quarta-feira, 7 de janeiro de 2026

Realidades extremas.

 


O "metido a ditador", depois do collor de Mello, é talvez o preso que mais tem privilégios no Brasil. Tira cadeia numa "cela" que mais parece um quarto de hotel 3 estrelas. Com direito a cama, TV, ar-condicionado, frigobar, micro-ondas, banheiro privativo; médico à disposição, comidinha feita em casa, podendo receber visitas dos filhos "todos os dias" 😳, a digníssima ex-3ª dama pode visitá-lo todo dia e permanecer com ele no xilindró o dia todo; no entanto, esse povo continua propagando que o inominável "sobrevive em um cubículo",  que "está sendo vítima de ato desumano", que o "tratamento dado a ele é pior do que o dado aos animais", que é "viver numa solitária", que é uma "tortura o que estão fazendo com ele"...

Prisão não é um "spa" ou clube de campo. Cadeia é lugar onde filho chora e a mãe não vê. Quisera que cada preso desse país tivesse apenas 10% das regalias e privilégios que a justiça concedeu ao chefe da organização criminosa que tentou golpear a nossa democracia.

A realidade prisional vivida pelo "metido a ditador" nem de longe se assemelha à verdadeira situação, degradante e humilhante, dos mais de 750 mil presos em regime fechado no Brasil, que tem a 3ª maior população carcerária do mundo.

A superlotação dos presídios, a falta de condições de saúde e higiene e a presença dominante das facções criminosas são apenas alguns dos problemas enfrentados pelos presos em nosso país.

A familícia está "chorando de barriga cheia".

Ao invés de acionar o "apito de cachorro" para os "rasgadores de havaianas" partirem com seu ódio contra o ministro Alexandre de Moraes, culpando-o pelos "absurdos das condições da prisão" do moribundo líder golpista; a micheque, o rachadinhas, bananinha e carluxo, deveriam agradecê-lo.

É isso!



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