Uma amostra do sumo empobrecimento intelectual da extrema-direita brasileira ( ver vídeo abaixo 👇). Do quanto o uso de uma linguagem propositalmente chula, com tons e memes agressivos e comportamentos que rompem com a liturgia do cargo ou o decoro público, está transformando as Câmaras Legislativas municipais, estaduais e federal, num forte e desolador ambiente em decadência e de "ômes" idiotizados.
O debate sobre os temas complexos que afligem a sociedade (economia, segurança, educação, saúde, infraestrutura), antes fervorosos nas "Casas do Povo", foi reduzido a uma luta entre o bem e o mal, a verdade e a mentira, a democracia ou a barbárie.
O absurdo chegou a tal ponto que esse filho do "metido a ditador" nos culpa por defender a democracia.
Do mesmo jeito que somos chamados de "comunistas", atacados e ameaçados pelos pobres de extrema-direita, se falarmos de paz, de Brasil soberano, justiça social, diversidade, inclusão, direitos humanos, desarmamento, não à privatização, sustentabilidade, mudanças climáticas, entre tantos outros temas que fazem parte da luta progressista.
Esse processo de "idiotização" da extrema-direita brasileira não se refere necessariamente à falta de capacidade cognitivo-intelectual. É, na verdade, uma estratégia política que desestimula o pensamento crítico do grupo onde esses indivíduos estão inseridos.
O resultado é um debate público empobrecido, onde o grito substitui o argumento e as narrativas falsas, a verdade. Onde sentimentos como empatia, coletividade, solidariedade e conscientização desaparecem do quadro político.
Como esse inútil vereador de Camboriú, o "ôme" é só ódio e ignorância.
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