma Rousseff gerencia igual ao líder da Coreia do Norte, que ela, na verdade, era amiga dos generais na ditadura. Que é culpa unicamente da Dilma Rousseff os problemas com a segurança, a educação, a saúde, o esgoto estourado na rua, a falta da coleta de lixo e tudo o mais que for possível acusar a Dilma Rousseff. Pode-se inventar e se dizer de tudo. Vivemos numa democracia e que bom que vivemos numa democracia!

Agora, acreditar em tudo que está sendo divulgado é, sem sombras de dúvida, assinar um atestado de alienação, ingenuidade ou burrice. 

Mas tem maldade no meio disso também. 

Outra coisa, nessa briga, a presidenta Dilma Rousseff já começa em desvantagem. Imaginem a quantidade de veículos de mídia (tv, rádio, jornais, revista, internet), espalhados por todo o Brasil, trabalhando para desqualificar o governo federal. Propagando mentiras e invencionismos contra a pessoa, o modo de governar, as medidas tomadas e tudo o mais. É ou não é um jogo sujo da oposição!

Para Dilma Rousseff, resta a militância petista, os milhões de simpatizantes do seu trabalho e seus grandes feitos à frente do governo. Governar esse país, levantando a bandeira da esquerda, é para poucos. Só Lula da Silva e Dilma Rousseff, até aqui, conseguiram. Qualquer outro [vejam o exemplo do Eduardo Campos] se bandeia logo para o lado da direita.

É mais fácil fazer política do lado da direita. Há mais facilidades em incorporar na sociedade falácias contra os opositores. A justiça e o MP são mais condescendentes com os da direita. A imprensa, é da direita.
  
O caso da compra da refinaria de Pasadena pela Petrobras, por exemplo, é um caso que estava guardado há anos, aguardando o momento certo para explodir nos noticiários. Caso velho e já em investigação, tomou repercussão inesperada (ou seria inusitada?). Dez minutos diários de exposição no JN, pronunciamentos efervescentes de políticos direitistas no congresso, espaço liberado na mídia conservadora para os que desejem expressar sua “indignação” sobre o caso e a propagação de comentários difamatórios nas redes sociais pelo exército da direita, capa da revista veja e, pronto! Está armado um esquema de grande repercussão. A partir daí, é só esperar a abertura da CPI da Petrobras.
  
Dois casos intrigantes poderiam ser alvo de discussão pela mídia, de ontem para hoje: um refere-se ao não julgamento do tucano Eduardo Azeredo, pelo STF. E o outro é a venda da usina hidrelétrica de três irmãos, pelo governo do tucano Alckmim, à iniciativa privada, por R$ 16 megawatt/hora, quando o governo Dilma Rousseff havia oferecido R$ 27 por megawatt/hora.

Mas, não há repercussão desses casos nem de muitos outros envolvendo partidos de direita, simplesmente porque eles fazem parte da oposição. Dá-se mais visibilidade e valorização de fatos sem fundamentos, desde que envolvam esquerdistas, podendo levar até o Congresso a criar CPI. 


Mas, contra os que realmente afrontam a sociedade, nada!

O Mais Médico, programa do governo que está sendo analisado pela justiça se é lícito ou não, o julgamento será realizado em outubro de 2014. Bem nas vésperas das eleições. Aí está mais uma “bala de prata” que será usada contra Dilma Rousseff. Imagina: nas vésperas da eleição, o STF manda todos os cubanos de volta para Cuba. Merecendo ainda um vasto pronunciamento de ministros do supremo quanto ao "modelo escravocrata imposto por Dilma Rousseff, no Brasil". Quem vai ser o primeiro-ministro do supremo a se pronunciar? O Gilmar, o Fux ou o Marco Aurélio?

A realização da Copa do Mundo também é uma “bala de prata”. Você tem alguma dúvida que o "evento será um desastre, que o governo Dilma Rousseff  não vai conseguir fazer a Copa das Copas?" Pelo menos será essa a visão da direita brasileira. Ainda que 99% dos turistas que vieram ao Brasil declarem que a Copa foi excelente, que 99% dos jogadores parabenizem o Brasil pela organização, que 99% da população esteja feliz e satisfeita com a realização da Copa, ainda assim, a oposição irá atrás dos que fazem parte do 1% que não estão satisfeitos e propagarão o "fiasco" que foi a Copa. Pode escrever isso!

A Globo, maior interessada [economicamente] no evento, a empresa que mais ganhou dinheiro até aqui, com a Copa do Mundo do Brasil, é a que mais tem atacado o governo por meio da Copa do Mundo.   
  
Esse jogo baixo usado pela oposição, onde do pescoço para baixo tudo é válido, enfraquece a democracia, transformando a sociedade naquilo que existe de pior: a conquista do poder pelo poder. 

Essa é a regra do submundo do crime. Sim ou não!

É por isso que Fernandinho Beira Mar e Marcos Marcola, comparados a essa oposição brasileira, não passam de criancinhas. 

A oposição brasileira é, na verdade, a maior organização criminosa desse país.